Veículo: Projeto Colabora

Editoria: Meio Ambiente

Data: 25/02/2019

Link: https://projetocolabora.com.br/meio-ambiente/tragedia-de-brumadinho-expoe-conflito-ambiental-na-regiao/

Título: Tragédia de Brumadinho expõe conflito ambiental na região

Agricultura, turismo e histórias de comunidades inteiras foram interrompidas ao longo do rio Paraopeba, após rompimento de barragem

por  Camila NobregaCamila Nobrega Publicada em 25 de fevereiro de 2019, 08:14Atualizada em 25 de fevereiro de 2019 , 21:11

A imensa massa marrom e amorfa hipnotiza. Engole e forma uma imensidão silenciosa em meio a uma área urbana. Há quase um mês, as referências sobre Brumadinho aparecem associadas a palavras como lama, resgate, desastre. A cidade se transformou, junto com a velocidade da avalanche causada pelos rejeitos da barragem da Vale, em um ponto georreferenciado acessado por diversas partes do mundo e alçado a uma das maiores tragédias industriais, sociais e ambientais da história. Mas, mais do que isso, uma visita ao local, combinada com entrevistas a moradores, técnicos, representantes de movimentos sociais e pesquisadores evidencia que a tragédia fez explodir a bomba-relógio de um conflito socioambiental na região. O desastre comprometeu toda a bacia hidrográfica do rio Paraopeba com lama tóxica e ameaça uma diversidade de modos de vida que coexistiam.

Minha horta virou um cemitério, já foram achados 32 corpos só na nossa terra.

Soraya Campos

Agricultora

De uma única horta compartilhada por dez famílias no Parque da Cachoeira, uma das localidades mais afetadas pelo rompimento da barragem em Brumadinho, saíam cerca de três caminhões cheios de alimentos que eram vendidos em Belo Horizonte toda semana. No dia 25 de janeiro deste ano, tanto a produção como toda a dinâmica da vida desses agricultores ficou congelada no segundo da passagem da lama. A água não pôde mais ser captada, alimentos que sobraram não puderam ser colhidos e a maior parte do terreno ficou debaixo de lama e está irreconhecível. Há um mês, as famílias convivem com o trabalho de bombeiros e recebem notícias perturbadoras. “Minha horta virou um cemitério, já foram achados 32 corpos só na nossa terra. Nossa vida ficou completamente paralisada”, contou a agricultora Soraya Campos, que fazia parte do grupo de famílias que compartilhava a horta.

No dia em que foi entrevistada, Soraya contou que uma brigada de bombeiros havia acabado de encontrar um carro soterrado com três pessoas dentro na mesma horta. O automóvel estava completamente coberto por metros e metros de lama e só foi descoberto, a partir do trabalho com uso de escavadeiras.

Ela soma às agricultoras e aos agricultores atingidos pelo desastre. De acordo com o Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR), o município de Brumadinho tem 2.100 imóveis rurais, que chegam a uma área de 53.608 hectares. Em toda a região da bacia do Rio Paraopeba (48 municípios), o sistema indica que há 56.084 imóveis rurais, numa área de 2.102.666 hectares.

Muito além da lente da tragédia, quem circula pela região atingida descobre diversas atividades econômicas, como a agricultura, criação de gado, o ecoturismo, a pesca, o transporte por barcos, esportes de aventura, como a escalada, além de diversas formas de organização social, incluindo aldeias indígenas.

Nos chamavam de ecochatos, porque a mineração é o que traz empregos

Carolina de Moura

moradora do bairro da Jangada

Assim como todos os demais moradores de Brumadinho, registrados até a data do rompimento, Soraya está entre os agricultores que receberão R$ 1 mil mensais da Vale, como medida emergencial, a partir de um Termo de Acordo Preliminar, assinado na última quarta-feira, dia 20 de fevereiro. Mas o valor não cobre a paralisação total da produção, segundo os agricultores.

Há em Brumadinho mananciais de água, trechos de Mata Atlântica e cerrado, histórias e muitos modos de vida, que contrastam com o alto impacto da mineração.

A distância do Parque da Cachoeira ao Córrego do Feijão, onde fica a mina, era de pouco mais de 18 km. Como uma ponte foi destruída e uma estrada ficou interditada, agora 80 km separam os dois lugares. Para chegar ao Córrego, saindo do Parque da Cachoeira, passou a ser melhor ir a Belo Horizonte e subir pelo Parque Estadual da Serra do Rola Moça, cujo nome se originou de uma poesia de Mário de Andrade sobre a história de dois noivos que acaba em tragédia. O parque, além de uma paisagem linda, é uma das áreas verdes mais importantes do Estado de Minas Gerais, e o terceiro maior em área urbana do país, abrigando alguns dos mananciais que abastecem a capital e sua região metropolitana. Seguindo pela Serra, chega-se à Casa Branca, outro bairro de Brumadinho, onde as várias placas já indicam a quantidade de pousadas e atividades de ecoturismo e turismo de base comunitária, combinadas com a vida rural local. “Temos uma proposta coletiva de agricultura sem agrotóxicos e ecoturismo, mas nos chamavam de ecochatos, porque a mineração é o que traz empregos. Agora está todo mundo vendo que, sem água, sem rio, sem vida, não tem comércio, não tem emprego, não tem nada”, disse Carolina de Moura, do Movimento Serra e Águas e moradora do bairro da Jangada, também no município, logo após debate na Universidade Federal de Minas Gerais, sobre o rompimento da barragem.

Até o momento, são 171 mortos e 139 pessoas desaparecidas. Dados preliminares divulgados pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), indicam a perda de mais de 133 hectares de Mata Atlântica. E dados de análises coletados em 22 pontos do rio Paraopeba mostram que pelo menos 305 km estão contaminados, segundo a fundação SOS Mata Atlântica, que realizou uma expedição percorrendo o leito do rio. Além disso, havia oito sítios arqueológicos na rota da lama de rejeitos de mineração, segundo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, apenas para citar algumas das estatísticas que vão sendo divulgadas.

