Veículo: Os Divergentes

Editoria: Brasil

Data: 07/08/2020

Link: https://osdivergentes.com.br/outras-palavras/com-100-mil-mortes-pela-covid-19-a-indiferenca-contagia-os-politicos/

Título: “Com 100 mil mortes pela covid-19, a indiferença contagia os políticos”

Enquanto o número de vítimas não para de subir, comércio e escolas abrem sem testagem em massa e planejamento. O descaso de Bolsonaro, que manteve a popularidade, é modelo para governadores

Essa semana o Brasil deve chegar a triste marca de mais de 100 mil mortes por covid-19. É como se toda população da cidade de Mairiporã, no interior de São Paulo, tivesse sido dizimada em poucos meses. De acordo com o IBGE, dos 5.570 municípios brasileiros, apenas 324 possuem mais de 100 mil habitantes – incluindo as grandes metrópoles como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador. É uma tragédia sem precedentes. Enquanto isso, o que fazem os governos (federal, estaduais e municipais)? Reabrem comércios, restaurantes, pontos turísticos e escolas.

O que norteou as  decisões para reabrir o comércio foi a pressão dos empresários, sufocados com as contas.  A testagem em massa, que deveria ser o fator de orientação aos governantes nessa hora, está sendo totalmente ignorada.

Os especialistas garantem que somente por meio da testagem em massa o país poderá controlar a pandemia, que cada dia fica mais descontrolada com pessoas se aglomerando nas ruas, nas filas de bancos em busca do auxílio emergencial, nos bares, nas praias, nos transportes públicos e nos hospitais.

Por falta de testes há estudos indicando que o número de infectados nos Brasil pode ser de oito a dez vezes maior do que a quantidade de diagnósticos divulgados oficialmente pelo Ministério da Saúde.

Os estudos foram feitos por uma equipe de pesquisadores do programa de pós-graduação em modelagem computacional da UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora) e do Cefet (Centro Federal de Educação Tecnológica) de Minas Gerais, e divulgados pela imprensa no início de junho. Se estiverem certos, o Brasil já tem quase 30 milhões de infectados.

Se o país tivesse feito o dever de casa, talvez os números de infectados e mortos pelo coronavírus não fossem tão elevados. Apesar de a doença ter sido registrada no Brasil em fevereiro, portanto, depois da tragédia na Europa, sobretudo na Espanha e na Itália, não houve planejamento para enfrentar a pandemia.

Sem a coordenação do governo federal, governadores e prefeitos agiram e continuam agindo de forma isolada. O ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, até tentou, mas foi fortemente boicotado pelo próprio chefe. Nem preciso lembrar aqui tudo que foi dito e feito ao longo do período em que Mandetta esteve à frente da pasta.

Sem um planejamento central, as ações locais se tornaram insuficientes para enfrentar a doença. Aliada a isso, existe a ganância de alguns em se aproveitar do momento para desviar recursos da saúde. Receita perfeita para o caos.

O resultado é que a situação do Brasil hoje é única no mundo. Ao contrário do que ocorreu na maioria dos países, onde a doença atingiu um pico e depois entrou em curva descendente, aqui não. Os casos seguem em alta há semanas e a tal da curva descendente nada de aparecer.

O mais preocupante é que não há uma luz em curto prazo. A esperança, especialmente para aqueles que fazem parte do chamado grupo de risco, é a vacina. Mas até que os testes acabem e todos tenham acesso a ela ainda existe um longo caminho a ser percorrido.

Bolsonaro, mais preocupado com a reeleição, só pensa em criar um “bolsa família” pra chamar de seu e assim ganhar o apoio do eleitorado, até pouco tempo fiel à Lula. Com relação à doença, mesmo depois de infectado, continua a defender o uso da cloroquina como solução mágica para a covid e mantém a frente do Ministério da Saúde um interino há quase três meses. Em sua habitual live às quintas-feiras em redes sociais, Bolsonaro fez um registro desse momento. “A gente lamenta todas as mortes, está chegando a 100 mil, vamos tocar a vida e buscar uma maneira de se safar desse problema”. E seguiu com as sandices de sempre como se água de coco substituisse o sangue nas veias.

No final de abril, quando o Brasil passou dos cinco mil mortos pela covid-19, escrevi aqui n’Os Divergentes, que aqueles cadáveres pertenciam à Bolsonaro. Mantenho minha opinião, apenas amplio a lista de responsáveis pelos mortos incluindo governadores e prefeitos.

