Veículo: G1 – Zona da Mata
Editoria: Notícias
Data: 01/03/2017
Título: Pesquisa da UFJF avalia transtornos psicológicos em professores
Uma tese de mestrado da Faculdade de Psicologia da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) mostrou como professores da rede estadual de ensino da cidade estão desenvolvendo transtornos psicológicos por causa da relação com o trabalho.
O resultado da pesquisa cita a presença da “síndrome de burnout” e depressão nos profissionais, causados por fatores que vão desde sobrecarga de tarefas até violência física e moral.
De acordo com a mestre em Psicologia que desenvolveu o estudo, Márcia Bastos Miranda, a ideia de focar neste assunto surgiu de reclamações de primos e da própria mãe, que são professores e sempre relatavam situações degradantes em salas de aula.
“Antes do mestrado eu já trabalhava também com Psicologia do Trabalho. Pelas reclamações deles, eu comecei a pensar em estudar essa classe, que é tão importante para a formação, e vi que é uma das que mais sofrem com os sintomas”, explicou.
A pesquisa durou aproximadamente um ano. Nesse período, Miranda contatou 46 docentes, usou três instrumentos quantitativos para relacionar os níveis de cada transtorno e fez entrevistas pessoais com alguns deles. Os profissionais reclamaram de baixos salários, falta de valorização e reconhecimento, baixa autonomia, infraestrutura e recursos, indisciplina e falta de interesse por parte dos alunos.
“O meu objetivo era fazer uma correlação, que foi determinada parcialmente. Só que na parte mais importante, que foram as entrevistas, percebi as causas das doenças e como elas podem estar ligadas com o aprendizado. Até que ponto a desmotivação (dos professores) não passa para os alunos, por exemplo? É preciso estudar também essa parte, porque acho que temos muito para fazer e isso (o estudo) pode ser o gatilho para que atitudes sejam tomadas. O problema é real, mas parece que não é tratado de forma séria”, destacou.
Algo comum em boa parte dos professores com distúrbios é a utilização de medicamentos anti-hipertensivos e psicofármacos, muitas vezes sem indicação de especialistas. A mestre ressaltou que, por mais que o tratamento psicoterápico seja difícil, é extremamente importante tê-lo como ponto de partida.
“Às vezes, os professores procuram um psiquiatra direto, que é um profissional muito importante, mas é preciso passar por um psicólogo antes. Existem clínicas que oferecem esses tratamentos de forma gratuita. É um processos lento, (o paciente) não vai melhorar de um dia para o outro, mas se ele reconhecer que precisa de ajuda e insistir naquele tratamento, há grandes chances”, afirmou.
A pesquisa foi realizada em parceria com o Sindicato dos Servidores da Educação do Estado de Minas Gerais (Sind-UTE). De acordo com a diretora da entidade em Juiz de Fora, Victória Mello, os resultados mostram a necessidade de estudar cada vez mais a saúde dos trabalhadores.
“Ela nos procurou e achamos muito interessante a proposta. Os resultados retratam problemas sérios e foi importante que uma pesquisa científica mostrasse isso. Falta estudo na área, mas esta não é uma questão que interessa ao governo divulgar, porque é uma consequência das péssimas condições de trabalho na área”, disse.
De acordo com Mello, o sindicato tem conhecimento dos transtornos, mas encontra dificuldades para ajudar a reverter a realidade. “Essa pesquisa dá visibilidade, porque nós mesmos já sabemos que isso acontece, vemos colegas no dia a dia precisando tirar licença médica, é uma coisa recorrente. Hoje, temos muito pouca possibilidade de ajudar, mas sempre colocamos esta pauta em discussão nas campanhas salariais”, afirmou.
A tese “Saúde emocional de professores das escolas estaduais de Juiz de Fora – MG: burnout, depressão e coping” foi defendida no Programa de Pós Graduação em Psicologia da UFJF.
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Veículo: Tribuna de Minas
Editoria: Cidade
Data: 01/03/2017
Link:http://www.tribunademinas.com.br/docentes-da-ufjf-rejeitam-alteracoes-no-plano-de-educacao/
Título: Docentes da UFJF rejeitam alterações no Plano de Educação
Após ser arquivado no final do ano passado e voltar a tramitar em janeiro a pedido do vereador José Márcio (PV), o projeto de lei que aprova o Plano Municipal de Educação (PME) segue sem condições de ser discutido pelos parlamentares em plenário. Nos bastidores, a peça vem sendo alvo de ponderações. Os questionamentos têm origem, principalmente, por parte de grupos ligados a setores da educação, que criticam as alterações propostas pelo Poder Executivo, que reconfigurou o texto base elaborado durante o Fórum Municipal de Educação, entre junho e dezembro de 2015.
A reportagem da Tribuna teve acesso a um parecer encaminhado aos gabinetes dos vereadores em que profissionais da educação rechaçam boa parte das mudanças. Elaborado por professores da área de “Política educacional, planejamento e gestão educacional e escolar” da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Juiz Fora (UFJF), a avaliação identificou 52 modificações feitas pela Prefeitura no texto original e recomendou que a Câmara rejeitasse mais da metade das alterações, reprovando 28 itens.
Os pontos que foram refutados pelo grupo de docentes da UFJF estão divididos entre 14 das 18 metas que integram tanto o documento original quanto o dispositivo encaminhado à Câmara pela Prefeitura. O tópico que recebeu mais alterações por parte do Poder Executivo é a Meta 14, que trata do “Plano de Carreira do Magistério”. Ao todo, segundo o parecer dos professores, foram 12 alterações apenas neste item. Destas, apenas uma foi considerada adequada pelo grupo, que recomendou a rejeição de outras 11 mudanças.
“As principais alterações ocorreram em estratégias que iam valorizar o profissional do magistério, com mudanças que resultam em uma redação genérica e sem definição sobre a operacionalização das propostas”, aponta André Martins, diretor da Faculdade Educação e um dos docentes que subscrevem o parecer. Segundo André, o documento original está alinhado com os dispostos no Plano Nacional de Educação no que diz respeito à valorização dos profissionais do magistério. “Percebemos que o número de profissionais deixando a educação é grande, assim como a incidência de adoecimentos. O texto base buscou uma valorização ampla, com fomento a salários mais atrativos, motivação do profissional e realização de concurso.” Para o professor tais objetivos foram comprometidos pelas alterações feitas pela Prefeitura na proposição original estão comprometidos.