Ainda é difícil dimensionar o estrago por completo, mas o desafio no momento é conectar impactos sociais e ambientais. Essa foi a proposta de um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), que fez uma expedição pelo rio Paraopeba, começando pelo povoado de Ribeirão Manso, passando por lugares como Cachoeira do Sono, Pompéu e Curvello. O pesquisador Miguel Felipe, do Departamento de Geociências da UFJF conta que, além dos testes laboratoriais, o objetivo era registrar paralelamente “a voz dos invisíveis”, como ele se refere às pessoas atingidas pelo rompimento em outras dezenas de distritos e municípios ao longo do Rio Paraopeba. “A coleta de água mostrou um rio sem vida em vários pontos. As pessoas pescam, irrigam, se relacionam com o rio, ou seja, o impacto é muito maior do que ali na localidade onde a barragem rompeu. Além disso, há a parte de rejeitos mais sólidos, que conseguimos reconhecer na água turva a olho nu e há também a camada química, que se dilui na água. Ainda vai demorar para sabermos até onde ela irá”, disse ele, em entrevista pelo telefone, após a expedição.

O rio Paraopeba era, além disso, usado também como meio de transporte para agricultores que usavam barcos para escoar a produção.

Aldeia Pataxó: vida coletiva dependente do rio Paraopeba

A cerca de 22 km de Brumadinho está localizada a Aldeia Pataxó Naô Xohã. A caminho da pequena trilha que chega à margem do rio Paraopeba, Elisa de Souza, cujo nome indígena Pataxó é Katauá, já prepara para a paisagem que virá. “Você não vai ver um rio, vai ver só lama”. De frente para o Paraopeba e olhando fixamente para ele, ela tentava enumerar as atividades para as quais a comunidade, onde vivem pelo menos 25 famílias, dependia do rio. O banho, os peixes, a água da para irrigar a horta, lavagem das roupas, a brincadeira das crianças, o lazer, “quando a gente tinha o momento com os netos, a vó (mãe dela, uma das pessoas mais idosas da comunidade), todo mundo junto”. Segundo ela, no primeiro dia em que a lama chegou ao local, 300 kg de peixes mortos foram retirados das águas do rio: “O rio para a gente era tudo, assim como a terra, mas agora os dois estão contaminados. Aqui tinha peixe grande, sucuri e até onça. Acho que os animais que sobreviveram vão se mudar, porque não vão também beber dessa água”.

Para Andrea Zhouri, pesquisadora mineira que é referência mundial em pesquisa sobre conflitos socioambientais, trata-se de uma dinâmica de catástrofes. “O licenciamento virou um balcão de negócios, acelerando processos, levando em conta os interesses de apenas um lado, como se não houvesse outras formas de vida nesse território”.

“O modelo de mineração tem sido predatório socialmente, ambientalmente e economicamente falando, porque esse minério não fica aqui, é exportado em massa. No caso de Brumadinho, esse crime ambiental está fazendo desaparecer a renda, o cotidiano e a vida de milhares de pessoas atingidas direta e indiretamente”, analisou Michele Ramos, do Movimento de Atingidos pela Mineração.

Ela estava no Córrego do Feijão, acompanhando famílias atingidas pelo desastre e deu entrevista em frente ao cenário de devastação coberto pela lama tóxica. Diversas vezes, foi necessário parar a conversa, pois helicópteros usados para as buscas impediam qualquer possibilidade de ouvir e gravar depoimentos. Ao longe, também era possível ver bombeiros trabalhando em meio à lama e, em uma parte da área afetada, retroescavadeiras era utilizadas. A imagem era um enorme contaste com a paisagem em volta, de montanhas, mata, pequenas casas, poucas ruas asfaltadas, nascentes próximas e um cotidiano pacato, mas formado de diferentes formas de viver e se relacionar com aquele lugar, que foram soterrados e uniformizados pela lama.

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Veículo: Tribuna de Minas

Editoria: Podcast – UFJF no Ar

Data: 25/02/2019

Link: https://tribunademinas.com.br/podcast/variedade/25-02-2019/ufjf-no-ar-historias-de-casamentos.html

Título: UFJF No Ar- Histórias de Casamentos

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Veículo: G1 Zona da Mata

Editoria: Notícias

Data: 25/02/2019

Link: https://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2019/02/25/carnajoao-une-atividades-escolares-com-praticas-carnavalescas-em-juiz-de-fora.ghtml

Título: “CarnaJoão” une atividades escolares com práticas carnavalescas em Juiz de Fora

Ação começa nesta segunda (25) e vai até quinta-feira (28) no Colégio de Aplicação João XXIII, vinculado à UFJF.

Por G1 Zona da Mata

25/02/2019 16h25  Atualizado há 2 semanas

Com o objetivo de discutir as práticas da mais tradicional festa brasileira dentro das escolas, o Colégio de Aplicação João XXIII realiza, à partir desta segunda-feira (25), o “CarnaJoão”, com oficinas, discussões e práticas carnavalescas. O evento, que vai ate quinta-feira (28), também conta com um baile para encerrar as atividades.

O projeto pretende levar o espírito carnavalesco em seus mais diversos âmbitos para os corredores da instituição, que é vinculada à Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), abordando os aspectos históricos e sociológicos da celebração.

As atividades do “CarnaJoão” acontecem no período da manhã e da tarde para os alunos dos ensinos Médio e Fundamental II, enquanto as atividades do turno da noite são direcionadas para os estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Estudando o carnaval

É a primeira vez que o João XXIII realiza uma proposta de cunho didático e pedagógico sobre o carnaval e o objetivo é que os alunos do colégio terminem o projeto com uma visão ampliada acerca da festividade.

Para Giselle Moreira, coordenadora do projeto e professora de sociologia na instituição, este é um momento para entender a mudança e os aspectos intocados da data comemorativa ao longo dos anos.

“Há autores que dizem que poucas coisas têm continuidade no Brasil, mas com o carnaval é diferente. Permanece uma centralidade, o carnaval como um momento de transgressão. Mas tem mudanças, sim. Como os ritmos e festas, alguns permanentes e outras que surgem, inclusive com ritmos mais populares e modernos como o funk. É sempre uma reinvenção de uma festa que é tradicional no país”, diz.