Vendo que o comportamento indiferente do presidente da República em relação às vítimas não lhe trouxe perdas significativas junto à população, os governantes estaduais e municipais começaram a se desvencilhar das responsabilidades e defender não apenas a reabertura indiscriminada dos estabelecimentos comerciais, mas até tratamentos bizarros para a covid.

Foi o caso do prefeito de Itajaí-SC, Volnei Morastone, que essa semana virou notícia nacional ao anunciar o uso de ozônio via retal para curar a covid. O mais grave é que os defensores do tratamento alternativo foram recebidos no Ministério da Saúde, assim como uma eleitora de Bolsonaro que disse ter recebido de Deus a revelação de que o alho seria a cura para a doença.

Do jeito que a coisa vai, meu medo é que Bolsonaro convide o prefeito de Itajaí para ministro da Saúde. Assim ele aplicará na prática o que os governantes brasileiros vêm fazendo há anos com o povo brasileiro…

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Veículo: G1 Zona da Mata

Editoria: Educação

Data: 07/08/2020

Link: https://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2020/08/07/ufjf-estabelece-novas-acoes-de-apoio-social-e-inclusao-digital.ghtml

Título: “UFJF estabelece novas ações de apoio social e inclusão digital”

Medida garante a manutenção de todas as bolsas e auxílios aos estudantes de graduação. Veja mais informações.

O Conselho Superior (Consu) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) aprovou nessa semana, a Resolução 32/2020 que estabelece normas para o desenvolvimento de ações de apoio e inclusão digital durante a suspensão das atividades presenciais por causa da pandemia do novo coronavírus.

Segundo a instituição, a decisão atende à necessidade de manutenção das políticas de práticas afirmativas e de inclusão, que determinam o acesso e a permanência nas universidades públicas de pessoas pertencentes a grupos sociais historicamente invisibilizados, como negros, indígenas; mulheres; LGBTQIA+; e pessoas com deficiência.

O documento garante a manutenção de todas as bolsas e auxílios aos estudantes de graduação, que possuam avaliação socioeconômica realizada pela Pró-Reitoria de Assistência Estudantil (Proae), e aos alunos da educação básica, avaliados pelo Núcleo de Apoio Escolar do Colégio de Aplicação João XXIII.

De acordo com a UFJF, a medida também concede a oportunidade para que novos discentes tenham acesso aos programas de bolsas e auxílios por meio dos editais de fluxo contínuo.

A resolução também cria um auxílio de inclusão digital, no valor de R$ 120 mensais para estudantes da educação básica, da graduação e da pós-graduação stricto sensu. O benefício será destinado àqueles que têm renda per capita de até um salário mínimo e meio e que estejam devidamente matriculados.

Ampliação de bolsas

A Universidade ainda divulgou a criação de um auxílio emergencial temporário, mensal, no valor de R$ 200, aos alunos que participam do sistema de bolsas e auxílios da Proae e do Núcleo de Apoio Escolar do Colégio de Aplicação João XXIII.

A iniciativa prevê ampliação dos recursos destinados ao Núcleo de Apoio à Inclusão (NAI) para aquisição de materiais de tecnologia, informação e comunicação; equipamentos de tecnologia assistiva; e para a obtenção de novos bolsistas.

Conforme o pró-reitor de Assistência Estudantil, Marcos Freitas, os recursos para a viabilização dessas propostas têm duas fontes centrais.

“A primeira delas vem do Restaurante Universitário (RU) por conta da diminuição das refeições oferecidas. Com isso, houve uma redução de gastos da Universidade e, atualmente, essa é a nossa principal fonte de renda. Já a segunda, trata-se da decorrência da não possibilidade de continuarmos pagando o auxílio-transporte, visto que, as atividades presenciais foram suspensas. Além dessas, também há o restante de uma pequena quantia das bolsas Pnaes, que somado com o recurso vindo do RU, vai nos permitir bancar as ações da resolução”.

Próximos passos

Ainda segundo Marcos Freitas, a partir da criação da resolução, a comissão continua discutindo os próximos passos a serem dados para o bom funcionamento das medidas aprovadas no documento.

“Inicialmente, priorizamos as ações que demandam de desdobramentos, como os editais, licitações para a compra de materiais e a distribuição dessas bolsas. Agora retomamos em discussões sobre outros temas, por exemplo, as questões relacionadas a adequação do trabalho dos professores e da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas”.

Os procedimentos previstos na resolução serão adotados em caráter excepcional e de acordo com a disponibilidade orçamentária da UFJF, nos termos de editais e portarias a serem expedidas pela Proae, durante o período do estabelecimento das atividades de ensino remoto emergencial na Universidade.

