Veículo: Tribuna de Minas
Editoria: Cidade
Data: 13/08/2020
Link: https://tribunademinas.com.br/noticias/cidade/13-08-2020/consu-aprova-implementacao-de-ensino-remoto-nos-cursos-de-graduacao.html

Título: Consu aprova implementação de ensino remoto nos cursos de graduação

Após mais de 16 horas de reuniões extraordinárias, o Conselho Superior (Consu) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) aprovou, nesta quinta-feira (13), por maioria, a implementação do ensino remoto emergencial nos cursos de graduação. O colegiado de deliberação máxima da instituição já havia autorizado a instituição da modalidade de ensino para a educação básica, no Colégio João XXIII, e para a pós-graduação stricto sensu. Contudo, o teor da resolução que regulamenta a implementação do ensino remoto emergencial será conhecido pela comunidade acadêmica apenas nesta sexta (14), uma vez que “o documento agora passa por uma revisão a ser feita pela Secretaria Geral”, de acordo com a UFJF.

Os conselheiros superiores da instituição reuniram-se, diariamente, desde a última segunda-feira, para aprovar a resolução. Porém, apesar de a implementação do ensino remoto emergencial ter sido aprovada pelos conselheiros, o novo calendário acadêmico ainda será definido pelo Conselho de Graduação (Congrad). Ou seja, até o momento, não há data para a retomada do ano letivo. A UFJF não informou a partir de qual data o colegiado se reunirá para estruturar o novo calendário.

Em meio às discussões para a implementação do ensino remoto emergencial, o Consu aprovou, na última quarta-feira (5), uma série de normas para o desenvolvimento de ações de apoio social e inclusão digital na UFJF – Resolução 32/2020. O documento estabelece, por exemplo, auxílios mensais de inclusão digital e emergencial temporários, avaliados, respectivamente, em R$ 120 e R$ 200. Além disso, a normativa assegura a manutenção de todas as bolsas e os auxílios disponibilizados atualmente a estudantes de graduação, bem como institui uma política de empréstimo de computadores a estudantes socioeconomicamente vulneráveis.

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Veículo: G1 Zona da Mata
Editoria: Educação
Data: 13/08/2020
Linkhttps://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2020/08/13/ufjf-abre-vagas-para-curso-de-graduacao-em-libras.ghtml

Título: UFJF abre vagas para curso de graduação em Libras

Estão abertas na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), três vagas para o curso de graduação em Letras-Libras, conforme edital publicado pela Coordenação Geral de Processos Seletivos (Copese).

Os interessados têm de 18 a 28 de agosto para se inscreverem no processo seletivo, preenchendo o Requerimento de Inscrição e o apresentando juntamente com os documentos pedidos no edital.

A entrega dos papeis pode ser feita pelo e-mail vestibular@ufjf.edu.br, ou presencialmente, na Central de Atendimento (CAT) do campus-sede da Universidade, na Rua José Lourenço Kelmer, Bairro São Pedro, no horário das 9h às 17h.

As vagas são para ingresso ainda neste segundo semestre de 2020, e o resultado será divulgado no dia 3 de setembro, pelo site da Copese.

Também no site, estão presentes as orientações aos alunos selecionados e possíveis alterações no processo seletivo.

As informações também estão disponíveis no site da Coordenadoria de Assuntos e Registros Acadêmicos (Cdara).

Em caso de dúvidas, o contato pode ser feito pelos telefones (32) 2102-3738 e (32) 2102-3755.

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Veículo: G1 Zona da Mata
Editoria: Educação
Data: 13/08/2020
Linkhttps://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2020/08/13/ufjf-aprova-ensino-remoto-emergencial-na-graduacao.ghtml

Título: UFJF aprova ensino remoto emergencial na graduação

A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) divulgou na noite desta quinta-feira (13) a aprovação do ensino remoto emergencial nos cursos de graduação. A decisão do Conselho Superior (Consu) ocorreu após mais de 16 horas de apreciação, debates, acréscimos, alterações e ajustes.

De acordo com a instituição, o documento segue para revisão a ser feita pela Secretaria Geral da UFJF e a previsão é de que a resolução seja publicada nesta sexta-feira (14), quando todo o teor deverá ser disponibilizado.

A minuta foi desenvolvida pela comissão especial que trata do tema e relatada pela pró-reitora de Graduação, Maria Carmen Simões Cardoso de Melo.

Após a aprovação do ensino remoto emergencial, o Conselho de Graduação (Congrad) poderá se reunir para definir o novo calendário acadêmico para a UFJF.

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Veículo: Tribuna de Minas
Editoria: Cultura
Data: 13/08/2020
Linkhttps://tribunademinas.com.br/noticias/cultura/13-08-2020/a-vida-entre-saltos-altos-e-baixos-da-drag-queen-lorna-washington.html

Título: A vida entre saltos altos e baixos da drag queen Lorna Washington

A primeira vez em que calçou sapato de salto alto era uma adolescente com seus 16 anos. Experimentava vestir-se de mulher na Banda de Ipanema. “Nem era Lorna Washington ainda. Era a bicha do leque do Sótão”, conta ela, referindo-se à boate localizada na Galeria Alaska, reduto gay em Copacabana. “Eu era gorda e cabeluda, parecia um urso”, ri, recordando-se que, tempos depois do carnaval passou a fazer dublagens no fim da noite, despretensiosamente. As pessoas passaram a gostar. Parava a festa e todos assistiam. Acabada a música, todos voltavam a dançar. A brincadeira virou profissão e, anos depois, reconhecida em tudo que é canto, a drag queen Lorna Washington precisou substituir o salto por sapatilhas.