Entre as alterações efetuadas na Meta 14, que foram questionadas pelos docentes da UFJF, estão pontos como a supressão de texto que pretendia assegurar que os índices anuais de correção do piso nacional do magistério incidissem sobre a remuneração de todos os níveis da carreira. Segundo o parecer, a previsão foi suprimida e deu lugar a substitutivo que prevê “estudos de reestruturação e implementação do Plano de Carreira dos Profissionais de educação” para que “nenhum profissional do quadro do magistério municipal receba vencimento inferior ao piso salarial nacional”.
Entre as considerações dos docentes, as mudanças subvertem o conceito de piso salarial e “buscam desestruturar a carreira, porque não reconhecem os níveis internos de sua estrutura”. O assunto é polêmico e remete à queda de braço mantida entre o Poder Executivo e o Sindicato dos Professores (Sinpro) nas últimas negociações salariais, que, invariavelmente, resultaram em movimentos grevistas. A categoria têm se posicionado contra a manutenção do artigo 9º da Lei Municipal 13.012/2014, que permite ao Executivo conceder reajustes diferenciados àqueles servidores que se encontram com seus salários momentaneamente abaixo do Piso Nacional. O grupo de professores da Faculdade de Educação também pede voto contrário da Câmara a supressões de itens da Meta 14, como a retirada da estratégia que estipula a realização concursos para a contratação de professores de dança e música. O documento é assinado pelos professores doutores André Silva Martins, Geruza Cristina Meirelles Volpe, Paulo Roberto Oliveira Dias e Rubens Luiz Rodrigues.
Também há mudanças consideradas inadequadas pelos professores da UFJF em estratégias constantes das seguintes metas: Ensino Fundamental, Inclusão, Analfabetismo, Formação Continuada, Valorização dos Trabalhadores em Educação, Gestão Democrática, Saúde dos Profissionais da Educação e Financiamento.
24 aprovadas
Das 52 alterações apontadas pelo grupo de docentes, 24 delas receberam avaliações favoráveis – uma delas com ressalvas. Nestes casos, a recomendação direcionada aos vereadores é de que mantenha a alteração proposta pelo Poder Executivo. A maioria destes casos foi considerada como adequações técnicas ou mesmo aperfeiçoamento das proposições originais validadas pelo fórum.
‘Alteração é técnica e respeita competências’
Na justificativa encaminhada à Câmara, a Prefeitura reconheceu que a legitimidade do Plano Municipal de Educação advém de uma construção democrática decorrente de discussões com participação de diversos segmentos da sociedade. O texto que leva a assinatura do prefeito Bruno Siqueira (PMDB) considera que não cabe ao Poder Executivo imprimir modificações na essência da matéria tratada de metas e estratégias estabelecidas durante o Fórum Municipal de Educação. “Todavia é responsabilidade do chefe do Executivo a efetivação do documento através do projeto de lei a ser enviado à Câmara Municipal e, para tanto, deve submetêlo à análise técnica da equipe de suporte, especialmente à Procuradoria Geral do Município”, considera a mensagem.
O texto ainda defende que tal avaliação técnica levou às alterações no texto encaminhado ao Poder Legislativo. “Esclarecemos que foram realizadas modificações principalmente relacionadas à redação, considerando que, durante as votações, a proposta original foi alterada conforme novas propostas e votações, resultando, em alguns casos, numa redação final confusa capaz de gerar ambiguidades”, afirma a justificativa. O documento destaca que uma norma deve ser elaborada com clareza, precisão e ordem lógica. “Posto isto, deixamos claro que as modificações foram realizadas considerando critérios exclusivamente técnicos que não alteraram a essência do documento produzido.”
A própria justificativa do Poder Executivo reconhece “modificações mais efetivas” em três metas – incluindo-se aí, a Meta 14. No texto, o prefeito reconhece que o elemento humano deve ser visto como “o meio mais importante para que a administração escolar cumpra suas funções”. “Todavia, o Plano Municipal de Educação deve tratar a matéria no aspecto macro, pois as metas e estratégias nele previstas atingem a todo o território de forma que inclui a rede pública e privada municipal, estadual e federal de ensino. Diante disto, as estratégias previstas não podem trazer especificidades que fogem à competência do Município, ou seja, devem ser afastadas questões relacionadas a planos de carreira cuja competência municipal, para se fazer cumprir, está restrita ao estatuto dos servidores do magistério municipal sob pena de restar caracterizada uma ingerência na esfera privada ou em outro sistema de ensino (estadual/federal)”, considera a Prefeitura.
Fiscalização
A mensagem ainda destaca, por exemplo, que a competência do Município em relação às escolas particulares pertencentes ao sistema, restringe-se à fiscalização do processo pedagógico e rede física. Desta forma, afirma que a relação de trabalho do professor da rede privada é pela Consolidação
das Leis do Trabalho. “Diante disto, as alterações de redação das estratégias (…) não diminuem em nada o objetivo da meta de valorização do magistério municipal, mas busca adequar a matéria ao instrumento em questão, deixando as especificidades da carreira dos profissionais do magistério da rede pública municipal para o Plano de Cargos, norma que trata especificamente de carga horária, aplicação do piso salarial e progressão de carreira.” A Prefeitura ainda alega que as previsões de natureza remuneratória, bem como as relativas à progressão de carreira e afins, dependem, de “indispensável indicação das fontes de custeio, que possam suportar quaisquer aumentos de despesas”.