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Veículo: Tribuna de Minas

Editoria: Cultura

Data: 07/08/2020

Link: https://tribunademinas.com.br/noticias/cultura/07-08-2020/festival-de-musica-colonial-e-musica-antiga-tera-edicao-on-line-em-2020.html

Título: “Festival de Música Colonial e Música Antiga terá edição on-line em 2020”

Evento acontece em novembro com dez apresentações gravadas e sem oficinas

A 31ª edição do Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga,  programada para julho e cancelada devido à pandemia do novo coronavírus, será realizada de forma on-line entre 21 e 30 de novembro. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (7) pela Pró-Reitoria de Cultura da UFJF (Procult). O Festival terá dez concertos gravados, sendo oito especialmente para o evento e outros dois gravados em outubro para a sexta edição do Festival Internacional de Órgão de Vila Nova de Famalicão e Santo Tirso, de Portugal, posteriormente transmitidos na programação do Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga.

A programação, ainda semhorário definido, terá as apresentações do cravista Edmundo Hora; dos chilenos Cristián Gutiérrez, Luciano Taulis e Antonia Sanchez (alaúde, viola da gamba e oboé barroco); dos duos de cravo e flauta doce Cláudio Ribeiro e Inês d’Avena; de alaúde e flauta doce com Giulio Quirici e Isabel Favilla; de cravo e canto com Marco Brescia e Rosana Orsini; do trio de cravo, viola da gamba e alaúde formado por João Rival, Alon Portal e Beto Caserio; do trio de flautas doces com Cesar Villavicencio, Paula Callegari e Guilherme dos Anjos; e de danças barrocas com Clara Couto, Maíra Alvez, Osny Fonseca e Raquel Aranha.

Já o festival português vai ceder as apresentações do organista italiano Giulio Mercati, na Igreja Matriz de São Mamede de Ribeirão, e do também organista Marco Brescia com o Cuarteto Alicerce, de Santiago de Compostela (Espanha) na Igreja Matriz de São Martinho do Campo. Antes de cada apresentação, haverá contextualização histórica feita pelo professor de Música da UFJF Rodolfo Valverde.

Em matéria publicada no último mês pela Tribuna, a organização do evento já havia confirmado a possibilidade do festival on-line no ano em que ele completa seu 30º aniversário e também o que poderia ser realizado conforme a programação tradicional do evento, que vai além das tradicionais apresentações musicais.

O Encontro de Musicologia Histórica, que acontece a cada dois anos, terá sua 13ª edição também virtual, com painéis on-line de pesquisadores da área e temas ainda a serem definidos pela organização do festival. O tradicional livro publicado como resultado do Encontro será em formato digital, com pesquisadores da área como convidados.

As tradicionais oficinas, porém, não serão realizadas. De acordo com a organização, entre os motivos, estão a precariedade da internet no país e a qualidade do som na transmissão – em julho, além desses pontos, havia a preocupação com a dificuldade de acesso aos instrumentos pelas camadas menos privilegiadas da sociedade.

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Veículo: Roteiro Notícias

Editoria: Educação

Data: 08/08/2020

Link: https://roteirodenoticias.com.br/uncategorized/2020/08/mec-destina-r-397-milhoes-a-universidades-federais/

Título: “MEC destina R$ 39,7 milhões a universidades federais”

O Ministério da Educação (MEC) vai destinar R$ 39,7 milhões a 45 universidades federais brasileiras que não possuem hospital próprio. O recurso será utilizado para viabilizar cenários de prática para alunos dos cursos de Medicina que precisam cumprir o chamado internato – que é o estágio curricular obrigatório, nos dois últimos anos de curso – e também servirá para a compra de materiais e equipamentos de saúde.

O MEC publicou uma nota técnica no dia 29 de julho com os critérios para a distribuição dos recursos, referentes ao exercício de 2020. Os critérios observam a quantidade de alunos matriculados no 5º e 6º ano do curso de Medicina por universidade; estipulam um valor de referência de R$ 9 mil por aluno ao ano; piso de R$ 200 mil para universidades sem alunos nos dois últimos anos da graduação de Medicina e piso de R$ 400 mil para universidades com estudantes nessa etapa final. Eles poderão ser aplicados em pactuações e convênios com hospitais privados, municipais, estaduais e filantrópicos para que os estudantes exerçam o internato sob supervisão e, assim, concluam a formação médica.

Esses suporte, oferecido pelo MEC, está previsto na Resolução no 3, de 20 de junho de 2014, da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Medicina.