A primeira vez em que calçou sapatos baixos para se apresentar tinha menos de 50 anos e lutava contra uma osteomielite provocada pela diabetes, que lhe aterrorizou com a ideia de amputação de uma das pernas, descartada após tratamento alternativo, mas que hoje lhe obriga a usar andador. “Quando me lembrei de Dercy Gonçalves, que parou de usar salto por conta de um problema de coluna que tinha, comecei a usar sapatilhas numa boa. Ela nunca deixou de ser quem era por conta disso. Ela é minha grande musa inspiradora. O importante não é estar, é ser”, reflete a drag queen ícone da noite gay do Rio Janeiro, que participa, nesta sexta (14), às 21h10, como convidada de honra da IV Semana Rainbow da UFJF, no canal do Youtube do evento, discutindo a própria trajetória e a cena gay do país.

Produzido ao longo de dez anos, o documentário “Lorna Washington – Sobrevindo a supostas perdas”, dirigido por Leonardo Menezes e Rian Córdova, estreou na última segunda (10) na programação do Canal Brasil e está disponível nas plataformas de streaming Now, Vivo Play e Oi Play. A produção resgata a efervescência da cena gay no Rio de Janeiro dos anos 1980 e 1990, com Lorna apresentando-se em importantes casas. Com depoimentos de Rogéria, Isabelita dos Patins, Milton Cunha, dentre outros, o filme também revela a rotina simples da drag que interpreta, geralmente em vestidos brilhantes e cheios de plumas, personagens cômicos, além de fazer dublagens de clássicos. “Se não fosse a dureza da vida eu não conseguiria sonhar. É através do sonho que consigo chegar a algum lugar”, filosofa a carioca.

‘Fui picado pelo mosquito da solidariedade’
“Apesar de ter nascido e ter sido criado em Copacabana, só morava lá porque meu pai era porteiro do prédio. Eu dormia na garagem subterrânea do edifício. Eu rezava para não chover, porque quando chovia enchia tudo de água”, conta Lorna Washington. “Dormia no seco e acordava no molhado.” Criança, ria até ver os olhos da mãe, também molhados por ter perdido roupas, móveis e eletrodomésticos. Em seguida a família empilhava o que havia sobrado sobre tijolos, para se precaver de uma próxima chuva. Desde pequena, Lorna aprendeu a se refazer. E faz isso a todo momento.

“Nunca pensei na minha vida que eu fosse ser retratada num filme. Tenho muita gratidão por tudo o que passei, que a cada dia está me moldando um pouco mais. A gente nunca está pronto, vai sempre adaptando-se aos novos tempos”, diz para em seguida narrar o momento exato em que se percebeu potente. Era criança e andava de bicicleta na Avenida Atlântica quando avistou uma mulher chorando no ponto ônibus. Ela havia acabado de receber um telefonema no trabalho contando do filho, que passava mal em casa, no distante bairro de Santa Cruz. “Deixei minha bicicleta no chão e fui para o meio da rua parar o ônibus para ela”, recorda-se. “Passa por cima!”, gritava alguém de dentro do veículo. O motorista não teve coragem e o menino não arredou o pé. Mas o transporte estava lotado e não era permitido seguir de pé. Um segundo ônibus, no entanto, parou para que ela subisse.

“Fui o único que parei de andar de bicicleta. E desde essa época percebi que a gente não podia deixar uma pessoa sofrer e não ser nem solidário. Já que eu não tinha condições de levá-la até Santa Cruz, pelo menos ia ajudá-la a parar um ônibus. Nesse momento percebi que eu tinha alguma coisa para fazer. Fui picado pelo mosquito da solidariedade”, brinca ela, que ainda nos 1980 introduziu-se no movimento de apoio e prevenção ao HIV, mesmo sem ser soropositiva. Agora, durante a pandemia, também se lançou como uma importante voz pela valorização dos profissionais da noite, que tiveram suas rendas afetadas pelo fechamento de casas país afora.

Uma das primeiras drags a aderir ao universo das lives, Lorna arrecada alimentos para a comunidade LGBTQIA+ em suas apresentações. “O governo não quer dar nada para o povo pobre de favela, vai dar para viado, travesti, preto, favelado?”, questiona ela, que também tem seu próprio podcast, o Pod Drag, com entrevistas. Lorna Washington, cujo nome homenageia sua diva Judy Garland, mãe de uma Lorna, e uma amiga que mudou-se para o estado norte-americano de Washington, é conectada. Inicialmente suas lives atenderiam apenas os amigos do Facebook, pessoas que sabia que frequentavam as casas noturnas e não estavam saindo. “Começou a crescer, outras transformistas passaram a fazer suas lives também. Cada um fazendo em suas casas. Acabou virando uma corrente. Esse é nosso norte.”

Programação

IV Semana Rainbow da UFJF

13/08
20h10 – Roda de conversa Empregabilidade LGBTQIA+: olhares para o futuro
20h50 – Empreender LGBTQIA+: Relatos e experiências
21h05 – Projeto Gastromúsica por Tânia Bicalho
21h25 – Projeto Maquiarte
21h45 – Olhar diverso. Mostra dos projetos aprovados nos editais
21h50 – Como podemos te ajudar a empreender? Sebrae Juiz de Fora apresenta estratégias para empreender

14/08
20h10 – Roda de conversa: Patrimônio, memória e tradição LGBTQIA+ em Juiz de Fora
20h50 – Talk show “A hora da rainha”
21h10 – Bate-papo com a drag queen convidada de honra, Lorna Washington
21h25 – Olhar diverso. Mostra dos projetos aprovados nos editais
21h30 – Espetáculo teatral “Stonewall 50, uma celebração teatral”, com o ator Thiago Mendonça

15/08
21h10 – Show com a cantora paulista, Jup do Bairro, apresentando o recém-lançado “Corpo sem juízo”
21h50 – Festa de encerramento: DJs