Estudos foram feitos a partir de 2014
Além de a análise ponto a ponto das 52 alterações feitas pela Prefeitura com relação ao texto original, o grupo de professores da UFJF também encaminhou à Câmara uma avaliação mais dissertativa do projeto de lei que trata do Plano Municipal de Educação. De acordo com o texto, o intuito é o de “contribuir com os representantes do povo na tomada de decisões sobre o futuro da educação em nossa cidade”. Na conclusão do parecer, os profissionais da educação consideraram que o plano aprovado pelo fórum – sem as alterações propostas pela Prefeitura – estabelece “a afirmação do direito à educação de qualidade através de inúmeras medidas, entre elas, a valorização do magistério”.
Assim, os professores consideram que o projeto de lei encaminhado à Câmara “possui diferenças importantes que destoam da formulação aprovada pela Conferência Municipal de Educação”. Desta forma, os docentes afirmam que os vereadores precisarão optar “pela manutenção dos problemas que impedem os avanços educacionais do município” – com a aprovação na íntegra do texto modificado pela Prefeitura – ou pela “superação de tais problemas com o compromisso com o direito social à educação e a valorização do magistério” – rejeitando as boa parte das mudanças e validando as premissas do documento original aprovado pelo Fórum Municipal da Educação.
Histórico
No parecer, os professores também traçam um histórico de todas as discussões que permearam o atual debate acerca da implementação de um novo Plano Municipal de Educação. As movimentações mais recentes tiveram início em junho de 2014, quando foi homologado o Plano Nacional de Educação (PNE). No mesmo ano, foi instituída uma equipe técnica local, que trabalhou na construção de um diagnóstico sobre o panorama da educação no município e da minuta do decreto e da portaria do Fórum Municipal de Educação. O colegiado foi criado em maio de 2015.
Os trabalhos do fórum seguiram até dezembro daquele ano, com a realização da Conferência Municipal de Educação e de reunião plenária para votação do documento final, que foi aprovado por diversos agentes da educação e da sociedade civil do Município. Após um amplo debate, o texto base do plano foi entregue ao prefeito Bruno Siqueira (PMDB). A proposição revista só foi encaminhada à Câmara em novembro do ano passado e, neste momento, tramita nas comissões do Poder Legislativo juizforano.
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Veículo: Globo Esporte – Zona da Mata
Editoria: Vôlei
Data: 01/03/2017
Título: JF Vôlei confirma jogos em Minas e mira pedreiras antes dos playoffs
A reta final da fase classificatória da Superliga Masculina tem um novo – ou velho – endereço para o JF Vôlei. A três jogos de iniciar a inédita disputa dos playoffs, o time mineiro confirmou nesta quarta-feira que não vai mais levar o jogo com Taubaté, pela última rodada, para Manaus. O anúncio havia sido feito no início do ano e os trâmites chegaram a ser feitos na Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), mas por incompatibilidade de datas o time exercerá seu mando de quadra no ginásio da UFJF.
O diretor técnico do JF Vôlei, Maurício Bara, confirmou a mudança na programação e descartou novidades na estrutura a ser utilizada pelo time para a participação nas quartas de final.
– Os jogos contra Montes Claros e Taubaté serão aqui em Juiz de Fora, assim como todos os jogos até o final da temporada. Qualquer mudança nesse momento de estrutura não tem impacto positivo para nós, acaba ficando num empate. Por exemplo, se levarmos jogo para um ginásio como o do Tupynambás, onde a gente já jogou, ginásio extremamente bom… se eu tivesse certeza que fosse fazer mais cinco, seis jogos, valeria a pena. Mas para um ou dois jogos, só o custo de estruturar, transportar e colocar o tapete com EVA por baixo, que fica um piso espetacular, fica em um custo de R$ 10 mil, que não compensa em relação ao numero de ingressos que formos vender. A mesma coisa a arquibancada do ginásio, que aumentaria de 700 para mil lugares, como já fizemos em outra ocasião, só a montagem da arquibancada dá em torno de R$ 5 mil, o que dissolve em torno do valor do ingresso e não vale a pena em termos financeiros. Você aumenta a capacidade, mas corre risco de ter prejuízo – explicou.
A venda do mando de quadra para Manaus seria uma forma de reduzir despesas e injetar recursos no time. De acordo com a assessoria de comunicação do Governo do Amazonas, o conflito de datas se deu por causa do clássico entre Flamengo e Vasco, pela 25ª rodada do Novo Basquete Brasil (NBB), que será realizado em 11 de março, às 14h, no ginásio Amadeu Teixeira, mesma data e local para onde estava direcionado o jogo da Superliga. Por se tratar da última rodada da fase classificatória da Superliga, JF Vôlei e Taubaté jogarão no mesmo dia e horário de todas as outras equipes: 11 de março, às 21h30.
Com a alteração no local do jogo superada, Maurício e o time voltam as atenções para os próximos objetivos: defender a sexta posição, já que o Minas está apenas um ponto atrás (27 a 26), e usar os difíceis jogos contra Montes Claros, Sesi-SP e Taubaté para entrar forte no mata-mata.
– Agora que chegamos em um patamar não imaginado por muitas pessoas, temos que ir com tudo para essa reta final. Não são fáceis esses jogos. Depois que você conquista um objetivo, tem que ir para outro. Conseguimos nos manter, conseguimos a classificação, agora é a manutenção do sexto, na pior das hipóteses, do sétimo lugar. Sabemos que o Minas tem chance muito maior que a nossa de conquistar três vitórias nesses jogos. Agora a busca é tentar ganhar, causar um desequilíbrio, um desconforto nessas equipes, gerar um momento psicológico para os playoffs, jogos sucessivos com equipes semelhantes, todo mundo muito bem estudado. Estamos confiantes em fazer uma reta final boa e ir para os playoffs com tudo, nada a perder. Já que estamos lá, vamos brigar pela vaga – disse, lembrando que a tabela do Minas tem Maringá, Canoas e São Bernardo.
O JF Vôlei recebe o Montes Claros pela nona rodada do returno da Superliga no sábado, às 18h, no ginásio da UFJF. Os ingressos para a partida já estão à venda a R$ 10 (meia) e R$ 20 (inteira). No dia do jogo, os preços passam para R$15 (meia) e R$ 30 (inteira).