Foi reproduzido em: JF Clipping

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Veículo: G1 Zona da Mata

Editoria: Notícias

Data: 25/02/2019

Link: https://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2019/02/25/chamamento-publico-busca-patrocinadores-para-evento-dos-90-anos-do-cine-theatro-central-de-juiz-de-fora.ghtml

Título: Chamamento público busca patrocinadores para evento dos 90 anos do Cine-Theatro Central de Juiz de Fora

Prazo de entrega da carta de intenção e dos documentos obrigatórios na Pró-Reitoria de Extensão da UFJF termina nesta segunda (25).

Por G1 Zona da Mata

25/02/2019 10h32  Atualizado há 2 semanas

Termina nesta segunda (25) o prazo para até 17 interessados em patrocinar o projeto “Celebração 90 anos – Cine-Theatro Central – Noite de Gala” participarem do edital de chamamento público. Eles devem entregar a carta de intenção e dos documentos obrigatórios na Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), no Campus, até as 17h.

O objetivo é a captação de recursos financeiros de empresas públicas e/ou privadas, que serão destinados ao patrocínio de evento comemorativo do aniversário de 90 anos de um dos principais bens do patrimônio cultural de Juiz de Fora, tombado pelo município e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

A proposta é a realização de um grande show com orquestra e artista de renome nacional, com entrada franca para o público.

Os interessados poderão se inscrever para a seleção optando por três tipos de cotas, que terão valor unitário de R$ 10.096,71: apoio (de 1 a 3 cotas), parceiro (de 4 a 7 cotas) ou patrocinador (acima de 8 cotas).

As empresas terão as marcas veiculadas em todo o material de divulgação do evento. Cada cota também receber um camarote (seis lugares) e 20 ingressos na Plateia A, na Noite de Gala.

História

De acordo com a assessoria da UFJF, o Cine-Theatro Central começou a ser construído no início de 1927 por iniciativa de um grupo de empresários que se associaram ao industrial Pantaleone Arcuri, que, com uma construtora, vinha mudando a face arquitetônica de Juiz de Fora.

A construção durou cerca de dois anos, com o espaço decorado internamente com pinturas ornamentais e artísticas de Angelo Bigi sendo inaugurado em 30 de março de 1929.

O Central foi um dos primeiros bens a serem preservados pela então recém-criada legislação de tombamento do município em 1983, segundo a UFJF. Já na década de 1990, houve mobilização pela desapropriação do espaço, que passou à administração da UFJF em 1994.

O espaço passou por duas restaurações: em 1996 e entre 2014 e 2015.

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Veículo: Tribuna de Minas

Editoria: Esportes

Data: 25/02/2019

Link: https://tribunademinas.com.br/noticias/esportes/25-02-2019/jocemar-correa-e-paula-adriana-vencem-3a-corrida-laboratorio-cortes-villela.html

Título: Jocemar Corrêa e Paula Adriana vencem 3ª Corrida Laboratório Côrtes Villela

Super Amigos – no masculino e PCD, e Nativos ainda são campeões por equipes na prova de abertura do 33º Ranking

Por Tribuna

25/02/2019 às 18h39- Atualizada 25/02/2019 às 18h46

O 33º Ranking de Corridas de Rua da Prefeitura de Juiz de Fora foi inaugurado na manhã de domingo (24). Na terceira edição da Corrida Laboratório Côrtes Villela, as vitórias foram de Jocemar Corrêa (Vem Correr) e Paula Adriana dos Santos (Fac. Granbery / Ed. Física) na disputa geral. O evento teve prova principal de 10km na Via São Pedro, com alternativa de caminhada de 5km e corrida infantil, com cerca de 1.200 participantes.

Após Jocemar ser o primeiro atleta a cruzar a linha de chegada, com o tempo de 31min16s, completaram o pódio masculino Flávio Stumpf (Vem Correr, 31min56s), Matheus Batista (Projeto Corra/Time Bastos, 32min37s), Antônio Bravo (VidAtiva, 32min38s) e Neemias Alves (Fac. Granbery/Ed. Física, 33min10s). Já entre as mulheres, Paula Adriana registrou a marca de 38min cravados, seguida por Débora Faião (Team Faião, 41min21s), Noemi Alves (CRIA UFJF, 42min33s), Claudete Nunes (ProFit, 42min40s) e Adriana Rodrigues (Nativos, 43min36s).

No saldo das equipes, a melhor pontuação entre as femininas foi da Nativos, com 352 pontos, seguida de ProFit, com 351, e Fac. Granbery/Ed. Física, com 196. Já no masculino, a tradicional Super Amigos (482 pontos) foi a vencedora, seguida de Vem Correr (388) e Nativos (103). A Super Amigos também foi a que obteve melhor rendimento entre os grupos PCD (pessoas com deficiência). Os resultados divulgados pela SEL são extraoficiais. Logo, ainda podem sofrer alterações e revisões até a confirmação dos números.

Confira abaixo todos os resultados extraoficiais da etapa:

EXTRAOFICIAL-GERAL-MASCULINO-III-CORTES-VILLELA

EXTRAOFICIAL-GERAL-FEMININO-III-CORTES-VILLELA

EXTRAOFICIAL-EQUIPES-MASCULINAS-III-CORTES-VILLELA

EXTRAOFICIAL-EQUIPES-FEMININAS-III-CORTES-VILLELA

EXTRAOFICIAL-FAIXA-ETÁRIA-MASCULINA-III-CORTES-VILLELA

EXTRAOFICIAL-FAIXA-ETÁRIA-FEMININA-III-CORTES-VILLELA

EXTRAOFICIAL-PCDs-III-CORTES-VILLELA

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Veículo: Agência FAPESP

Editoria: Notícias

Data: 26/02/2019

Link: http://agencia.fapesp.br/risco-de-rompimento-de-barragens-de-rejeitos-aumenta-com-queda-no-preco-dos-minerios/29893/

Título: Risco de rompimento de barragens de rejeitos aumenta com queda no preço dos minérios

26 de fevereiro de 2019

Elton Alisson  | Agência FAPESP – A volatilidade de preços é uma característica intrínseca às commodities, como os minérios de ferro. Nas últimas cinco décadas, por exemplo, esses produtos passaram por diversos ciclos de valorização seguidos por períodos de desvalorização.

Um estudo feito por pesquisadores canadenses, com base na análise de 143 desastres em mineração reportados no mundo entre 1968 e 2009, apontou que há uma correlação entre os ciclos de alta e de baixa dos preços dos minérios no mercado internacional com rompimentos de barragens de rejeitos.