16/08
Reprise dos melhores momentos

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Veículo: Acessa.com
Editoria: Zona Pink
Data: 13/08/2020
Linkhttps://www.acessa.com/zonapink/arquivo/2020/08/13-semana-rainbow-empregabilidade-comunidade-lgbtqia-tema-debate-nesta-quinta-feira/

Título: Semana Rainbow: empregabilidade da comunidade LGBTQIA+ é tema de debate nesta quinta-feira

Um dos principais desafios da comunidade LGBTQIA+ é a conquista de um espaço no mercado de trabalho. O cenário é causado, muitas vezes, pelo preconceito e pela falta de oportunidade o que obriga essa população a buscar novas formas de se encaixar ou de empreender. Sob essa perspectiva, a programação da IV Semana Rainbow da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) discute nesta quinta-feira, 13 de agosto, o tema “Empregabilidade LGBTQIA+: olhares para o futuro”. As atividades acontecem virtualmente, à partir das 20h, e podem ser acompanhadas no Youtube.

A roda de conversa “Empregabilidade LGBTQIA+: olhares para o futuro” conta com a participação de profissionais que trabalham em ambientes que fomentam a política de inclusão para receber a comunidade LGBTQIA+, como é o caso da gerente de marketing da cervejaria São Bartolomeu, Denylu Costa; da diretora de empregabilidade e qualidade da Câmara de Comércio LGBT da Prefeitura de São Paulo, Fê Maidel; e do líder da rede de diversidade LGBT+ na Dow Brasil, Renan Henrique. A mediação fica sob a responsabilidade do jornalista Talison Vardiero.

A programação também traz a participação de casos de empreendedorismo LGBTQIA+, com profissionais que criaram métodos de revolucionar o mercado por meio de estratégias e criatividade. Há também apresentações dos projetos Gastromúsica e Maquiarte; orientações do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae); além da exibição da mostra dos projetos aprovados nos editais disponibilizados pela organização da Semana Rainbow.

Empreender LGBTQIA+: relatos e experiências

Integrantes da comunidade LGBTQIA+ ganham espaço para relatar métodos diferentes e criativos para promover as diversas formas de empreender. Entre os participantes estão o estudante de jornalismo e digital influencer, Maykon Nutella; e a sommelier de vinho, Nara Cantarutti.

Gastromúsica

Trazendo musicalidade para as questões relacionadas à boa alimentação, a nutricionista, Tânia Bicalho, inova ao criar a Música Popular Nutritiva (MPN). A proposta visa promover saúde, prevenir doenças e valorizar a alimentação por meio de uma forma lúdica. As canções de própria autoria, ou paródias de grandes sucessos, alcançam os mais diversos públicos e os permite ter acesso a informações sobre alimentação saudável, mesmo que de uma forma descontraída e informal.

Maquiarte

A proposta do estudante Leonardo Alberto Lorenzi Neto consiste em uma oficina prática de maquiagem artística ministrada pela drag queen Loren Z. O intuito é mostrar que a arte drag pode e deve ser feita por qualquer pessoa independente de idade, raça, credo ou sexualidade. A performer introduz ao público o uso de materiais simples, por exemplo, papel, cola e tinta, e ensina as técnica por meio de passos rápidos e didáticos, com uma fala divertida e leve.

Quinta-feira, 13 de agosto

Tema: Empregabilidade LGBTQIA+: olhares para o futuro
20h – Abertura
20h05 – Teatro do Indivíduo convida!
20h10 – Roda de conversa Empregabilidade LGBTQIA+: olhares para o futuro
20h50 – Empreender LGBTQIA+: Relatos e experiências
21h05 – Projeto Gastromúsica por Tânia Bicalho
21h25 – Projeto Maquiarte
21h45 – Olhar diverso. Mostra dos projetos aprovados nos editais
21h50 – Como podemos te ajudar a empreender? Sebrae Juiz de Fora apresenta estratégias para empreender

Veja programação completa IV Semana Rainbow da UFJF aqui.

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Veículo: Auto Esporte
Editoria: Carros
Data: 13/08/2020
Linkhttps://autoesporte.globo.com/carros/noticia/2020/08/brasileiro-desenha-fiat-panda-futuristico-ganha-bolsa-mas-nao-tem-dinheiro-para-estudar-na-italia.ghtml

Título: Brasileiro desenha Fiat Panda futurístico, ganha bolsa, mas não tem dinheiro para estudar na Itália

O brasileiro Vítor da Matta Borges, de 26 anos, foi o segundo colocado em um concurso mundial do Instituto de Artes Aplicadas de Turin (IAAD). O concurso consistia em desenhar um Fiat Panda de 2050, levando em conta a história, “analisando o presente e virando de cabeça para baixo o futuro”, segundo o site da instituição.

Vindo de uma família de artistas e marceneiros, Vitor cursou técnico em design de móveis pelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Juiz de Fora (IFET-MG), é Bacharel em Artes e Design pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e agora estuda design na mesma universidade.

Quando entrou na faculdade, ele teve que largar o emprego na área de telemarketing para se dedicar aos estudos com seu professor e orientador de TCC, Róber Dias Botelho. “Ele é um cara que gosta muito de conversar, então eu aproveitei o tempo na faculdade pra conversar muito com ele e com meus parceiros do projeto que ele estava levantando”, diz Vitor.

“Desde antes da faculdade, um professor meu chamado Eduardo Seabra sempre me incentivou muito no automotivo, ele gosta muito do Fiat Uno e comentava comigo o traço de todos os modelos, e sempre me incentivou bastante a entrar nesse mundo automotivo”, conta.

Vitor se dedicou a aprimorar seus estudos em design aproveitando a companhia dos professores da UFJF e entrando em grupos de pesquisa. “Meus professores sempre se colocam a disposição para conversar, o que ajuda bastante”.