Pontos de venda:
– Ingresso MG – ingressomg.com.br
– Shape Suplementos (Rua Braz Bernardino, 129, e Independência Shopping)
– Shopping dos Clubes (Galeria Bruno Barbosa – Rua Halfeld, 622)
– Sorveteria Sol e Neve (Shopping Jardim Norte)
– Ginásio da UFJF (a partir das 17h de sábado)
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Veículo: Tribuna de Minas
Editoria: Esportes
Data: 01/03/2017
Link:http://www.tribunademinas.com.br/jogo-do-jf-volei-contra-taubate-nao-sera-em-manaus/
Título: Jogo do JF Vôlei contra Taubaté não será em Manaus
O JF Vôlei anunciou na tarde desta quarta-feira (1º) que o duelo com o Funvic Taubaté (SP), válido pela última rodada da fase classificatória da Superliga Masculina e agendado para o próximo dia 11, não irá ocorrer mais em Manaus (AM), como previsto pela equipe após acordo sacramentado ainda em 2016. A partida retorna para o Ginásio da UFJF. A alteração ocorreu por decisão unilateral, como explicou o diretor técnico do time, Maurício Bara.
“O cancelamento veio por um posicionamento do governo do Amazonas que demonstrou inviabilidade do jogo lá. A razão principal foi a justificativa de questões financeiras. Ele arcaria com passagem, hospedagem e resolveu na semana passada oficializar esse cancelamento. Todos foram notificados e tivemos que aceitar”, conta Bara, que ainda avaliou as consequências da mudança.
“Tem dois lados. O negativo é que impacta um pouco financeiramente. Era um orçamento que estávamos contando para abrir novas frentes para o projeto, como a realização de jogos na região Norte até para a próxima temporada. Mas, positivamente, é importante a partida na reta final em casa, guardando energia diante da torcida”, analisa.
O evento não deverá sofrer nova alteração de local. “Acho muito difícil, não estamos trabalhando com essa hipótese, envolve uma logística muito pesada e não há prazo hábil para nada. Estava tudo certo em dezembro, em documento, mas o governo acabou oficializando o cancelamento e tivemos que aceitar.”
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Veículo: Bate Roda
Editoria: Esporte
Data: 01/03/2017
Título: Oito dias para o início da 23ªCompetição Baja SAE BRASIL, em São José dos Campos – SP
Com 88 equipes inscritas de 18 Estados brasileiros mais Distrito Federal (DF), a 23ª Competição Baja SAE BRASIL registrou o maior número de inscrições de sua história, iniciada em 1995 com a realização da primeira competição nacional no bairro do Ibirapuera, em São Paulo.
As provas da edição 2017 serão realizadas de 9 a 12 de março em São José dos Campos, região do Vale do Paraíba, Interior paulista, em área localizada na avenida Cesare Monsueto Giulio Lattes, s/n, bairro Eugenio de Melo, próxima à Fatec local.
Inscreveram-se 1.836 estudantes de engenharia e professores (orientadores), de 81 instituições de ensino superior, reunidos em 88 equipes. Para competir, os universitários terão de projetar e construir os próprios carros, denominados Baja SAE. Além dos protótipos, os estudantes são responsáveis pela administração da equipe e de todo a dinâmica de trabalho, o que inclui parte técnica e também a viabilidade econômica do projeto.
Como tradicionalmente, o Sudeste lidera em número de equipes, com 50 do total de 88 inscritas (25 são do Estado de São Paulo, 13 de Minas Gerais, nove do Rio de Janeiro e três do Espírito Santo.
O Nordeste conta 15 equipes inscritas (quatro de Pernambuco, três para cada um dos Estados da Bahia e Rio Grande do Norte, duas da Paraíba, e uma para cada um dos Estados do Maranhão, Alagoas e Piauí).
A região Sul inscreveu 15 equipes (sete do Paraná, cinco do Rio Grande do Sul, e três de Santa Catarina), Centro-Oeste cinco (três do Mato Grosso do Sul, uma de Mato Grosso e uma do Distrito Federal), e o Norte três (duas do Pará e uma do Amazonas).
Como prêmio, as três instituições de ensino que alcançarem as melhores pontuações na soma geral de todas as provas da competição nacional poderão representar o Brasil na competição da SAE International, nos Estados Unidos, onde o Brasil é tetracampeão.
“As competições estudantis da SAE BRASIL são desenvolvidas para motivar os jovens aspirantes à carreira de engenharia, desafiando-os a gerir projetos em todos os seus aspectos, da gestão administrativo-financeira à inovação”, analisa Frank Sowade, presidente da SAE BRASIL.
Carros – Os veículos Baja SAE são protótipos de estrutura tubular em aço, monopostos, para uso fora de estrada, com quatro ou mais rodas e motor padrão de 10 HP, que devem ser capazes de transportar pilotos com até 1,90 m de altura, pesando até 113,4 kg. Os sistemas de suspensão, transmissão e freios, assim como o próprio chassi, são projetados e construídos pelas equipes, que têm, ainda, a tarefa de buscar patrocínio para viabilizar o projeto.
Histórico
O projeto Baja SAE foi criado na Universidade da Carolina do Sul, Estados Unidos, e a primeira competição norte-americana realizada em 1976. O ano de 1991 marcou o início das atividades da SAE BRASIL, que, em 1994, lançava o Projeto Baja SAE BRASIL e no ano seguinte, 1995, realizava a primeira competição nacional, na pista Guido Caloi, bairro do Ibirapuera, capital paulista. Em 1996 a competição foi transferida para o Autódromo de Interlagos, onde ficaria até o ano de 2002 e depois seguiu para o Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo, em Piracicaba, interior de São Paulo, onde ficou até 2015, passando para o endereço atual – São José dos Campos – em 2016.
23ª Competição Baja SAE BRASIL
Quando: de 09 a 12 de março de 2017
Onde: av. Cesare Monsueto Giulio Lattes, s/n, bairro Eugenio de Melo, São José dos Campos, ao lado da Fatec.