Distribuição dos recursos

Confira abaixo a relação das universidades que receberão os recursos, conforme os critérios da nota técnica da Diretoria de Desenvolvimento da Educação Superior, da Secretaria de Educação Superior do MEC:

N UF Município IFES SIGLA TOTAL
1 RS PORTO ALEGRE FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DE PORTO ALEGRE UFCSPA R$       1.584.000,00
2 RR BOA VISTA UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA UFRR R$       1.503.000,00
3 CE SOBRAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ UFC R$       1.449.000,00
4 CE BARBALHA UNIVERSIDADE FEDERAL DO CARIRI UFCA R$       1.449.000,00
5 AC RIO BRANCO UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE UFAC R$            963.000,00
6 RO PORTO VELHO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA UNIR R$            639.000,00
7 TO PALMAS UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS UFT R$       1.332.000,00
8 MG OURO PRETO UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO UFOP R$       1.224.000,00
9 PB CAJAZEIRAS UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE UFCG R$            400.000,00
10 MG DIVINÓPOLIS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JÃO DEL REI UFSJ R$       1.251.000,00
11 RJ MACAÉ UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO UFRJ R$       1.080.000,00
12 AP MACAPÁ UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ UFAP R$            945.000,00
13 MG VIÇOSA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA UFV R$            900.000,00
14 MG GOVERNADOR VALADARES UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA UFJF R$       1.422.000,00
15 RS PASSO FUNDO UNIVERSIDADE FEDERAL DA FRONTEIRA SUL UFFS R$            999.000,00
16 BA SANTO ANTÔNIO DE JESUS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA UFRB R$       1.251.000,00
17 MG ALFENAS UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL R$       1.053.000,00
18 MA PINHEIRO UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO UFMA R$       1.296.000,00
19 MA IMPERATRIZ UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO UFMA R$       1.341.000,00
20 PE CARUARU UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO UFPE R$       1.305.000,00
21 MG SÃO JOÃO DEL REI UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL REI UFSJ R$            819.000,00
22 MG DIAMANTINA UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO JEQUITINHONHA E MUCURÍ UFVJM R$       1.062.000,00
23 MT RONDONÓPOLIS UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDONÓPOLIS UFR R$            576.000,00
24 MT SINOP UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO UFMT R$            945.000,00
25 BA TEIXEIRA DE FREITAS UNIVERSIDADE FEDERAL DO SUL DA BAHIA UFSB R$            756.000,00
26 MS TRÊS LAGOAS UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO DO SUL UFMS R$            981.000,00
27 GO JATAÍ UNIVERSIDADE FEDERAL DE JATAÍ UFJ R$            747.000,00
28 RN CAICÓ UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE UFRN R$       1.080.000,00
29 PR FOZ DO IGUAÇU UNIVERSIDADE FEDERAL DA INTEGRAÇÃO LATINO AMERICANA UNILA R$            792.000,00
30 BA BARREIRAS UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DA BAHIA UFOB R$       1.152.000,00
31 MG TEÓFILO OTONI UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO JEQUITINHONHA E MUCURÍ UFVJM R$            927.000,00
32 PI PARNAÍBA UNIVERSIDADE FEDERAL DO DELTA DO PARNAÍBA UFDPar R$            540.000,00
33 BA PAULO AFONSO UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO UNIVASF R$            603.000,00
34 MG LAVRAS UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS UFLA R$            810.000,00
35 SC CHAPECÓ UNIVERSIDADE FEDERAL DA FRONTEIRA SUL UFFS R$            666.000,00
36 AL ARAPIRACA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS UFAL R$            486.000,00
37 PR TOLEDO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ UFPR R$            495.000,00
38 RS URUGUAIANA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA UNIPAMPA R$            423.000,00
39 AM COARI UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS UFAM R$            400.000,00
40 BA VITÓRIA DA CONQUISTA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA UFBA R$            400.000,00
41 RN MOSSORÓ UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMIÁRIDO UFERSA R$            400.000,00
42 PI PICOS UNIVERSIDADE FEDERAL DE PICOS UFPI R$            400.000,00
43 GO CATALÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE CATALÃO UFCat R$            200.000,00
44 SC ARARANGUÁ UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA UFSC R$            200.000,00
45 PA ALTAMIRA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ UFPA R$            495.000,00
TOTAL R$    39.741.000,00

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Veículo: Tribuna de Minas

Editoria: Cidade

Data: 07/08/2020

Link: https://tribunademinas.com.br/noticias/cidade/07-08-2020/juiz-de-fora-tem-mais-uma-morte-por-covid-19.html

Título: “Juiz de Fora tem mais uma morte por Covid-19”

Também foram contabilizados mais 109 casos confirmados da doença

Juiz de Fora atingiu o número de 122 óbitos por Covid-19, nesta sexta-feira (7), conforme o boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde de Prefeitura. O total foi alcançado com o registro da morte de um homem, de 52 anos, nesta sexta. Como comorbidades, a vítima apresentava Diabetes Mellitus (DM), Doença Cardiovascular Crônica (DCC) e obesidade.