Foi em um desses grupos que sua colega lhe mandou um concurso de design de Turin. “Já tinha passado um tempo do início das inscrições, e eu tinha duas semanas para entregar o projeto. Foram duas semanas intensas, mas eu consegui”, comenta ele.

Durante esse período, ele foi orientado por Róber, mas acabou deixando de entrar em contato com o professor por medo de se deixar influenciar. “Eu tinha medo de que ele desse alguma ideia que eu achasse genial e deixasse as minhas de lado”, diz. Só quando Vitor enviou o projeto para ser julgado é que o professor teve contato com o trabalho final.

Uma semana depois, saiu o resultado: o primeiro lugar, um iraniano chamado Hosseininik Seyed Sajad conseguiu uma bolsa de 100% no IAAD. Em segundo, Vitor da Matta, com sua bolsa de 50%. “Fiquei muito feliz, é um grande incentivo para mim, meus colegas e professores e para a universidade pública”, comenta ele.

Mas havia um problema: mesmo com a bolsa de 50%, a viagem e o curso se mostraram caras demais para o estudante de Juiz de Fora. Somente a taxa de inscrição era no valor de 1.200 euros, mais a mensalidade anual, são 3.650 euros. Somando tudo com alimentação e moradia, os 15 meses de Vitor na Itália custarão em torno de R$ 70 mil.

Ele acabou fazendo uma vaquinha virtual para tentar levantar o valor. Mesmo faltando pouco mais de 20 dias para o fim do prazo, ele não desanima. “Estou extremamente feliz com essa conquista, e indo ou não para a Itália sei que muitas coisas boas estão por vir. Meu desejo hoje é poder ajudar estudantes a não desistirem de seus sonhos e de seus estudos”, conclui.

Você pode ajudar o Vitor clicando aqui e ver o projeto dele aqui.

Conceito

O designer Giorgietto Giugiaro é um herói de Vitor. “Foi ele quem desenhou o DeLorean DMC-12. Aí quando eu vi que o conceito era ‘analisando o presente e virando de cabeça para baixo o futuro’, me veio o De Volta Para o Futuro logo de cara”, afirma ele.

Ele buscou se inspirar a liberdade e tranquilidade que o veículo autônomo traz. Os bancos reclináveis visam o maior conforto do motorista e do passageiro, para ver um filme ou aproveitarem a viagem juntos. “Eu estava em um momento da minha vida que eu queria aproveitar esses momentos, então foi bem inspirador”, diz.

Aproveitar o tempo, seja ele nas grandes cidades ou em uma viagem tranquila. Assim foi a inspiração de Vitor Mattar para o Panda do futuro.

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Veículo: Acessa.com
Editoria: Direitos Humanos
Data: 13/08/2020
Link: https://www.acessa.com/direitoshumanos/arquivo/noticias/2020/08/13-engenheiros-sem-fronteiras-abre-selecao-para-novos-voluntarios/

Título: ONG Engenheiros sem Fronteiras abre seleção para novos voluntários

A ONG Engenheiros sem Fronteiras (EsF), projeto cadastrado na Pró-reitoria de Extensão (Proex), da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), está com inscrições abertas para voluntários nos departamentos de Projeto, Gestão de Pessoas, e Comunicação e Marketing. Podem se inscrever, até o dia 24 de agosto, graduandos e graduados de todos os cursos de qualquer instituição de Ensino Superior de Juiz de Fora, com exceção da vaga para assessor de projetos (voltadas especificamente para estudantes e graduados nos cursos de Engenharia e Arquitetura e Urbanismo).

De acordo com a estudante de Engenharia Elétrica e diretora geral da ONG, Joyce Kelly, o membro pode permanecer no núcleo por tempo indeterminado, desde que esteja cumprindo suas funções. “Ao final de cada gestão anual, há um certificado assinado pela Diretoria Geral com o cargo e a carga horária do ano. Atualmente, o núcleo de Juiz de Fora é composto por 30 membros, sendo 29 graduandos e 1 mestrando.”

Devido à pandemia do novo coronavírus, todo o processo seletivo, assim como as atividades desenvolvidas do ESF-JF, estão sendo realizados de forma remota. São cinco etapas obrigatórias, divididas em atividades com prazos estipulados, dinâmicas, desafios e entrevistas. O selecionado deve ter disponibilidade de 12h semanais para realizar as atividades do núcleo, sendo destinadas duas horas ao atendimento presencial na sede (exclui-se o momento de pandemia).

O resultado da etapa de inscrição será enviado por e-mail no dia 26 de agosto, conforme o edital.

Desenvolvimento social

O projeto de extensão “UFJF + Engenheiros Sem Fronteiras: Promovendo o desenvolvimento social” está sendo desenvolvido desde junho de 2019, sob a coordenação da professora Clarice Porto, da Faculdade de Engenharia. Desde então, diversas atividades estão sendo desenvolvidas em benefício à comunidade que se encontra em situação de vulnerabilidade social em diferentes bairros de Juiz de Fora, como Dom Bosco, Centro, São Pedro, Carlos Chagas e Furtado de Menezes.

Em novembro de 2019, a equipe do projeto organizou o VI Congresso Brasileiro dos Engenheiros Sem Fronteiras, que reuniu profissionais e estudantes de Engenharia de todo o país para debater e compartilhar ações da área das engenharias desenvolvidas em benefício da sociedade.

Para a professora do Departamento de Engenharia de Produção e Mecânica, Clarice Porto, o EsF se destaca como instrumento no combate às desigualdades sociais, promovendo a ética e a cidadania. “Durante a permanência no projeto, o estudante passa a se preocupar e a contribuir para o desenvolvimento social, econômico e ambiental da comunidade. O trabalho voluntariado muda a vida do próprio estudante, tornando as pessoas melhores. O senso crítico é estimulado, tornam-se mais éticos, mais envolvidos com as questões sociais.