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Veículo: G1 Zona da Mata
Editoria: Notícias
Data: 02/03/2017
Título: UFJF oferece vagas para professores substitutos
Da próxima segunda (6) até sexta-feira (10), a UFJF começa a receber as inscrições para a seleção de professores substitutos. Há 22 vagas em várias áreas, sendo 14 para Juiz de Fora e oito para Governador Valadares. A remuneração varia de R$ 2.236,29 a R$ 5.697,61, de acordo com a titulação do candidato.
Os editais estão disponíveis no site da UFJF.
As vagas em Juiz de Fora são para atuação nas faculdades de Administração e Ciências Contábeis, Comunicação Social, Direito, Educação, Engenharia, Letras e Medicina e para os institutos de Ciências Exatas e de Ciências Humanas.
Já em Governador Valadares, há oportunidades para atuação no Instituto de Ciências da Vida, nos departamentos de Educação Física, Farmácia, Fisioterapia, Medicina, Nutrição e Odontologia.
Cada candidato poderá se inscrever em mais de uma seleção, cabendo a ele a responsabilidade pela verificação da compatibilidade de horários das provas. As datas das provas serão informadas pela banca examinadora logo após sua instalação.
As inscrições podem ser realizadas presencialmente e pelo site da UFJF.
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Veículo: G1 Zona da Mata
Editoria: Notícias
Data: 02/03/2017
Título: UFJF e Ministério Público se unem em projeto para melhoria da saúde
Representantes do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) assinaram nesta quinta-feira (2) um termo de cooperação técnica para desenvolver melhorias na área de saúde da região.
A parceria envolve as faculdades de Administração e Ciências Contábeis e Medicina e deve durar cinco anos.
O projeto pretende avaliar as dificuldades de gestão, que podem impactar no sistema de saúde e, a partir daí, produzir indicadores, análises e fazer uma avaliação comparativa das políticas para a sociedade. A pesquisa científica vai envolver professores, coordenadores e alunos dos cursos envolvidos.
De acordo com o promotor Rodrigo Ferreira de Barros, o trabalho deve mostrar se os problemas enfrentados atualmente são de ordem financeira, apenas, ou se existem falhas na gestão das unidades.
“A ideia é que nós possamos, a partir de um trabalho em conjunto e pioneiro, identificar as causas dessas questões. Mostrar aos gestores públicos por quais razões, por exemplo, nós temos falta de medicamentos nas unidades de saúde, não temos um leito hospitalar para uma demanda de urgência”, explicou.
Barros disse ainda que o trabalho conjunto vai promover benefícios diretos a pacientes de 94 municípios da região. “Tem a linha da pesquisa científica, que vai possibilitar à universidade as apresentações desses estudos, e o outro lado, que é levar para a cidade e para o Ministério Público este conhecimento, de forma que possamos atuar junto aos gestores, viabilizando uma melhoria administrativa e operacional”, contou.
O reitor da UFJF, Marcus David, ressaltou a união entre os poderes públicos para melhorar a sociedade como um todo. “A universidade está cumprindo o seu papel, de levar os seus conhecimentos de forma a contribuir para a sociedade. Também auxilia os próprios grupos de pesquisa a ter conhecimento e melhorar suas pesquisas e, fundamentalmente, permite uma integração profunda com os poderes públicos locais”, afirmou.
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Veículo: Tribuna de Minas
Editoria: Educação
Data: 02/03/2017
Link: http://www.tribunademinas.com.br/ufjf-abre-22-vagas-para-professor-substituto/
Título: UFJF abre 22 vagas para professor substituto
A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) abriu 22 vagas para professores substitutos. Do total de oportunidades, 14 são para atuação em Juiz de Fora e oito em Governador Valadares. A remuneração varia de R$ 2.236,29 a R$ 5.697,61, de acordo com a titulação do candidato. As inscrições poderão ser feitas pessoalmente ou via postal, a partir da próxima segunda-feira (6), e seguirão até o dia 10 de março. As orientações podem ser conferidas no edital disponível no site da instituição.
As vagas, em Juiz de Fora, são para atuação nas faculdades de Administração e Ciências Contábeis, Comunicação Social, Direito, Educação, Engenharia, Letras e Medicina, e para os institutos de Ciências Exatas e de Ciências Humanas. Já em Governador Valadares, há oportunidades para atuação no Instituto de Ciências da Vida, nos departamentos de Educação Física, Farmácia, Fisioterapia, Medicina, Nutrição e Odontologia. Cada candidato poderá se inscrever em mais de uma seleção, cabendo a ele a responsabilidade pela verificação da compatibilidade de horários das provas.
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Veículo: Tribuna de Minas
Editoria: Cidade
Data: 02/03/2017
Título: UFJF e Ministério Público fazem parceria para apurar gargalos na saúde
Com a intenção de apurar as causas de gargalos na área da saúde identificadas pelo Ministério Público Estadual (MPE), como a dificuldade de acesso a leitos de UTIs Neonatais e as falhas na distribuição de medicamentos no SUS, a UFJF e o MPE assinaram um convênio nessa quinta-feira (2). A parceria envolve, em um primeiro momento, as Faculdades de Administração e Ciências Contábeis e de Medicina, que devem produzir indicadores, interpretar os resultados e avaliálos. Com os resultados, o MPE terá condições de indicar formas de trabalho, que possam ser aplicadas para solucionar os problemas. A parceria foi iniciada há mais de um ano, quando começaram as discussões que formataram a colaboração. Enquanto a UFJF ficará responsável pela pesquisa científica, o MPE deve instaurar os procedimentos necessários para viabilizar a coleta de material para análise. A partir da formalização do convênio, de acordo com o promotor e coordenador Regional das Promotorias de Justiça e Defesa da Macrorregião Sudeste, Rodrigo Ferreira de Barros, o trabalho de campo pode ser iniciado.
“O convênio assinado é celebrado para cinco anos, com previsão de várias frentes nas quais podemos atuar junto com o Ministério Público, em busca de soluções para a área de saúde. A ampliação pode se dar por meio da abertura de novas frentes de trabalho. Dessa forma, envolvemos mais grupos de pesquisa, mais estudantes da UFJF e temos a expectativa de que a cooperação possa ser prorrogada por mais tempo”, explicou o reitor da UFJF, Marcus Vinícius David. A primeira frente que deve ser analisada pelo grupo é a dificuldade de acesso da população a procedimentos de pré-natal, inclusive, a ocupação de leitos em UTIs neonatais. Em outra frente, o convênio deve se dedicar à gestão e distribuição de medicamentos, outra fonte de demandas indicada pelo MPE.