Com as atualizações, o município teve mais 109 novos casos confirmados, nas últimas 24 horas, totalizando 3.893 pessoas infectadas pelo coronavírus. No que se referem a casos suspeitos, a cidade tem mais 148 registros, contabilizando 13.705. Todos os dados são referentes a moradores de Juiz de Fora. O balanço é disponibilizado pela Prefeitura no site covid19.pjf.mg.gov.br, criado para divulgar informações sobre o coronavírus.

128 hospitalizações

Informações disponibilizadas pela Prefeitura, por meio do painel gerencial de dados da Covid-19, mostravam que até por volta das 18h30, desta sexta-feira, a taxa de ocupação total de leitos de UTI na cidade era de 71,02%. Do total de 283 leitos existentes, 201 estavam ocupados. Destes, 55 eram em razão da Covid-19 (pacientes com suspeita ou diagnóstico). Em recorte que considerava apenas os equipamentos de cuidados intensivos credenciados ao SUS, o índice subia para 72,13%.

Em relação aos leitos de enfermaria, até o mesmo horário, 55,86% estavam preenchidos. Ou seja, dos 1.382 equipamentos de enfermaria existentes em toda a rede de saúde de Juiz de Fora, 772 estavam ocupados. Das pessoas internadas em enfermaria, 73 tinham resultado positivo ou aguardavam diagnóstico para a Covid-19. Em sua totalidade, a cidade tinha 128 casos de hospitalização devido ao coronavírus.

O painel gerencial também apontava que a taxa de isolamento social, na cidade, nos últimos sete dias, estava em 50,18%.

Prefeitura recebeu cerca de 4 mil resultados de testes da UFJF

A Prefeitura divulgou, também nesta sexta, que o Departamento de Vigilância Epidemiológica e Ambiental (Dvea) recebeu mais 291 exames de Covid-19 entre 30 de julho e 6 agosto, totalizando 3.934. Desses, 1.188 atestaram positivo, o que corresponde a mais 69 no mesmo período. Os resultados são das amostras analisadas pelos laboratórios do Instituto de Ciências Biológicas e da Faculdade de Farmácia da UFJF. Desde abril, vigora parceria entre as instituições, com o credenciamento dos laboratórios para realização dos testes, após inspeção da Vigilância Sanitária.

O exame, gratuito, é destinado a profissionais de saúde sintomáticos, entre o terceiro e o décimo dia de sintomas; todos os pacientes internados em “leitos Covid”, pactuados com o Município, e os atendidos na atenção básica, em situação de vulnerabilidade, ou seja, pessoas acima de 65 anos, cuidadores de idosos, diabéticos, hipertensos descompensados e obesos.

Os testes também são direcionados a servidores sintomáticos da segurança pública, do Departamento Municipal de Limpeza Pública (Demlurb), da Companhia de Saneamento Municipal (Cesama), dos centros de Referência de Assistência Social (Cras) e Especializado de Assistência Social (Creas) e dos demais serviços de assistência social que prestam atendimento direto à população.

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Veículo: Metrópoles

Editoria: Educação

Data: 08/08/2020

Link: https://www.metropoles.com/distrito-federal/em-16-anos-de-cotas-raciais-unb-formou-4-791-pretos-pardos-e-indigenas

Título: “Em 16 anos de cotas raciais, UnB formou 4.791 pretos, pardos e indígenas”

Atualmente 10.524 cotistas cursam a graduação na Universidade de Brasília. A instituição é pioneira e uma das líderes na inclusão racial

Pioneira na adoção de política de cotas raciais para acesso ao ensino superior, a Universidade de Brasília (UnB) formou 4.791 jovens pretos, pardos e indígenas desde a implantação do sistema, em 2004. Atualmente, 10.524 cotistas raciais estudam na instituição.

Neste ano, denúncias de fraudes levaram a universidade a punir 25 estudantes e ex-alunos, acusados de burlar a política pública. Dezessete acusados recorrem da decisão, inédita na história da UnB, e a instituição ainda apura outras 137 denúncias de supostas irregularidades nas cotas. Ainda assim, a Universidade de Brasília ocupa as primeiras posições no ranking de inclusão racial à graduação no país.