A explicação dos pesquisadores para essa correlação é que, em períodos de elevação dos preços dos minérios, normalmente os procedimentos de licenciamento e de execução da construção de barragens de rejeitos são acelerados em razão da pressão das mineradoras para aproveitar essa fase de bonança. Já em períodos subsequentes de queda no preço dos minérios, há uma pressão, também por parte das empresas, para reduzir os custos operacionais, como os de manutenção e de segurança dessas obras. Em razão disso, há um aumento do risco de rompimentos de barragens nessa fase de baixa de preços tanto em intervalo de tempo como em número.

“Ficou muito claro nesse estudo que há uma correlação entre o ciclo de baixa de preço de minérios, como o cobre, com um aumento no número de rompimentos de barragens de rejeitos”, disse Bruno Milanez, professor da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), durante um seminário promovido pelo Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA-USP), no dia 14 de fevereiro, sobre os desastres de Mariana e Brumadinho.

O evento fez parte das atividades do Projeto Temático “Governança Ambiental da Macrometrópole Paulista face à variabilidade climática” (MacroAmb), apoiado pela FAPESP.

“Apesar de estar em uma região que não é coincidente com a macrometrópole, Brumadinho traz uma temática que é fundamental, que é a discussão sobre a mineração e seus efeitos sobre a sociedade quando não há responsabilização e adequação a normas legais e de segurança”, disse Pedro Roberto Jacobi, professor do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP e coordenador do projeto, à Agência FAPESP.

Os pesquisadores da UFJF aplicaram o modelo de correlação do ciclo de preço dos minérios com desastres em mineração, desenvolvido pelos pesquisadores canadenses, em um estudo de caso do rompimento da barragem de Fundão, da mineradora Samarco, em Mariana (MG), ocorrido em novembro de 2015.

“Constatamos que esse modelo se aplicou perfeitamente bem para explicar, do ponto de vista da economia mineral, o rompimento da barragem de Fundão”, afirmou Milanez.

Os pesquisadores constataram que o pedido de licenciamento ambiental para construção da barragem foi feito pela Samarco em 2006, no início de um ciclo de alta de preço dos minérios. Em menos de um ano, em 2007, a empresa obteve as licenças prévias e de instalação e, em 2008, a licença de operação da barragem.

“Observamos que a empresa levou menos de dois anos para apresentar o estudo de impacto ambiental e obter a licença de operação da barragem, um período bastante rápido”, afirmou Milanez.

O rompimento da barragem ocorreu justamente no período de baixa da cotação de minérios no mercado internacional. Os pesquisadores também identificaram que a partir de 2012, quando iniciou o último ciclo de queda de preço dos minérios, o número de acidentes de trabalho registrados e relatados pela empresa começou a aumentar. “Isso remete à hipótese de que, nesse período, ocorreram problemas de gestão de segurança na empresa”, estimou Milanez.

Segundo o pesquisador, um inquérito da Polícia Civil de Minas Gerais, divulgado em 2016, concluiu que a causa do rompimento da barragem de Fundão foi a liquefação – quando um material rígido, no caso o rejeito de minério, passa a se comportar como um fluido em razão da água presente nele. Esse processo também é apontado como a possível causa do rompimento da barragem de Brumadinho.

Entre os fatores que contribuíram para o processo de liquefação da barragem de Fundão o inquérito apontou falhas no monitoramento contínuo do nível da água e da pressão dos poros junto aos rejeitos. Indicou ainda que o monitoramento foi deficiente em virtude do número reduzido de equipamentos instalados.

“O inquérito apontou uma série de problemas operacionais na parte de segurança e de monitoramento da barragem”, afirmou Milanez.

Já no caso do rompimento da barragem 1 da Vale, em Brumadinho, ainda não está clara a correlação entre a variação de preços dos minérios com o desastre. Isso porque, de acordo com o pesquisador, ao contrário da Samarco, que possui uma única mina, a Vale tem muito mais empreendimentos. Isso torna a análise mais complexa e os dados mais difíceis de serem obtidos.

“O que se sabe até agora é que a empresa vinha se recuperando de um alto endividamento e passou por um grande processo de expansão”, afirmou Milanez. “Começou a fazer uma série de desinvestimentos para tentar saldar suas dívidas, estava pagando altos dividendos aos acionistas para recuperar seu valor de mercado e, ao mesmo tempo, a barragem vinha apresentando problemas em seu monitoramento”, disse.

Procurada pela reportagem, a Vale afirmou não estar “concedendo entrevistas individuais no momento, mas conversando com a imprensa por meio de coletivas, dado que a empresa está 100% focada no atendimento aos atingidos pelo rompimento da barragem”.

Lições não aprendidas

Na avaliação de Milanez, o rompimento da barragem de Fundão alertou para uma série de problemas de fiscalização desses empreendimentos, não só em Minas Gerais, como no país.

O modelo de automonitoramento, em que as mineradoras escolhem as empresas que irão auditar suas barragens e atestar a estabilidade delas, se mostrou totalmente impraticável, afirmou. “Esse sistema de automonitoramento das barragens já vinha se mostrando falho e não está sendo colocado em discussão atualmente”, disse.

No ano seguinte ao rompimento da barragem de Fundão, em 2016, também houve uma modificação na legislação mineral de Minas Gerais que tornou o licenciamento ambiental ainda mais permissivo, apontou o pesquisador.

“Vimos que houve movimentações políticas que, em vez de tornar a legislação ambiental da atividade de mineração em Minas Gerais mais cuidadosa em relação ao processo de licenciamento ambiental, a tornaram menos rigorosa”, afirmou.

De acordo com Luis Enrique Sánchez, professor da Escola Politécnica da USP, há uma série de conhecimentos e recomendações de ações de boas práticas na gestão de riscos – reunidas em publicações feitas pelo Comitê Internacional de Grandes Barragens e do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – que tratam da conscientização e da preparação para emergências no plano local para mineração.

Essas lições, que começaram a ser aprendidas a partir de experiências da indústria química, envolvida em uma série de desastres que aconteceram nas últimas décadas, com grandes consequências sobre populações e comunidades locais, não têm sido aplicadas, ponderou Sánchez.

