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Currículos Ativos – Noturno

Plano de Ensino

Disciplina: EDU319 - ARTE E CULTURA AFRO-BRASILEIRA

Carga horária: 60

Departamento: DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO

Ementa
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A disciplina propõe discutir o conceito de cultura afro-brasileira e sua relação tanto com a ancestralidade e os valores civilizatórios de matriz africana, como também quanto às questões étnico-raciais brasileiras. Objetiva ainda valorizar e problematizar a presença negra no Brasil a partir de suas riquezas culturais, artísticas e filosóficas, dando destaque para as produções contemporâneas de diversas áreas, com destaque para as artes visuais, a filosofia e as artes cênicasafrocentradas. Pretende contribuir para a consolidação da Lei 10.639/03 que determina a inclusão no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira" ao mesmo tempo em que acessar e gerar a produção de novos conhecimentos sobre a temática investigada.

1. Áfricas: geografia, história e culturas;
2. Valores civilizatórios africanos: De que África falamos?
3. Tráfico negreiro e a constituição de uma cultura da diáspora;
4. Etiopianismo, Pan-africanismo e Movimento da Negritude;
5. Elementos para se pensar a cultura afro-brasileira;
6. Corporeidades e religiosidades negras: música, dança e teatro
7. Representações da identidade negra nas artes produzidas no Brasil;
8. Construções sobre o conceito de arte afrodescendente;
9. Visualidades contemporâneas e negritude
10. Arte e Cultura negra na escola: abordagens pedagógicas
ARAÚJO, Emanoel. A mão afro-brasileira: significado da construção artística e histórica.São Paulo: Tenege, 2010.
ARAÚJO, Emanoel (Org.) Textos de negros e sobre negros. São Paulo: Imprensa Oficial/ Museu Afro Brasil, 2011
BERNARDINO-COSTA, Joaze. MALDONADO-TORRES, Nelson. GROSFOGUEL, Ramón (Orgs.). Decolonialidade e pensamento afrodiaspórico. Belo Horizonte: Autêntica, 2018.
CARNEIRO, Sueli. Racismo, sexismo e desigualdade no Brasil. São Paulo: Selo Negro, 2011.
COLLINS, Patricia Hill. Pensamento feminista negro: conhecimento, consciência e a política do empoderamento. São Paulo: Boitempo, 2019.
COLLINS, Patricia Hill. Pensamento feminista negro: conhecimento, consciência e a política do empoderamento. São Paulo: Boitempo, 2019.
GOMES. Nilma Lino. Sem perder a raiz: corpo e cabelo como símbolos da identidade negra. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.
O Movimento Negro educador: saberes construídos nas lutas por emancipação. Petrópolis, RJ: Vozes, 2017.

CARVALHO, Francione O. O conceito de interculturalidade e a mediação cultural na escola. In MARTIS, Mirian C. (Org.). Pensar juntos mediação cultural: [entre]laçando experiências e conceitos. São Paulo: Terracota, 2014.
CARVALHO, Francione Oliveira. TEODORO, Thalita de Cassia Reis. Apartado – sala 23: memórias, afetos e corporeidade negra na formação de professores. Revista Cocar, n. 04, 2017. https://paginas.uepa.br/seer/index.php/cocar/article/view/1549
CESAIRE, Aimé, (1978). Discurso sobre o colonialismo, 1ª Ed. Livraria Sá da Costa Editora, Lisboa.
CHIARELLI, Tadeu. SILVA, Claudinei Roberto da. LOPES, Fabiana. Catálogo Territórios: artistas afrodescendentes no acervo da Pinacoteca. São Paulo: Pinacoteca do Estado, 2016.
KILOMBA, Grada. Memórias da plantação: episódios de racismo cotidiano. Rio de Janeiro: Cobogó, 2019.
MUNAGA, Kabengele.Rediscutindo a mestiçagem no Brasil: identidade nacional versus identidade negra. Belo Horizonte: Autêntica, 2004.