“Vivenciamos diariamente uma série de problemas. A pesquisa científica vai identificar quais são as causas e permitirá uma atuação mais qualificada do MPE sobre os pontos que apresentam ineficiência, além de apontar quais procedimentos devem ser adotados para solucionálos”, comentou o promotor Rodrigo de Barros. Ele explica que há um déficit no número de leitos de UTI disponíveis, por exemplo. “O número de pacientes aguardando por esse tipo de atendimento é muito maior do que o de unidades disponíveis.” Do mesmo modo que se faz necessário avaliar como acontece a dispersão de medicamentos, queremos saber se o controle e a aquisição são eficientes e se esses remédios estão chegando para quem realmente precisa, tanto na atenção primária à saúde, quanto nos tratamentos especializados.
O convênio não tem ônus financeiro para nenhuma das partes envolvidas e não possui, por esse motivo, dotação orçamentária. Ele visa ao estudo de 94 municípios da Região Ampliada de Saúde Sudeste, formado pelas microrregiões de Além Paraíba, Carangola, Juiz de Fora, Lima Duarte, Bom Jardim de Minas, Leopoldina, Cataguases, Muriaé, Santos Dumont São João Nepomuceno, Bicas e Ubá.
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Veículo: TV Integração
Editoria: Notícias
Data: 02/03/2017
Título: Bromélias no campus da UFJF são monitoradas como prevenção contra a dengue
Resumo: A Universidade Federal de Juiz de Fora tem 480 bromélias plantadas no campus. Por possuírem em seu centro uma espécie de copo que acumula água, tem sido motivo de preocupação das pessoas que frequentam o campus. Eles temem a proliferação do aedes aegypti . O paisagista da Universidade. Reinaldo Chagas esclarece que as plantas são monitoradas e recebem quinzenalmente aplicação de inseticidas.
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Veículo: Gazeta Online
Editoria: Educação
Data: 03/03/2017
Título: Universidade mineira oferece vagas para professores substitutos
Da próxima segunda (6) até sexta-feira (10), a UFJF começa a receber as inscrições para a seleção de professores substitutos. Há 22 vagas em várias áreas, sendo 14 para Juiz de Fora e oito para Governador Valadares. A remuneração varia de R$ 2.236,29 a R$ 5.697,61, de acordo com a titulação do candidato.
Os editais estão disponíveis no site da UFJF.
As vagas em Juiz de Fora são para atuação nas faculdades de Administração e Ciências Contábeis, Comunicação Social, Direito, Educação, Engenharia, Letras e Medicina e para os institutos de Ciências Exatas e de Ciências Humanas.
Já em Governador Valadares, há oportunidades para atuação no Instituto de Ciências da Vida, nos departamentos de Educação Física, Farmácia, Fisioterapia, Medicina, Nutrição e Odontologia.
Cada candidato poderá se inscrever em mais de uma seleção, cabendo a ele a responsabilidade pela verificação da compatibilidade de horários das provas. As datas das provas serão informadas pela banca examinadora logo após sua instalação.
As inscrições podem ser realizadas presencialmente e pelo site da UFJF.
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Veículo: Super Esportes – Pernambubo
Editoria: Esportes
Data: 03/03/2017
Título: Cruzeiro contra o 2°, clássico e busca por vaga: a rodada dos mineiros na Superliga
A primeira fase da Superliga Masculina de Vôlei vai chegando ao fim. E, apesar de já estarem com as posições praticamente definidas, as equipes mineiras encararão duelos importantes neste sábado, pela antepenúltima rodada.
Soberano, o Cruzeiro encara o vice-líder Sesi, em Contagem. Juiz de Fora recebe o Montes Claros em clássico estadual. Já o Minas visita o Maringá para garantir de vez a classificação para os playoffs.
Veja os destaques de cada partida:
Maringá x Minas – 18h, no ginásio Chico Neto
O Minas vai até Paraná enfrentar o Maringá, dono da terceira pior campanha da Superliga até aqui. Apesar de estar praticamente garantido nas quartas de final da competição, o time do técnico Nery Tambeiro precisa de mais dois pontos para assegurar matematicamente a vaga. Bento Vôlei e Canoas ainda podem ultrapassar a equipe mineira, atual sétima colocada da Superliga.
O líbero Rogerinho pediu atenção ao jogo deste sábado, mas já projeta melhora no desempenho do time nos playoffs.
“Se ganharmos o próximo jogo garantimos a classificação. Quanto mais resultados positivos tivermos, melhor colocado o nosso time terminará essa fase da competição. Todo jogo será uma final. Vamos tentar ajustar ao máximo também o nosso entrosamento”, disse.
Juiz de Fora x Montes Claros – 18h, no ginásio da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
Apesar de favorita, a equipe do Norte de Minas terá duelo duro contra o Juiz de Fora. No primeiro turno, o ponteiro Jonatas Cardoso desequilibrou a partida com 21 pontos e garantiu o triunfo por 3 a 1.
A tendência é outro jogo equilibrado. O Montes Claros ocupa a sexta posição (com 33 pontos), enquanto o Juiz de fora é o sétimo (27) e ainda sonha ultrapassar o rival deste sábado. As duas equipes já estão garantidas nos playoffs, mas lutam para melhorar a posição na primeira fase.
Cruzeiro x Sesi – 20h30, no Riacho
Duelos entre líder e vice-líder costumam ser mais decisivos. Desta vez, a partida é importante, em termos de posição na tabela, apenas para a equipe visitante. Soberano, o Cruzeiro segue invicto e já garantiu a primeira colocação, com 55 pontos. Apenas um ponto à frente do Taubaté (46 contra 45), o Sesi tenta se manter em 2º.