Núcleo Juiz de Fora

A organização não-governamental Engenheiros Sem Fronteiras utiliza conhecimentos de Engenharia e Arquitetura para melhorar a qualidade de vida de pessoas em situação de vulnerabilidade social. A organização está presente em 65 países e mais de 70 cidades brasileiras. O núcleo Juiz de Fora foi fundado em 2015 por estudantes da UFJF, através de uma arrecadação na porta do Restaurante Universitário. Desde então, estudantes e graduados em Engenharia e Arquitetura já desenvolveram e executaram mais de 70 projetos de forma totalmente voluntária.

O núcleo já fez reformas em escolas, projetos de usucapião, captação de água da chuva, reformas elétricas, implementação de planos de gestão, ações para promover a educação e a sustentabilidade, além de diversas ações sociais e campanhas de arrecadação.

Durante a pandemia o EsF já realizou ações de arrecadação e distribuição de alimentos, produtos de higiene e equipamentos de proteção individuais. Com o apoio de empresas, foram doadas 1.100 máscaras de proteção, destinadas à Sociedade Beneficente Mão Amiga e à Associação de Moradores do Bairro Ipiranga. Outras instituições, como Abrigo Santa Helena, Lar dos Idosos Luiza de Marillac, Amigos Mãos Abertas e Sopa dos Pobres também receberam ao todo 700 máscaras produzidas pela própria ONG.

No total, o EsF já conseguiu doar 633 kg de alimentos, 116 litros de leite, 540 itens de higiene, 29 pacotes de fraldas geriátricas e 1.800 máscaras de pano. A organização mantém ainda atividades remotas no Instituto Mão Amiga e no Centro Cultural e Profissionalizante Amadeu Rossignoli.

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Veículo: Tribuna de Minas
Editoria: Cidade
Data: 14/08/2020
Link: https://tribunademinas.com.br/noticias/cidade/14-08-2020/ufjf-detalha-implementacao-do-ensino-remoto-emergencial.html

Título: UFJF detalha implementação do ensino remoto emergencial

O Conselho Superior (Consu) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) publicou, nesta sexta-feira (14), a resolução responsável por regulamentar a implementação do ensino remoto emergencial, “sob caráter excepcional”, em cursos presenciais da graduação. A Resolução 33/2020 fora aprovada pelo colegiado de deliberação máxima da instituição, nessa quinta, após mais de 16 horas de reunião dos conselheiros superiores. Embora a íntegra da Resolução 33/2020 tenha sido publicada, ainda não há data para a retomada do ano letivo de 2020. Como já informado pela UFJF, a estruturação de um novo calendário acadêmico está a cargo do Conselho de Graduação (Congrad).

Em pronunciamento à comunidade acadêmica, o reitor Marcus Vinicius David indica que a expectativa é de que o ensino remoto emergencial comece no início de setembro. “Agora, o Conselho de Graduação deve se reunir no início da próxima semana para aprovar o calendário. Da parte da Administração central, é importante registrar todos os esforços para a capacitação docente, para garantir duas alternativas de plataforma, legalmente contratadas, todas as tecnologias de assistência estudantil implantadas etc., o Consu já vota as políticas de infraestrutura e biossegurança na próxima semana. Todo esse trabalho que está sendo realizado nos dá total condição, caso o Conselho Graduação assim entenda, de, no início de setembro, dar início a essa modalidade de ensino remoto emergencial.”

Questionada pela Tribuna, a UFJF informa, em nota, que a pró-reitora de Graduação, Maria Carmem Simões, está preparando a convocação do Congrad, mas ainda não definiu a exata data da reunião. De acordo com a Resolução 33/2020, “a primeira quinzena da retomada do calendário acadêmico deverá prever período de acolhimento dos discentes e a retomada do conteúdo acerca do que foi desenvolvido no mês de março de 2020, quando for o caso, ficando vedadas quaisquer atividades avaliativas”.

A ausência de um prazo para retomada das aulas da graduação nos campi Juiz de Fora e Governador Valadares é um dos principais incômodos da comunidade acadêmica, sobretudo dos estudantes. A Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ) e a Universidade Federal de Viçosa (UFV), por exemplo, já definiram datas para a retomada do semestre por meio de aulas remotas emergenciais. Ao passo que a UFSJ retomará o ano letivo em 14 de setembro, a UFV terá o retorno em 31 de agosto.

Excepcionalidade
Apesar de caracterizar o ensino remoto emergencial como “excepcional” e “temporário”, a Resolução 33/2020 não estabelece um prazo final para a sua vigência. Questionada, a UFJF aponta que a excepcionalidade da modalidade de ensino é contemplada pelas considerações enumeradas no próprio dispositivo, como, por exemplo, a declaração de emergência em saúde pública pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Além disso, a Portaria 544/2020, editada pelo Ministério da Educação, que autoriza “a substituição das aulas presenciais por aulas em meios digitais enquanto durar a situação de pandemia do novo coronavírus (Covid-19)”, vincula a adoção do ensino remoto tão somente ao contexto da pandemia.

Moodle e Google Sala de Aula

O dispositivo atribui à Pró-Reitoria de Graduação “a coordenação de ações visando à definição das diretrizes sobre estratégias de ensino-aprendizagem, uso de tecnologias digitais de informação e comunicação, ambientes virtuais de aprendizagem, apoio e inclusão digital com as comissões do Conselho Superior (Consu)”. Além disso, a pasta também será responsável pela “articulação com as demais pró-reitorias e diretorias para a definição das diretrizes gerais para a organização do trabalho docente com uso das tecnologias digitais da informação e da comunicação, ambientes virtuais de aprendizagem, apoio e inclusão digital”. Os ambientes virtuais de aprendizagem citados são as plataformas que serão utilizadas para a implementação do ensino remoto emergencial: Moodle e Google Sala de Aula.