“Atualmente, é obrigatório, por conta de uma regulamentação, a colocação de placas indicando rotas de fuga em locais próximos a barragens de rejeitos em Minas Gerais, por exemplo. Mas sabemos que essa ação básica ainda não foi adotada em muitas barragens em operação ou inativas no país”, afirmou o pesquisador.

Os desastres de Mariana e de Brumadinho apontam para a necessidade do setor de mineração no Brasil e no mundo repensar e transformar seus métodos de exploração e transformação desses minérios em riqueza para a sociedade, uma vez que são bens públicos, ponderou Alexandre Orlandi Passos, pesquisador do Núcleo de Pesquisa para Mineração Responsável (NAP.Mineração) da USP.

“A mineração recebe do estado uma concessão para extrair uma riqueza do subsolo e trazê-la para a sociedade. Essa atividade não pode se encerrar na extração do mineral e no depósito dos rejeitos como um passivo ambiental. Esse processo tem de ser repensado”, afirmou.

De acordo com dados apresentados por ele, a atividade de mineração produz 600 milhões de toneladas de rejeitos de minérios por ano, dos quais 200 milhões são originados em Minas Gerais.

Parte desses rejeitos poderia ser usada para uma série de outras finalidades, em vez de ser estocada em reservatórios como um passivo ambiental por ser uma solução mais barata, indicou o pesquisador. Entre as alternativas está a construção de moradias mais baratas e de estruturas hídricas, como lagos artificiais, para o controle de cheias, por exemplo. Já as áreas degradadas pela atividade de mineração poderiam ser transformadas em áreas de lazer, indicou.

“O lago central do Parque do Ibirapuera foi uma cava de areia, ou seja, teve origem na atividade de mineração”, exemplificou Passos.

O artigo Mining market cycles and tailings dam incidents, de Michael Davies e Todd Martin, publicado no Proceedings of 13th International Conference on Tailings and Mine Waste, pode ser lido em https://docplayer.net/14797608-Mining-market-cycles-and-tailings-dam-incidents.html.

E o artigo Antes fosse mais leve a carga – reflexões sobre o desastre da Samarco/Vale/BHP Billiton, de Bruno Milanez, Luiz Wanderley, Maíra Mansur, Raquel Pinto, Ricardo Gonçalves, Rodrigo Santos e Tádzio Coelho, pode ser lido no livro “A questão mineral no Brasil”, volume 2, em www.ufjf.br/poemas/files/2016/11/Livro-Completo-com-capa.pdf.

Foi reproduzido em: Planeta Universitário, Diga Bahia, Época Negócios, Ciência na Rua, Ambiente Brasil

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Veículo: G1 Zona da Mata

Editoria: Notícias

Data: 26/01/2019

Link: https://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2019/02/26/abastecimento-de-energia-e-restabelecido-em-juiz-de-fora.ghtml

Título: Abastecimento de energia afetado durante chuva é restabelecido em Juiz de Fora

Cidade ficou sem luz durante chuva na noite desta segunda (25). Causas serão apuradas, segundo Cemig.

Por G1 Zona da Mata e MG1

26/02/2019 09h35  Atualizado há 2 semanas

Falta de energia causa transtornos em Juiz de Fora

A energia elétrica em Juiz de Fora foi restabelecida na noite desta segunda-feira (25). A falta de abastecimento durou cerca de duas horas e foi registrada durante uma forte chuva que atingiu a cidade. Equipes do Corpo de Bombeiros foram para as ruas na manhã desta terça (26) vistoriar árvores que correr risco de cair.

De acordo com a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), o motivo da interrupção do fornecimento foi uma falha em um equipamento da Subestação Juiz de Fora 1. Disse ainda que as causas estão em apuração. O número total de clientes afetados não foi informado.

Semáforos pararam de funcionar, ônibus e outros veículos fecharam cruzamentos. Em alguns pontos, agentes de trânsito tentaram organizar a confusão. Comércios fecharam as portas mais cedo e alunos de uma escola particular foram liberados.

No Hospital de Pronto Socorro (HPS), o gerador começou a funcionar quando a luz acabou, mas houve um momento que a unidade ficou no escuro. Funcionários disseram ao MG1 que nenhum problema mais grave foi registrado.

De acordo com a Secretaria de Saúde, houve falta de energia em todas as unidades de urgência. As Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e HPS contaram com a ajuda de geradores. No HPS, um técnico garantiu que o gerador funcionasse rápido, evitando prejuízo no atendimento. Todos os respiradores e monitores têm bateria e autonomia de funcionamento sem prejuízo aos pacientes. Nenhuma cirurgia estava sendo realizada no momento do apagão.

O plantão da Gerência de Departamento da Vigilância Epidemiológica foi acionado às 19h35 por conta do apagão. O gerador foi acionado na Central de Vacinas. Após a estabilização das temperaturas, check list realizado pela equipe, sem risco e sem perda de vacinas.

Chuva

Segundo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a rajada de vento chegou a 61,92 km/h. Em 4h, foram 21,2 milímetros de chuva no pluviômetro instalado na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). A maior pancada registrou 16,2 mm em 1h, conforme a medição automática publicada no site oficial.

Chuva intensa também foi registrada na região. Em Coronel Pacheco, por exemplo, a velocidade do vento chegou a 60,84 km/h.

A Defesa Civil em Juiz de Fora disse que não recebeu registro de ocorrências entre a noite de segunda (25) e a manhã de terça (26).

De acordo com os Bombeiros, foi atendida uma ocorrência de queda de árvore em via pública. Segundo a corporação, teve chamadas de pessoas presas em elevadores, que foram atendidas pelas empresas responsáveis pela manutenção.

Nesta terça-feira (25), as equipes dos Bombeiros estão atendendo a oito ocorrências de vistoria em risco de queda de árvore nos bairros Ladeira, duas no Nossa Senhora das Graças, Borborema, São Pedro, Salva Terra e Torreões e também um corte de árvore no Bairro Furtado de Menezes.

