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Disciplinas e ementas

Plano de Ensino

Disciplina: EDU291 - SABERES ESCOLARES DO ENSINO DE LIBRAS

Carga horária: 60

Departamento: DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO

Ementa
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Saberes fundamentais do professor para o desenvolvimento de competências de uso da língua de sinais nos espaços escolares. Introdução dos alunos do curso de Letras-Libras na reflexão sobre a língua natural para os surdos na escola inclusiva e na escola bilíngue para surdos, em uma perspectiva crítica em relação ao trabalho docente com essa disciplina. Documentos oficiais que abarcam sobre o trabalho com a disciplina de libras como L1. Trabalho de sistematização das informações observadas nas aulas específicas para análise e reflexão sobre o uso e ensino de Língua de Sinais Brasileira.
UNIDADE I – Cenários Educacionais e a diversidade: a legislação brasileira e os documentos oficiais relacionados à Surdez, à Língua de Sinais e à Educação de Surdos.

UNIDADE II – Filosofias educacionais: educação bilíngue x educação especial x educação inclusiva

UNIDADE III – Propostas curriculares do ensino de Libras como L1 e Língua Portuguesa como L2

UNIDADE IV – Propostas de avaliação de aquisição e aprendizagem da Língua Portuguesa como L2 e Libras

UNIDADE V – Materiais Didáticos de aprendizagem da Libras
1. ALBRES, N. A., S., M. V. Programa curricular de língua brasileira de sinais para surdos. São Paulo: IST, 2012.
2. ALBRES, N. A., S., N. G. L. S. (Orgs.) Libras em estudo: política educacional. São Paulo: FENEIS, 2013.
3. BOHN, H. I. Avaliação de materiais. In BOHN, H. & VANDRESEN, P. (Eds.), Tópicos de lingüística aplicada: O ensino de línguas estrangeiras. Série Didática. Florianópolis: UFSC, 1998. p. 292-313.
4. BRASIL. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000.
5. BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial, Brasília, DF, 20 dez. 1996.
6. BRASIL. Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá outras providências. Diário Oficial, Brasília, DF, 24 abr. 2002.
7. CAVALCANTI, M. C. Estudos sobre educação bilíngüe e escolarização em contextos de minorias lingüísticas no Brasil. Revista DELTA, 15: 385-418, 1999.
8. CORACINI, M. J., BERTOLDO, E. S. (orgs.). O desejo da teoria e a contingência da prática. Discursos sobre e na sala de aula (língua materna e língua estrangeira). Campinas: Mercado de Letras, 2003.
9. CORACINI, M. J. A celebração do outro. Arquivo, memória e identidade: línguas (materna e estrangeira), plurilingüsmo e tradução. Campinas: Mercado de Letras, 2007
10. CORAZZA, S. M. Planejamento de ensino como estratégia de política cultural. IN: MOREIRA, A. F. B. (org.) Currículo: questões atuais. Campinas: Papirus, 1997.
11. GESSER, A. O ouvinte e a surdez: sobre ensinar e aprender LIBRAS. São Paulo: Parábola Editorial, 2012.
12. MENDES, E. G. A radicalização do debate sobre inclusão escolar no Brasil. Revista Brasileira de Educação. Rio de Janeiro, v. 11, n. 33, p. 387-405, set./dez. 2006
13. QUADROS, R. M. Alfabetização e o ensino de língua de sinais. Mimeo (s/d).
14. QUADROS, R. M., KARNOPP, L. B. Língua Brasileira de Sinais: estudos linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.
15. SILVA, T. T. Documentos de identidade. Uma introdução às teorias do currículo. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.
16. SOARES, M. Alfabetização e letramento. São Paulo: Ed. Contexto, 2003.
17. WILCOX, Sherman; WILCOX, Phillis Perrin. Aprender a ver. Rio de Janeiro: Arara Azul, 2005.
1. BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica. Brasília: MEC, SEB, DICEI, 2003.
2. BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN): terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: língua estrangeira. Brasília: MEC, SEF, 1998.
3. BRITO, L. F. Integração social & educação de surdos. Rio de Janeiro: Babel, 1993.
4. BRITO, L. F. Por uma gramática de língua de sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1995. 273 p.
5. BOTELHO, P. Linguagem e Letramento na Educação de Surdos: ideologias e práticas pedagógicas. Belo Horizonte: Autêntica, 2002.
6. FERNANDES, E. Problemas Linguísticos e Cognitivos do Surdo. Rio de Janeiro: Agir, 1990.
7. GOLDFELD, M. A criança surda: linguagem e cognição numa abordagem sócio-interacionista. São Paulo: Plexus, 1997.
8. KARNOPP, L. B.; QUADROS, R. M. de. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.
9. QUADROS, R. M. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artes Médicas. 1997.
10. QUADROS, R., PERLIN, G. (org.) Estudos Surdos II. Petrópolis: Arara Azul, 2007.
11. QUADROS, R. (org.) Estudos Surdos III. Petrópolis: Arara Azul, 2008.
12. QUADROS, R., STUMPF, M. (org.) Estudos Surdos IV. Petrópolis: Arara Azul, 2009.
13. SILVA, T. T. A produção social de identidade e da diferença. In SILVA, T. (org.) Identidade e Diferença. A perspectiva dos Estudos Culturais. Petrópolis: Vozes, 2000.