A Universidade de São Paulo (USP), por exemplo, ainda não formou cotistas. Desde 2006, a USP adota ações de inclusão social, mas o sistema de cotas só entrou em marcha em 2018, razão pela qual não há graduados nesta modalidade pela instituição. Segundo a assessoria da universidade, aproximadamente 8 mil cotistas estão matriculados na USP.

Já a Pró-Reitoria de Graduação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) indica que 1.489 estudantes da modalidade étnica-racial concluíram o ensino superior na instituição. Hoje, 12.390 cotistas ainda cursam a UFRJ.

De 2006 até 2019, a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) formou 2.239 cotistas raciais. Hoje, são 5.745 pretos e pardos cursando a instituição, após ingresso via sistema de cotas. Alunos e ex-alunos da UFJF entraram em evidência em 2020, após escancararem, via Twitter, irregularidades no acesso à universidade pelas cotas raciais.

Estudantes de todo o país seguiram o exemplo e também registraram no microblog denúncias semelhantes nas instituições onde estão matriculados, incluindo casos na Universidade de Brasília.

Formadas pelas cotas

Resistir e denunciar as fraudes ao sistema de cotas são ações defendidas pela educadora e professora de francês Thânisia Marcella Alves Cruz, que graduou-se na UnB. “O sistema de cotas na Universidade de Brasília não tem impacto somente naquele espaço. Ele consegue impactar toda a população brasileira, vide a história do povo negro neste território”, ressalta a jovem. “Na minha vida, impactou ao permitir minha entrada naquele ambiente universitário, novas experiências profissionais e de participação política”, enumera.

Thânisia hoje é membro da organização da Articulação Nacional de Negras Jovens Feministas. Também participa do programa Embaixadores da Juventude das Nações Unidas Sobre Crimes e Drogas (UNODOC). Ela já representou o Brasil em fóruns internacionais e trabalhou em projetos com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Sustenta ser imprescindível fortalecer os núcleos de estudos afrobrasileiros, além da comunidade universitária, “para que a gente possa enfrentar as fraudes como enfrentamos outros processos que sempre excluíram as pessoas negras dos ambientes de participação política e acadêmica.”

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Veículo: G1 Zona da Mata

Editoria: Saúde

Data: 08/08/2020

Link: https://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2020/08/08/nova-morte-por-covid-19-e-mais-de-80-casos-da-doenca-sao-confirmados-pela-prefeitura-de-juiz-de-fora-nas-ultimas-24h.ghtml

Título: “Nova morte por Covid-19 e mais de 80 casos da doença são confirmados pela Prefeitura de Juiz de Fora nas últimas 24h”

A informação foi divulgada no informe diário deste sábado (8); cidade tem mais de três mil pessoas recuperadas. Veja também o índice de isolamento social e a taxa de ocupação de leitos.

A Prefeitura de Juiz de Fora confirmou, na tarde deste sábado (8) que o município chegou a 123 mortes por Covid-19 desde o início da pandemia.

Além disso, a cidade registrou 86 casos confirmados da doença nas últimas 24 horas, totalizando 3.979.

As informações são do Boletim Municipal Diário e ainda não constam nas divulgações do Governo de Minas e do Ministério da Saúde.

De acordo com o Executivo, a nova vítima é um homem de 56 anos, que morreu na sexta-feira (7). Não foram relatadas comorbidades. Não há outros óbitos em investigação no município.

* Veja abaixo mais informações dos casos confirmados, em investigação, pacientes recuperados, índice de isolamento social, taxa de UTI e profissionais de saúde que estão em quarentena.

Pacientes curados

Em julho, a Prefeitura de Juiz de Fora divulgou pela primeira vez o número de curados da Covid-19 na cidade desde o início do Boletim Municipal; são 3.146 pessoas recuperadas. A informação é atualizada todas as terças-feiras.

* Os casos descartados não são informados pelo Executivo.

Dados

  • Neste sábado, a cidade tem 3.979 casos confirmados da Covid-19. Na sexta-feira (7), eram 3.893. Um aumento de 86 notificações positivas nas últimas 24 horas;
  • De acordo com a Prefeitura, o município tem 13.804 notificações suspeitos da doença;

Taxa de UTIs

Em relação ao número de UTI adulta, são 283 leitos na cidade, entre unidades públicas e privadas.

  • Taxa de UTI do SUS: 69,40% – As unidades públicas contam com 183 leitos, sendo que 38 estão com pessoas com Covid-19 e 89 com pacientes de outras doenças. Outros 56 estão vagos;
  • Taxa de UTI do SUS + Hospitais Particulares: 69,61% ocupada. Ao todo, 54 pacientes com o coronavírus estão internados nas unidades de tratamento intensivo públicas e particulares.