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Veículo: Tribuna de Minas

Editoria: Esportes

Data: 26/01/2019

Link: https://tribunademinas.com.br/noticias/esportes/26-02-2019/com-pressao-por-vitoria-jf-volei-encara-o-lanterna-apav-em-canoas.html

Título: Com pressão por vitória, JF Vôlei encara o lanterna Apav em Canoas

Técnico do time juiz-forano pede respeito ao adversário mas quer segundo triunfo na Superliga B no jogo desta quarta no RS

Por Bruno Kaehler

26/02/2019 às 19h14- Atualizada 26/02/2019 às 19h25

Após derrota para o Botafogo (RJ) no último sábado (23), o JF Vôlei volta a quadra nesta quarta-feira (27) com, segundo o técnico Marcos Henrique, a responsabilidade de vencer partida da sexta rodada da Superliga B diante do Apav Vôlei, o Canoas, no Rio Grande do Sul, às 19h. Isto porque o time juiz-forano vem de derrota em casa e encara, agora, o último colocado do torneio, que ainda não venceu nem pontuou na competição. O JF Vôlei, por sua vez, é o quinto colocado com 4 pontos somados.

Em relação ao último compromisso, Marcão espera rendimento superior em mais de um aspecto. O ataque e o bloqueio são dois dos pontos que não registraram performance dentro do esperado pela comissão técnica.

“Tanto com um passe bom, quanto ruim, precisamos diminuir os erros e os ataques bloqueados. O Botafogo teve muitos méritos na última partida, mas também não soubemos jogar contra o bloqueio do time adversário. E um dos principais pontos de Canoas é o bloqueio. Então precisamos ter muito cuidado, sacar muito bem, manter uma linha de recepção estável, porque o saque dos caras também é bom, mas o ataque tem que prevalecer sobre o bloqueio deles e ter a responsabilidade de vencer o jogo, respeitando a equipe adversária, muito bem treinada, com uma comissão técnica muito boa. O projeto tem tradição, jogar no Rio Grande do Sul não é fácil, pelo contrário, a torcida deles apoia, é um clima diferente, mas temos que fazer a nossa obrigação que é ir lá e pontuar o máximo possível”, destrincha Marcão.

Há, ainda, a necessidade de transformar estatística de aproveitamento no serviço em pontos de bloqueio. “Fomos superiores ao Botafogo no saque, mas também podemos crescer. Uma relação de 14 pontos e checks para dez erros é muito interessante. Erramos pouco. Achei que tiramos o passe da mão do levantador, um ponto importante, mas não conseguimos concluir em pontos de bloqueio. Com um pouco mais de agressividade vamos nos sair bem. No saque e no ataque”, explica Marcão.

Se o comandante da equipe optar por repetir a equipe que começou o duelo contra o Botafogo, o JF Vôlei começará o confronto com o levantador Tarik, o oposto William Kerber, os centrais Symon e Lucão, os pontas Pedro e Thiago, e o líbero Athos.

Penúltimo jogo

O duelo é o sexto e penúltimo juiz-forano pela primeira fase da Superliga B. Após o compromisso em Canoas, o JF Vôlei encerra a participação nesta etapa do torneio contra o Upis Brasília, dia 9 de março, na UFJF. Segundo o regulamento da competição, todas as oito equipes participantes avançam ao mata-mata, com cruzamento olímpico (jogos entre 1º e 8º, 2º e 7º, 3º e 6º e 4º contra o 5º) em jogo único, disputado na casa do melhor classificado na fase anterior. Nesta altura da temporada, o JF Vôlei defende a quinta colocação, com 4 pontos, um a mais que o Upis e que o São José, e está distante do Anápolis, quarto lugar, com 9 pontos.

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Veículo: G1 Zona da Mata

Editoria: Notícias

Data: 26/02/2019

Link: https://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2019/02/26/quase-cinco-anos-apos-o-previsto-jardim-botanico-deve-ser-inaugurado-em-marco-em-juiz-de-fora.ghtml

Título: Quase cinco anos após o previsto, Jardim Botânico deve ser inaugurado em março em Juiz de Fora

A data de inauguração foi alterada duas vezes pela UFJF, mas o motivo não foi informado pela instituição.

Por Caroline Delgado, G1 Zona da Mata

26/02/2019 18h39  Atualizado há 2 semanas

Depois de ter a data alterada por duas vezes, no primeiro semestre de 2014 e em março do ano passado, o Jardim Botânico da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) deve ser inaugurado no dia 22 de março. A data foi confirmada pela instituição. O objetivo do local é incentivar pesquisas e visitação com foco em educação ambiental.

A reportagem do G1 entrou em contato com a universidade que não informou o motivo do adiamento da abertura do local desde de 2014. Em nota, a assessoria respondeu que “todas as informações que a UFJF tem, no momento, sobre o assunto foram prestadas”.

No momento, o Jardim Botânico está recebendo apenas uma escola como visita piloto, para testar à dinâmica e as potencialidades dos roteiros de visitação. Os encontros escolares deverão ser agendados via site. Já as espontâneas estão condicionadas à capacidade de suporte que é de 100 pessoas.

Reunião

Na última semana, foi realizada uma reunião entre representantes da universidade e moradores do Bairro Alto Eldorado, local onde fica localizado o Jardim Botânico, para apresentar fisicamente a nova direção. De acordo com a assessoria da UFJF, o objetivo foi abrir um diálogo mais franco e direto com a comunidade.

Os representantes da instituição falaram também sobre concepções, objetivos, desafios e um breve histórico das ações que permitiram a abertura do local. No decorrer do encontro, também foram abordadas outras questões da estação de reenvio, como uma denúncia recebida pela UFJF sobre o acúmulo de água no local. A situação já foi resolvida.

Casa sustentável no Jardim Botânico em Juiz de Fora — Foto: Assessoria/Divulgação Casa sustentável no Jardim Botânico em Juiz de Fora — Foto: Assessoria/Divulgação

Casa sustentável no Jardim Botânico em Juiz de Fora — Foto: Assessoria/Divulgação

Os moradores também questionaram sobre o impacto social da estação e, de acordo com a UFJF, não há uma solução imediata. Eles também garantiram à população que estão abertos para tentar construir uma solução para a situação.

Jardim Botânico

Construído em um terreno de 845 mil m² de Mata Atlântica, na Mata do Krambeck, o espaço irá agregar pesquisa, lazer e impulsionará projetos da universidade, além de fortalecer a integração com a comunidade.