Conforme explica a UFJF, a Moodle já é utilizada pelo Centro de Educação à Distância (CEAD) da instituição, e a Google Sala de Aula é disponibilizada, sem custo, pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e das Inovações. Os professores, os técnicos-administrativos em educação, os alunos e os tutores que atuam diretamente no apoio ao desenvolvimento de disciplinas deverão participar de capacitação de treinamento para o uso destas plataformas digitais. Questionada sobre a oferta da capacitação, a UFJF explica que o treinamento está em processo de construção e “ocorrerá até o início e durante o semestre letivo, acompanhando o desenvolvimento do próprio ensino remoto emergencial”.

A Resolução 33/2020 ainda prevê que a disponibilização de equipes de suporte para a realização do ensino remoto emergencial, nos cursos de graduação, para a utilização das plataformas. Entretanto, algumas disciplinas poderão ser removidas, caso assim entendam os departamentos e as coordenações dos cursos, do primeiro semestre letivo de 2020 em virtude da implementação da modalidade de ensino. “Os componentes curriculares téorico-práticos que não tiverem condições de ser ofertados em formato remoto poderão ser desmembrados, por solicitação do departamento ofertante, excepcionalmente, no Sistema Integrado de Gestão Acadêmica (Siga), de modo que a parte teórica desses seja ofertada remotamente, ficando a parte prática a ser ofertada quando as condições sanitárias e epidemiológicas permitirem a retomada de atividades presenciais”, determina o dispositivo.

Estágio
As atividades acadêmicas presenciais vinculadas à graduação, incluindo os estágios, continuarão suspensos e poderão apenas ser retomados gradualmente quando possível. De acordo com a Resolução 33/2020, o momento adequado para a retomada será definido tanto por diretrizes do Consu quanto pelas orientações do Comitê de Monitoramento e Orientação de Condutas sobre o Novo Coronavírus, do Comitê Administrativo e da Comissão de Coordenação das Ações de Enfrentamento do Covid-19, todos colegiados da própria UFJF.

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Veículo: Tribuna de Minas
Editoria: Cultura
Data: 14/08/2020
Link: https://tribunademinas.com.br/noticias/cultura/14-08-2020/poetica-e-incisiva-jup-do-bairro-canta-seu-album-corpo-sem-juizo-na-semana-rainbow.html

Título: Poética e incisiva, Jup do Bairro canta seu álbum “Corpo sem juízo” na Semana Rainbow

É em Espinoza, o pai da filosofia moderna, que Jup do Bairro encontra uma inquietação que persiste séculos a fio. “Ainda não sabemos o que pode um corpo”, disse ele e reforça ela. “Quanto mais busco exclamações, mais interrogações me surgem”, reflete a cantora e performer que se apresenta no último dia da Semana Rainbow da UFJF, neste sábado (16), às 21h. No dia seguinte, o evento, em formato virtual, transmitido por seu canal no YouTube, exibe os melhores momentos da edição que iniciou na segunda (10). Lançando seu trabalho de estreia, “Corpo sem juízo”, Jup canta o corpo, as possibilidades e a liberdade. Profundamente poética, “Transgressão”, a música que abre o álbum disponibilizado nas plataformas de streaming há algumas semanas, disseca a dor do corpo que pode ser prisão. “Me deixa voar, me deixa voar, ah ah”, entoa, em sua voz grave, reivindicando a borboleta que reside nesse “corpo-casulo”.

“Existem inúmeros tipos de mortes. Algumas delas que melhor consegui identificar são mortes físicas e mortes existenciais. As dores de ser uma pessoa que nasce sem existência e morre como se nunca tivesse existido… Muitos tipos de mortes persistem na teoria existencialista, ou não, assim como seus homicidas, o que amola a faca e o que enfia a faca. Também há mortes de quem já fomos e o nascimento de quem estamos nos tornando. A partir de informações e novas concepções, nos é concedida a oportunidade de mudança, de não sermos quem éramos e buscarmos a evolução enquanto indivíduos e sociedade”, observa a cantora, em entrevista à organização da Semana Rainbow da UFJF, sobre a tônica de um trabalho tão amadurecido quanto denso.

“Quando saber que um corpo abjeto se torna um corpo objeto e vice-versa?”, indaga Jup no poema “O que pode um corpo sem juízo?”, segunda faixa do disco. “Não somos definidos pela natureza assim que nascemos. Mas pela cultura que criamos e somos criados. Sexualidade e gênero são campos abertos”, responde em seguida a cantora, que reconhece a intimidade do trabalho. “Mexo em feridas ainda frescas, causo um autodesconforto, mas devolvo de maneira necessária para o público. Por isso é um EP biográfico, mas não só, pois devolvo a responsabilidade de sentirem comigo aquelas palavras. Há composições e decomposições de mais de dez anos e canções que escrevi durante a execução.”

‘Ao menos serei enterrada como me identifiquei em vida’
Para criar “Corpo sem juízo”, Jup diz ter seguido a mesma defesa contra definições. Ouviu Rage Against the Machine, Slipknot (que, inclusive, cita), Björk e também Cartola e o forró dos Magníficos. Amiga íntima e backing vocal da cantora Linn da Quebrada, ela trafega por estilos na fluidez própria da vida, norteando-se, apenas, no acolhimento do que acredita imprescindível ao debate. “Precisamos falar sobre saúde mental, precisamos falar sobre a população preta, sobre a população T, sobre sexo, sobre economia periférica, sobre ser e não necessariamente estar. Precisamos falar sem culpa”, reivindica.