Segundo a plataforma digital da Prefeitura, o município tem 1.382 leitos de enfermaria adulta, entre hospitais públicos e privados.

  • Taxa de enfermaria do SUS: 61,51% – As unidades públicas têm 850 leitos, sendo que 48 estão ocupados com pacientes da Covid-19;
  • Taxa de enfermaria do SUS + hospitais particulares: 52,97% ocupada.

Hospitais

O Hospital Universitário (HU-UFJF) é o único hospital com 100% dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) ocupados neste sábado. A unidade tem 17 leitos no total, sendo que 8 estão ocupados por pacientes com Covid-19.

* Os números de leitos de UTI e de enfermaria e de pacientes internados estão sujeitos a modificação. A reportagem consultou as informações da plataforma às 18h24 deste sábado.

Isolamento Social

Neste sábado, a ferramenta da Prefeitura aponta que a cidade tem uma média de 49,63% de isolamento social, levando em consideração os últimos sete dias.

Já o último registro é o de quinta-feira (6), quando o município registrou índice de 46,5% de isolamento. Veja abaixo outros números em Juiz de Fora.

* Os números estão sujeitos a modificação. A reportagem consultou as informações na plataforma às 18h26 deste sábado.

Profissionais de saúde

Conforme os dados, a cidade conta com 2.841 médicos, sendo que 118 estão em quarentena. Em relação ao número de enfermeiros, Juiz de Fora tem 792. Segundo o Executivo, 50 seguem isolamento social.

Além disso, o município conta com 3.087 técnicos de enfermagem, entre os quais 148 fazem quarentena.

* Os números de médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem estão sujeitos a modificação. A reportagem consultou as informações da plataforma às 18h27 deste sábado.

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Veículo: FDR

Editoria: Educação

Data: 08/08/2020

Link: https://fdr.com.br/2020/08/08/cronograma-ufjf-calendario-completo-para-matricula-no-sisu/

Título: “Cronograma UFJF: Calendário completo para matrícula no SiSU”

Os estudantes que pretendem ingressar na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) precisam se atentar ao calendário de matrícula do SiSU. Veja abaixo como a universidade organizou esse processo.

EDITAIS PRÉ-MATRÍCULA ON-LINE
1º Edital de Reclassificação (Publicação às 12h do dia 19/08/2020) Das 12h do dia 19/08/2020 até as 23h59 do dia 23/08/2020
2º Edital de Reclassificação (Publicação às 12h do dia 02/09/2020) Das 12h do dia 02/09/2020 até as 23h59 do dia 06/09/2020
3º Edital de Reclassificação (Publicação às 12h do dia 16/09/2020) Das 12h do dia 16/09/2020 até as 23h59 do dia 20/09/2020
4º Edital de Reclassificação (Publicação às 12h do dia 30/09/2020) Das 12h do dia 30/09/2020 até as 23h59 do dia 04/10/2020

Vale ressaltar que a matrícula deve ser realizada em duas etapas diferentes: a primeira com a inscrição por meio da internet, e a outra com a apresentação dos documentos de forma presencial.

Os estudantes que fizerem a pré-matricula de forma online dentro do prazo estipulado, vão garantir vagas para o 2º semestre de 2020.

Após isso, será preciso aguardar a definição a respeito da apresentação dos documentos. Mas é importante lembrar que a matrícula online é obrigatória para que os estudantes consigam uma vaga na universidade.

A entrega dos documentos será informada assim que o ano letivo estiver definido e as aulas forem liberadas para que sejam feitas presencialmente.

O prazo para entrega da documentação será divulgado através do site da CDARA. Por isso é importante que o aluno esteja atento.

Adiamento do Enem e o Sisu

O Exame Nacional do Ensino Médio foi adiado para o mês de janeiro de 2021. Normalmente, ele aconteceria em novembro desse ano, mas por conta da pandemia, houve uma mudança nas datas.

A primeira prova será realizada em janeiro e a segunda em fevereiro. Os resultados do Enem só estarão disponíveis em março.

Por isso, algumas universidades vão modificar a forma de seu processo seletivo, que dessa vez será de forma tradicional. A Unicamp, a USP e a Unesp não utilizarão o Enem para a concessão de vagas.

Por conta das mudanças, para evitar vagas ociosas no Ensino Superior, em decorrência da pandemia do novo coronavírus, o MEC poderá realizar até três edições de inscrições pelo Sisu.