“Quando nós e o Sesi jogamos, é sempre um jogo muito disputado. É um grande clássico do voleibol brasileiro. As equipes se conhecem muito bem, se estudam muito, com grandes jogadores dos dois lados. Agora temos que descansar um pouco e concentrar nossa cabeça neste jogo, pois vai ser ainda mais difícil”, analisou Leal, momentos após a vitória sobre o Montes Claros pela rodada anterior.
Além de liderarem a tabela, Cruzeiro e Sesi também são os melhores nas principais estatísticas da competição. Promessa de grande jogo em Contagem.
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Veículo: Tribuna de Minas
Editoria: Cidade
Data: 03/03/2017
Título: Organização convoca colaboradoras para compor ato do Dia das Mulheres
As organizadoras do ato unificado marcado para a próxima quarta-feira (8), quando a luta das mulheres por igualdade de direitos é lembrada e comemorada, chamam todas as mulheres da cidade para participar da composição da ação, em uma reunião às 18h dessa sextafeira (3), nas escadarias da Câmara Municipal. O objetivo é reunir representantes de organizações, entidades, coletivos e voluntárias em geral para ajudar na organização do ato do dia 8. Com o mote “Nem uma a menos”, a intenção é a adesão ao “Nós paramos”, que é a greve das mulheres pensada a nível mundial para o Dia das Mulheres.
“Nós, mulheres, sofremos muitos ataques aos nossos direitos, então entendemos que, se a nossa vida não é importante, vamos parar nossas atividades. Com isso, vamos mostrar a importância da nossa força de trabalho. Temos não só o ato da quartafeira, mas também diversas outras ações previstas em coletivos, na UFJF, no João XXIII, e em diversos outros meios”, explica Laiz Perrut, participante do Coletivo Maria Maria, um dos núcleos responsáveis pela organização do ato.
“Precisamos de todas as mulheres que possam participar. Que elas estejam conosco na organização, nessa sextafeira (3) e no dia da marcha, na quarta. O ‘Nós paramos’ não é apenas para as trabalhadoras, mas também para atividades domésticas, e a participação nos atos. A marcha em Juiz de Fora começa às 17h, na Praça da Estação, e segue em direção ao Parque Halfeld. Uma parada está programada para a Praça João Pessoa, em frente ao Cine Theatro Central, onde cantoras e artistas da cidade se apresentarão”. Entre elas, estão as cantoras Uiara Leigo e Luísa Moreira e integrantes do Amplitud, com atividades circenses.
Até a marcha, a organização recolhe materiais para as oficinas de batucada, de produção de cartazes, faixas e camisas, como latas de tinta vazias, spray de tinta, tecido chita, tesoura, martelo, canetas e pincéis, camisas, entre outros.
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Veículo: Tribuna de Minas
Editoria: Cidade
Data: 03/03/2017
Link: http://www.tribunademinas.com.br/indicador-aponta-crescimento-de-jf/
Título: Indicador aponta crescimento de JF
O saldo da economia juizforana foi positivo em novembro do ano passado, de acordo com os números do Indicador de Atividade Econômica Municipal (IAEM). Segundo o índice apurado pela Conjuntura e Mercados Consultoria (CMC), projeto de extensão vinculado à Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), a cidade apresentou crescimento da atividade econômica em novembro, se comparado ao mesmo período de 2015.
O resultado favorável no recorte foi beneficiado pelo aumento das exportações e maior geração de empregos no setor agropecuário. Em novembro de 2016, quando comparado com o cenário observado um ano antes, as exportações de produtos manufaturados cresceram 56,35%, enquanto as exportações de minerais aumentaram 28,3%.
Ainda segundo o IAEM, as maiores variações positivas observadas nos municípios alvos do estudo foram registradas em Uberlândia e Juiz de Fora. Nas duas situações, as economias foram beneficiadas pelo aumento das exportações de produtos e maior geração de emprego. Com o resultado, os municípios seguem entre as dez economias mais importantes de Minas Gerais.
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Veículo: Tribuna de Minas
Editoria: Cultura
Data: 03/03/2017
Link: http://www.tribunademinas.com.br/balanco-geral/
Título: Balanço geral
A folia pode ter acabado para o povo, mas agora chegou a hora de quem organiza a festa analisar o que aconteceu e já planejar o carnaval de 2018, procurando aprimorar um dos grandes eventos de Juiz de Fora. O superintendente da Funalfa, Rômulo Veiga, recebeu a Tribuna na tarde de ontem para fazer um balanço do Corredor da Folia deste ano. Ele apontou os principais destaques, como o retorno do desfile das escolas de samba, o sucesso dos blocos de carnaval, os problemas pontuais surgidos durante o evento e também falou sobre os planos do governo municipal para tornar o carnaval ainda maior em 2018.
Segundo Rômulo, o Corredor da Folia em 2017 foi organizado e realizado sob o signo da realidade ainda presente da crise, que forçou uma redução proporcional de 30% no orçamento empenhado para este ano. Ainda com as contas por fechar, foram empenhados pela Prefeitura cerca de R$ 1,725 milhão no Corredor da Folia; em 2015, já acrescentada a inflação medida pelo IPCA, foram gastos R$ 2,3 milhões. Apesar dessa redução considerável, Rômulo Veiga diz que o evento, no geral, ocorreu dentro do planejado tanto em termos financeiros quanto de organização e segurança, entre outros. “O Corredor da Folia teve 95% dos eventos realizados dentro do que esperávamos, com apenas problemas pontuais como os ocorridos com a Banda Trupicada e o Dondocas da Vila, no Monte Castelo no último domingo”, diz.
Sobre o público, as estimativas iniciais apontam que os eventos reuniram cerca de 100 mil pessoas, sendo entre 60 mil e 70 mil nos blocos (30 mil nos blocos tradicionais). “O Parangolé Valvulado reuniu entre 10 mil e 12 mil pessoas; o Meu Concreto Tá Armado, algo entre quatro e cinco mil pessoas; e a Banda Daki, entre três e quatro mil foliões. Nos shows, o do Matheus VK levou 1,5 mil pessoas à Praça Antônio Carlos, o Amigos da Onça, duas mil pessoas, e o Moyseis Marques, 2,5 mil pessoas.”