Incisiva, Jup defende a liberdade de ser. A sua e a de todos e todas. “O meu corre é me entender nesse plano, o mínimo e o máximo que eu puder, nessa contradição mesmo. Entender maneiras de fazer a barriga parar de roncar, buscar formas de inventar um lugar que me caiba e aprender a pensar no futuro como uma extensão do presente e que meu corpo é digno disso. A população preta e T ainda não consegue pensar em futuro, pois ainda pensamos na sobrevivência. Viver não pode ser isso”, aponta ela, na defesa de que outros e outras possam adotar a identidade com que se identificam. A sua é Jup do Bairro, uma apropriação do que lhe foi apresentado como ofensa.

Quando começou a se apresentar no Centro de São Paulo, era apenas Jup, a única que tomava o coletivo em direção ao bairro, enquanto todos os outros seguiam para o sentido Centro. Um grupo conservador expôs um texto de Jup, no qual ela narrava sua vivência, e, em tom pejorativo, apontou: “Olha como sofre a Maria do Bairro!”. Aquele passou a ser o nome artístico daquela que conquistou o direito a ler nos próprios documentos o Jup com que se apresenta. “Sei que eu continuaria sofrendo com a padronização compulsória, que esse papel não me traria maior passabilidade, que encontraria as mesmas dificuldades e constrangimentos ao usar um banheiro público. Mas foi a única maneira de nomear o meu território, o meu corpo. Sei que não serei lida enquanto signo feminino pela ótica patriarcal e conservadora, mas hoje sou a Jup perante uma Constituição que assegura a garantia de que ao menos serei enterrada com o nome e gênero que me identifiquei em vida.”

Programação
IV Semana Rainbow da UFJF

14/08
20h10 – Roda de conversa: Patrimônio, memória e tradição LGBTQIA+ em Juiz de Fora
20h50 – Talk show “A hora da rainha”
21h10 – Bate-papo com a drag queen convidada de honra, Lorna Washington
21h25 – Olhar diverso. Mostra dos projetos aprovados nos editais
21h30 – Espetáculo teatral “Stonewall 50, uma celebração teatral”, com o ator Thiago Mendonça

15/08
21h10 – Show com a cantora paulista, Jup do Bairro, apresentando o recém-lançado “Corpo sem juízo”
21h50 – Festa de encerramento: DJs

16/08
Reprise dos melhores momentos

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Veículo: Tribuna de Minas
Editoria: Cultura
Data: 14/08/2020
Linkhttps://tribunademinas.com.br/noticias/cultura/14-08-2020/forum-da-cultura-comemora-on-line-o-dia-do-folclore.html

Título: Forum da Cultura comemora on-line o Dia do Folclore

O Museu de Cultura Popular da UFJF, que integra o Forum da Cultura da UFJF, iniciou esta semana uma série de postagens em suas redes sociais para celebrar o Dia do Folclore, comemorado no próximo dia 22. Serão feitas postagens nos perfis do Facebook e Instagram (@forumdaculturaufjf) com o objetivo de resgatar histórias, curiosidades, danças e brincadeiras ligadas ao folclore, termo usado para identificar o conjunto de costumes, crenças, lendas, contos, brincadeiras e conhecimentos que caracterizam um povo.

A primeira semana de publicações trata do significado do folclore ao abordar suas origens e características; a semana seguinte, entre segunda (17) e sexta-feira (21), será dedicada às danças folclóricas brasileiras, oferecendo ao público informações e imagens das peças do acervo do Museu de Cultura Popular da UFJF; já a última semana, entre os dias 24 e 28, será dedicada a resgatar as principais lendas do folclore brasileiro, destacando a influência das culturas  indígena, africana e europeia.

Uma novidade para as comemorações deste ano são as postagens com tutoriais que ensinam o processo de criação por meio da dobradura de papel de personagens da cultura popular como o Boitatá, Saci-Pererê, Curupira e Boto Cor-de-Rosa.

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Veículo: G1 Zona da Mata
Editoria: Noticias
Data: 15/08/2020
Linkhttps://tribunademinas.com.br/noticias/cultura/14-08-2020/forum-da-cultura-comemora-on-line-o-dia-do-folclore.html

Título: UFJF divulga regulamento do ensino remoto emergencial dos cursos de graduação

A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) divulgou na noite desta sexta-feira (14) o regulamento do ensino remoto emergencial dos cursos de graduação. A aprovação da modalidade foi realizada pelo Conselho Superior (Consu) na última quinta-feira (13).

Os detalhes para realização do ensino remoto emergencial foram publicados na Resolução n° 33/2020. “O ensino será adotado como uma alternativa que tem como princípios a qualidade acadêmica, a inclusão, as condições de trabalho e a vigência emergencial”.

De acordo com a UFJF, a modalidade será desenvolvida de maneira temporária, com o intuito de desenvolver as atividades acadêmicas curriculares com mediação pedagógica, a partir da utilização de tecnologias digitais de informação e comunicação.

A metodologia visa à retomada das atividades acadêmicas curriculares do ano letivo de 2020. A data de início ainda não foi divulgada e será definida de acordo com Calendário Acadêmico a ser aprovado pelo Conselho Setorial de Graduação (Congrad).

Na primeira quinzena da retomada será o período de acolhimento dos estudantes e a retomada do conteúdo desenvolvido no mês de março de 2020, quando for o caso, ficando vedadas quaisquer atividades avaliativas, como provas e demais trabalhos com este objetivo.

Disciplinas oferecidas
Os departamentos e coordenações de curso serão responsáveis por definir quais atividades acadêmicas curriculares continuarão a ser ofertadas no primeiro período letivo de 2020 e quais serão retiradas e acrescidas durante a modalidade remota emergencial.