De acordo com o projeto do Jardim Botânico, o local deve contar com laboratórios, viveiros de mudas, orquidário, bromeliário, casa ecológica, restaurante, recepção, auditório e de uma “cidade de formigas”.

A reportagem do G1 também questionou a UFJF sobre as obras prontas e paradas do projeto, a universidade também não se pronunciou sobre o assunto.

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Veículo: O Tempo

Editoria: Super FC

Data: 26/02/2019

Link: https://www.otempo.com.br/superfc/v%C3%B4lei/jogo-do-jf-teve-expuls%C3%A3o-de-lorena-%C3%A1rbitro-passando-mal-e-locutor-expulso-1.2141704

Título: Jogo do JF teve expulsão de Lorena, árbitro passando mal e locutor expulso

Resultado do jogo acabou ficando em segundo plano em muitos momentos após seguidos incidentes dentro e fora de quadra

Daniel Ottoni | @supernoticiafm

26/02/19 – 15h15

O que era pra ser apenas mais um jogo pela Superliga B se transformou em uma sequência de incidentes que deixarão o jogo marcado por muito tempo. Na partida do último sábado entre JF Vôlei e Botafogo-RJ, na cidade mineira, muita discussão fez o confronto ficar acalorado.

No segundo set, o levantador Xuxa, do Botafogo, recebeu cartão amarelo após provocar o time adversário. Minutos depois, foi a vez do oposto Lorena também ser advertido, assim como o ponta Pedro, capitão do JF.  “O líbero reserva deles mostrou o dedo pra mim, me mandou ir pra vários lugares. De longe, avisei a ele que eu ensinaria como deveria se portar assim que o jogo acabasse. O segundo árbitro viu a confusão e orientou o árbitro principal a me expulsar, ignorando o que o atleta adversário havia feito. Fui expulso e o outro cara não. Fiquei revoltado, maluco. O que aconteceu ali foi um absurdo”, protesta o atleta, que foi punido com um jogo de suspensão.

No banco de reservas, Lorena foi acusado de atirar água na torcida juizforana, que logo se revoltou contra o oposto. Um dos torcedores atirou uma garrafa de água no jogador e a coisa esquentou de vez, com Lorena precisando ser contido pelos seguranças. “Recebi uma garrafada na cabeça. O ginásio do JF não tem condição de dar segurança para os atletas”, afirmou. A partida precisou ser paralisada antes de Lorena ser levado para o vestiário, inconformado com a arbitragem.

A situação parecia mais tranquila quando o primeiro árbitro se sentiu mal, precisando ser atendido pela equipe médica que estava no ginásio. A interrupção seguiu e chegou aos 25 minutos de bola parada. Não bastando tudo que já tinha acontecido, no final do jogo, o animador da torcida do JF também se envolveu em confusão. “Ele afirmava para a torcida que eu tinha jogado água na arquibancada, incitou o ódio de quem tinha ido ver o o jogo”, conta Lorena. A arbitragem solicitou a sua expulsão após ouvir algum tipo de manifestação indevida.

O resultado, que pareceu ficar em segundo plano em muitos momentos, foi de 3 a 1 para o Botafogo, que está na vice-liderança do torneio de acesso, atrás do Apan Blumenau-SC. O Lavras, outro representante mineiro, está na terceira posição. O JF, que foi somente advertido pela CBV, está em quinto. Todos os oito times participantes já estão classificados para as quartas de final, com a fase de classificação servindo para definir os cruzamentos.

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Veículo: Prefeitura de Juiz de Fora

Editoria: Notícias

Data: 26/02/2019

Link: https://www.pjf.mg.gov.br/noticias/view.php?modo=link2&idnoticia2=63699

Título: Técnicas da Secretaria de Educação divulgam livro sobre atividades da Formação Continuada

Portal de Notícias PJF | Técnicas da Secretaria de Educação divulgam livro sobre atividades da Formação Continuada | SE – 26/2/2019Na tarde desta terça-feira, 26, representantes da Secretaria de Educação (SE) da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) apresentaram o livro “Escrita de Docentes em Formação: Compartilhando Saberes em Relatos de Experiência” ao prefeito Antônio Almas, em seu gabinete. O evento contou com a participação da secretária de Educação, Denise Vieira Franco, da equipe técnica da SE e de professoras da rede municipal que tiveram seus relatos publicados no livro.

A publicação foi idealizada pelas técnicas de educação da Supervisão de Formação Continuada da SE, Queila Adriana Alcântara e Maria Olinda Venâncio, e é resultado da “Oficina Escrita de Textos: Gênero Relato de Experiência”, realizada no Centro de Formação do Professor. O livro, publicado através do Fundo de Apoio à Pesquisa na Educação Básica (Fapeb), apresenta coletânea de relatos de experiências dos professores da rede municipal e técnicos da SE que também trabalham com a Formação Continuada, além de duas professoras da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). ”À medida em que desenvolvíamos as oficinas, fomos arquivando o material de 2015 e 2016, e percebendo a importância do que tinha sido elaborado. Montamos, então, o projeto, e apresentamos ao Fapeb, que o aprovou para publicação”, explicou Maria Olinda.

De acordo com as idealizadoras, na obra estão presentes projetos e ações de sucesso na educação, feitos em sala de aula. A organização destes relatos representa não só a finalização do curso, mas a concretização de um resultado positivo e discussões ocorridas durante o processo. Além de trazer a vivência do cotidiano da escola amparada na teoria, o trabalho revela que no fazer docente há sempre aprendizado e redescoberta de novos modos de educar e escolarizar. Para Queila Alcântara, foi uma experiência muito rica: “Teve também algo importante que aconteceu no projeto, pois não foi só a escrita: foi também a questão de refletir sobre sua prática. A partir do momento que escreveram, eles leram e começaram a refletir sobre tudo aquilo que de fato fizeram”.

Ao final do evento, o prefeito recebeu um exemplar da publicação. Inicialmente foram impressos cerca de 440 exemplares, sendo que uma parte será doado às escolas da rede municipal.