Com as escolas na Passarela
Um dos principais destaques deste ano foi o retorno do desfile das escolas de samba, ocorrido pela primeira vez no Parque de Exposições e considerado um sucesso pelo superintendente, com um público estimado inicialmente em 11,8 mil pessoas. “É um dos eventos mais importantes para a cidade e muitas comunidades, por ser uma atividade extemporânea que começa meses antes, com a escolha dos enredos, o concurso dos sambas e a preparação do desfile.” A escolha do Parque de Exposições, uma sugestão da Liga Independente das Escolas de Samba de Juiz de Fora (Liesjuf), foi outro ponto indicado como positivo por ir ao encontro da necessidade de encontrar um espaço que evitasse os problemas no trânsito provocados pelo fechamento da Avenida Brasil.
“Muitos ainda cobram o retorno para a Avenida Barão do Rio Branco, mas a cidade cresceu muito, seria impossível fechála. E ela não atenderia às necessidades do folião e do público para o evento, como segurança, acesso e serviços auxiliares como a praça de alimentação e espaço para as Escolas prepararem suas alegorias”, enumera Rômulo. “A mudança ajudou a qualificar o evento, aumentou a integração entre as escolas e seus integrantes e até mesmo entre as próprias agremiações. Antes as pessoas iam embora após desfilarem, agora ficam no Parque de Exposições.
Por um desfile maior e melhor
De acordo com o superintendente, a Liesjuf aprovou o evento no novo local, mas são preciso ajustes na estrutura da passarela e nas áreas de concentração e dispersão, além de facilitar a montagem das alas. A ideia é realizar reuniões para acertar esses detalhes e também buscar formas de financiamento para as escolas que não passem apenas pela Prefeitura.
“Uma opção seria a Lei Rouanet, mas para isso as escolas precisam se adaptar, incluindo projetos sociais, escolas mirins e eventos na comunidade para se adequarem às exigências da lei. Outra opção é um vínculo com a UFJF, o IAD, para a realização de workshops com os carnavalescos para termos uma nova visão sobre como o carnaval pode ser feito. E já estamos conversando com o projeto Gente em Primeiro Lugar, que se interessou em oferecer dançarinos, por exemplo, para as comissões de frente”, ressalta o superintendente.
Um dos temas que ainda geram controvérsia em Juiz de Fora é a antecipação do carnaval na cidade. Rômulo Veiga declara que o tema será debatido, mas acredita que o esquema será mantido exatamente por ser uma ideia que precisa de tempo para amadurecer. “Essa antecipação é interessante para as escolas, que não perdem os foliões que viajam durante os dias oficiais de carnaval. E há, também, a questão econômica, pois o custo do carnaval fica menos oneroso quando é realizado antes. No período oficial, são várias cidades solicitando estruturas para o desfile, banheiros químicos, equipamentos de som, e o custo aumenta. A Polícia Militar também precisa deslocar parte do efetivo para outras cidades”, aponta, destacando que blocos como o Parangolé Valvulado não demonstram interesse em mudar a data de seus desfiles.
Um novo modelo de blocos em 2018
No total, a cidade teve 65 blocos autorizados pela Funalfa, que, de acordo com Rômulo, fizeram a festa sem graves problemas. “A exceção foi um princípio de briga no Bairro Bandeirantes. O maior problema foram alguns blocos ilegais, sendo que dois em especial causaram maior transtorno.” A exemplo das escolas de samba, Rômulo diz que a Funalfa planeja encontrar um novo modelo para financiar os blocos e, assim, permitir uma
estrutura ainda melhor. Segundo ele, a falta de agilidade resultante do processo de licitação para a estrutura dos eventos pode resultar em problemas como o ocorrido com a Banda Trupicada e o Bloco Dondocas da Vila no domingo, em que a empresa responsável pelo som não teria entregue toda a estrutura prevista em contrato, impedindo a realização dos eventos – e a Prefeitura já estuda quais medidas judiciais pode tomar. “Um modelo a ser estudado é o dos blocos do Rio de Janeiro e São Paulo, em que as prefeituras oferecem as estruturas básicas, e os blocos ficam responsáveis por contratar, por exemplo, a sonorização. Conceder incentivos fiscais seria uma forma de agilizar esses contratos. Mas é preciso ver como seria feita essa transição.”
Banda Daki: o desentendimento
Rômulo comentou ainda sobre o problema ocorrido no último sábado com a Banda Daki, em que ele e a figura símbolo do bloco, Zé Kodak, chegaram a se desentender antes do desfile – o que resultou em uma entrevista de Zé Kodak para a CBN na última terça-feira, com diversas críticas à organização do Corredor da Folia. “O custo para o desfile da Banda Daki em 2016 foi de R$ 103 mil, e para manter a mesma estrutura com dois trios elétricos teríamos de gastar R$ 120 mil este ano. Seria impossível realizar o evento da mesma forma, seria muito oneroso empenhar esse valor num evento que atualmente leva três ou quatro mil pessoas, e não mais 20 mil como antigamente”, afirma. “Assim como ocorreu com os outros eventos, tivemos que fazer um corte de 30% – o que daria R$ 70 mil, suficientes para ter o essencial e um trio elétrico. É preciso lembrar que cortamos verbas em todo o carnaval, não apenas na Banda Daki”, justifica o superintendente.
Rômulo acrescenta que houve, a partir de então, alguns desentendimentos, que resultou com o Zé Kodak chegando até o local da concentração, no sábado, com um segundo trio elétrico pago por ele, que não pôde ser utilizado por não ter passado pela vistoria do Corpo de Bombeiros. “Não poderíamos permitir isso, e foi ali que houve uma discussão. Lamento muito, sei como o Zé Kodak é importante para o carnaval e sua paixão pela festa, mas não poderia abrir mão da austeridade.” “Estamos dispostos a ajudar, não queremos que a Banda Daki seja motivo de atrito”, acrescenta Rômulo. “Gostaria de conversar com ele sobre o que a Banda precisa para se adequar aos novos tempos.”