Departamentos e coordenações também serão responsáveis pela definição dos planos de ensino das atividades; pela alteração de pré-requisitos estabelecidos no projeto pedagógico do curso (PPC); e pela mudança da carga horária prática dos componentes curriculares teórico-práticos estabelecidos no PPC, mantendo a carga horária total.

Também caberá aos mesmos a implementação de ações que favoreçam a integralização dos cursos, priorizando-se os estudantes concluintes, além do planejamento de atividades de acolhimento aos calouros e do acompanhamento da implantação e execução do ensino remoto emergencial.

Processo pedagógico
De acordo com a Resolução, é responsabilidade de cada professor conduzir o processo pedagógico, disponibilizando o plano de curso no ambiente virtual de aprendizagem, na semana seguinte ao término do período de acolhimento.

O plano deve prever as atividades no formato remoto, com distribuição da carga horária entre atividades simultâneas, quando houver, e não simultâneas, consideradas prioritárias.

Os professores também devem apresentar o ambiente virtual de aprendizagem a ser adotado, dentre as opções institucionais indicadas pela UFJF: as plataformas Moodle, já em operação nos cursos do Centro de Educação a Distância (Cead), e Google Sala de Aula, disponibilizada sem custo pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa.

A resolução prevê ainda que deve ser dada preferência a referências bibliográficas contidas no acervo digital já disponível na UFJF e aos materiais com licença livre ou domínio público. Excepcionalmente durante o período de ensino remoto, poderá haver substituição temporária das bibliografias adotadas originalmente nas disciplinas. O professor, porém, não poderá exigir dos alunos a leitura de material bibliográfico que não esteja disponível eletronicamente e deverá fornecer material em formato digital alternativo para os discentes acompanharem a disciplina.

Atividades simultâneas
As atividades simultâneas deverão ocorrer nos mesmos dias da semana, horários previstos e cadastrados no Siga, de acordo com o Plano Departamental, ou em dias e horários acordados entre os professores e todos os alunos da disciplina.

Diante disso, não poderá ocorrer sobreposição de horários com outras disciplinas obrigatórias do mesmo período e o turno de oferta do curso deverá ser respeitado.

As atividades de ensino e aprendizagem simultâneas previstas como obrigatórias do plano de curso da disciplina deverão ser gravadas pelos docentes responsáveis e disponibilizadas posteriormente em ambiente virtual de aprendizagem.

A resolução proíbe a cópia, edição, adição, redução, exibição e difusão pública das imagens e do conteúdo oral e escrito das aulas, além de vedar a transmissão, troca e empréstimos a terceiros.

A apuração da frequência dos alunos ocorrerá a partir da participação nas atividades propostas e entrega de trabalhos nos prazos definidos no plano de curso divulgado pelo professor.

Trancamento de matrículas
Durante período de vigência da resolução, os estudantes poderão requerer trancamento total ou parcial de matrícula, justificando a impossibilidade de acompanhamento das atividades remotas, sem necessidade de documentação comprobatória.

Durante os períodos de oferta de ensino remoto emergencial, os estudantes de graduação poderão cancelar matrículas sem a exigência de manutenção de inscrição em um número mínimo de carga horária.

A resolução também garante o acréscimo automático, de quantos períodos letivos forem ofertados em ensino remoto emergencial, ao tempo máximo de integralização de curso, para fins de cômputo de permanência, previsto no Regulamento Acadêmico da Graduação.

O documento ainda concede autorização para flexibilização do número de trancamentos por disciplina ou atividade acadêmica.

Os estudantes terão ainda a oportunidade de se matricularem em outras atividades acadêmicas curriculares, desde que haja disponibilidade de vagas. As novas matrículas ocorrerão em período de ajuste pela coordenação do curso, a ser definido no novo calendário acadêmico.

O documento recomenda, no entanto, que o estudante não ultrapasse 50% da carga horária prevista por período letivo em disciplinas ou outras atividades acadêmicas curriculares, excetuando-se os trabalhos de conclusão de curso e estágios, quando for o caso.

Atividades de ensino presenciais
As atividades acadêmicas presenciais de ensino de graduação, incluindo o estágio, e as atividades administrativas delas resultantes, permanecem suspensas e só poderão ser retomadas gradualmente, quando possível.

Quaisquer atividades presenciais autorizadas deverão cumprir todos os protocolos de biossegurança de acordo com cada área, no sentido de proteção da vida e da saúde do trabalhador, enquanto durar a recomendação do Comitê de Monitoramento e Orientação de Condutas sobre o novo Coronavírus.

Em consonância com a especificidade das atividades relativas aos estágios dos cursos de Licenciatura, da dificuldade vivenciada para oferta de campo escolar de estágio para trabalho remoto, da dificuldade para compor a relação orientação-supervisão, permanecem suspensas as atividades teórico-práticas de estágios nos cursos de Licenciatura presenciais.

Cursos com estágio autorizados
Dada a especificidade das oportunidades formativas, contribuições e demandas assistenciais, as atividades presenciais de estágio e internato dos cursos de Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Medicina, Medicina Veterinária, Nutrição, Odontologia e Jornalismo, no campus Juiz de Fora; e Farmácia, Fisioterapia, Medicina, Nutrição e Odontologia, no campus de Governador Valadares, poderão, a critério dos órgãos colegiados desses cursos, ser realizadas enquanto durar o ensino remoto emergencial, sendo condicionadas à aprovação pelas Comissões Orientadoras de Estágio dos cursos, Colegiados de Curso, Departamentos, Conselho de Unidade e Comitê de Monitoramento e Orientação de Condutas sobre o Novo Coronavírus.

O documento permite, porém, a oferta remota das orientações e atividades de estágio programadas para concluintes que estejam em seu último período de estágio e para os procedimentos de equiparação.

Confira a íntegra da Resolução 33/2020 do Conselho Superior.