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Veículo: G1 Zona da Mats

Editoria: Cultura

Data: 09/08/2020

Link: https://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2020/08/09/historia-do-miss-brasil-gay-e-registrada-em-mostra-virtual-durante-semana-rainbow-em-juiz-de-fora.ghtml

Título: “História do Miss Brasil Gay é registrada em mostra virtual durante Semana Rainbow em Juiz de Fora”

Evento será lançado nesta segunda-feira (10) e faz parte da programação da 4ª Semana Rainbow da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

A mostra “Rainbow Gallery: Os Diversos Tons do Miss Brasil Gay” será lançada nesta segunda-feira (10) e registra a trajetória do evento realizado em Juiz de Fora há mais de quatro décadas. O link para a mostra será divulgado durante a abertura da 4ª Semana Rainbow, às 20h.

Criado em 1977, o Miss Brasil Gay foi registrado como bem imaterial da cidade no ano de 2007. A 40º edição do concurso foi cancelada em 2020 por conta da pandemia do coronavírus.

A mostra é realizada pela Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage (Funalfa) e integra a programação do evento da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

“As fotos pertencem ao setor de Memória da Divisão de Patrimônio Cultural (Dipac), composto pelo processo de registro do concurso como bem imaterial, além de acervos fotográficos cedidos por Chiquinho Mota, que criou o ‘Miss Gay’, e pelo pesquisador Marcelo do Carmo. Trata-se de material muito rico, disponível para pesquisas que contribuam para a salvaguarda da memória do evento”, explicou Fabrício Fernandes, um dos curadores da mostra.

Segundo Fernandes, a proposta é celebrar a memória do Miss Brasil Gay e a importância para a comunidade LGBTQIA+, além de para toda a cidade de Juiz de Fora.

Além da mostra, Fabrício também vai participar de uma roda de conversa com Guiga Barbieri, vencedora da Miss Brasil Gay 2017, Clóvis Casemiro, da International Gay and Lesbian Travel Association (IGLTA Brasil) e Thaís Lima, da Juiz de Fora Convention Bureau.

Mediado por Marcelo do Carmo, o bate-papo vai discutir o tema “Patrimônio, Memória e Tradição LGBTQIA+ em Juiz de Fora”. O público também poderá acompanhar o evento pelo canal do Youtube da Semana Rainbow.

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Veículo: Bahia Notícias

Editoria: Educação

Data: 09/08/2020

Link: https://www.bahianoticias.com.br/noticia/251548-pioneira-em-cotas-raciais-em-16-anos-unb-formou-4791-pretos-pardos-e-indigenas.html

Título: “Pioneira em cotas raciais, em 16 anos UnB formou 4.791 pretos, pardos e indígenas”

A Universidade de Brasília (UnB), pioneira na adoção de política de cotas raciais para acesso ao ensino superior, formou 4.791 jovens pretos, pardos e indígenas desde a implantação do sistema, em 2004. Atualmente, 10.524 cotistas raciais estudam na instituição. As informações forma apuradas e publicadas pelo portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias.

A reportagem traz que neste ano, denúncias de fraudes levaram a universidade a punir 25 estudantes e ex-alunos, acusados de burlar a política pública. Dezessete acusados recorrem da decisão, inédita na história da UnB, e a instituição ainda apura outras 137 denúncias de supostas irregularidades nas cotas. Ainda assim, a Universidade de Brasília ocupa as primeiras posições no ranking de inclusão racial à graduação no país.

A Universidade de São Paulo (USP), por exemplo, ainda não formou cotistas. Desde 2006, a USP adota ações de inclusão social, mas o sistema de cotas só entrou em marcha em 2018, razão pela qual não há graduados nesta modalidade pela instituição. Segundo a assessoria da universidade, aproximadamente 8 mil cotistas estão matriculados na USP.

Já a Pró-Reitoria de Graduação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) indica que 1.489 estudantes da modalidade étnica-racial concluíram o ensino superior na instituição. Hoje, 12.390 cotistas ainda cursam a UFRJ.

De 2006 até 2019, a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) formou 2.239 cotistas raciais. Hoje, são 5.745 pretos e pardos cursando a instituição, após ingresso via sistema de cotas. Alunos e ex-alunos da UFJF entraram em evidência em 2020, após escancararem, via Twitter, irregularidades no acesso à universidade pelas cotas raciais.

Estudantes de todo o país seguiram o exemplo e também registraram no microblog denúncias semelhantes nas instituições onde estão matriculados, incluindo casos na Universidade de Brasília.

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