Formação Continuada

A SE realiza trabalho de formação do seu corpo docente. Para isso, possui, dentre outras ações, o Centro de Formação do Professor, que abriga os eventos de Formação Continuada da rede municipal de educação. No espaço é realizada programação com atividades variadas, agendadas pela SE, com objetivo de proporcionar momentos de trocas de experiências e discussões teórico-práticas, para atender as especificidades da rede municipal, contribuindo com a melhoria do processo ensino pedagógico e o aprimoramento de seus profissionais.

Foi reproduzido em: UOL Notícias

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Veículo: Toque de Bola

Editoria: Notícias

Data: 27/02/2019

Link: https://www.toquedebola.esp.br/2019/02/descontrolado-lorena-rouba-a-cena-em-jf-volei-x-botafogo-veja-como-foi/

Título: Descontrolado, Lorena rouba a cena em JF Vôlei x Botafogo

[Texto não copiável]

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Veículo: JM Online

Editoria: Política

Data: 27/02/2019

Link: https://www.jmonline.com.br/novo/?noticias,6,POL%C3%8DTICA,175171

Título: MEC libera quase R$ 22 milhões para instituições federais de ensino mineiras

A Universidade Federal do Triângulo Mineiro foi uma das contempladas com R$660.941

27/02/2019 – 00:00:00. – Por Marconi Lima Última atualização: 27/02/2019 – 07:49:54.

O Ministério da Educação liberou o montante de R$21,6 milhões em recursos financeiros às instituições federais de ensino de Minas Gerais vinculadas à pasta. Os recursos serão aplicados na manutenção, custeio e pagamento de assistência estudantil, entre outros. No total, 11 universidades receberam recursos do MEC. A Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) foi uma das contempladas com R$660.941. A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) foi a instituição agraciada com o maior montante, R$4,8 milhões.

Outras instituições contempladas foram a Universidade Federal de Uberlândia (UFU), com R$3.371.600; Fundação Universidade Federal de Viçosa (UFV), com R$1.519.901; Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), com R$1.511.242; foi repassado à Universidade Federal de Lavras (Ufla) o valor de R$1.313.842; para a Fundação Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) foram R$1.091.789; já a Universidade Federal de Itajubá (Unifei) recebeu R$790.735; para a Fundação Universidade Federal de São João Del-Rei (UFSJ) foram R$787.730; enquanto para a Universidade Federal do Vale do Jequitinhonha e Mucuri (UFJVM) foram destinados R$741.298 e para a Universidade Federal de Alfenas (Unifal), R$663.028.

O Instituto Federal do Triangulo Mineiro (IFTM) teve R$563.519 em recursos destinados. Para os institutos federais, o maior volume, R$961.936, foi aplicado no Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG); em seguida, R$913.639 no Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG); R$770.286 para o Instituto Federal do Sul de Minas Gerais (Ifsul de Minas); R$588.977 ao Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais (IF Sudoeste de Minas), e R$540.884 ao Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG).

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Veículo: Tribuna de Minas

Editoria: Cidade

Data: 27/01/2019

Link: https://tribunademinas.com.br/noticias/cidade/27-02-2019/equipe-da-ufjf-e-campea-em-competicao-de-baja.html

Título: Equipe da UFJF é campeã em competição de baja

Estudantes também conquistaram o 4° lugar em aceleração e 6° em tração no desafio que reuniu universidades de todo o país

Por Tribuna

27/02/2019 às 20h32

A 25° Competição Baja SAE Brasil rendeu uma conquista inédita aos alunos da equipe de competição Rampage Baja, da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), que participaram pela primeira vez das provas dinâmicas. Além do título no desafio de Velocidade Máxima, a equipe faturou o 4° lugar em aceleração e 6° em tração. A competição reuniu 87 carros de todo o Brasil em uma só cidade, São José dos Campos (SP), entre os dias 20 a 24 de fevereiro. O desafio tem o objetivo de incentivar alunos de Engenharia a apresentarem, em competições entre equipes, os projetos desenvolvidos em suas universidades, promovendo o avanço na área e proporcionando experiência técnico-científica aos graduandos.

Para a equipe, o trabalho é uma oportunidade de garantir destaque para a universidade e, consequentemente, mais investimento no projeto de pesquisa e desenvolvimento de protótipos de destaque nacional. A equipe também disputou a modalidade de enduro, circuito automobilístico de terreno extremamente acidentado, onde são consideradas a quantidade de voltas dadas pelo carro e o tempo gasto pelas equipes com o objetivo de avaliar a eficiência, a robustez e a agilidade do protótipo. Nesta prova a Rampage enfrentou dificuldades e terminou na 44ª posição.

O nome Rampage Baja foi pensado em alusão à Ram, espécie de bode natural do deserto de Baja, localizado na Califórnia (EUA), onde surgiram os carros modificados que originaram o Baja SAE. A equipe da UFJF é composta atualmente por 20 estudantes, em sua maioria, dos cursos Engenharia Mecânica e Elétrica. O projeto também disponibiliza vagas para colaboração de alunos dos cursos de Ciências Contábeis; Economia; Artes e Design; Comunicação; Direito; Administração; Engenharia de Produção; Engenharia Ambiental e Sanitária, entre outros.

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Veículo: JF Clipping

Editoria: Notícias

Data: 27/02/2019

Link: https://jfclipping.com.br/2019/02/27/alunos-da-ufjf-conquistam-o-titulo-de-baja-mais-rapido-do-brasil-noticias-ufjf/

Título: Alunos da UFJF conquistam o título de baja mais rápido do Brasil – Notícias UFJF

UFJF em 27/02/2019 12:35

Os alunos da equipe de competição Rampage Baja, da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), chegaram da 25° Competição Baja SAE Brasil com uma conquista inédita: neste ano, participando pela primeira vez das provas dinâmicas, conquistaram o 1° lugar no desafio de Velocidade Máxima, além de terem garantido o top 10 nas outras fases de que participaram.

O evento aconteceu em São José dos Campos (SP), dos dias 20 a 24 deste mês.

De acordo com o gerente de gestão, Lucas Martins Corrêa, o carro apresentou dificuldades nas provas de segurança estática, mas teve uma boa performance nos desafios de segurança dinâmica. “Conseguimos pela primeira vez competir as provas dinâmicas. Competimos em três delas, ficando em 1° lugar em velocidade máxima, com 45 pontos, 4° lugar em aceleração, e 6° em tração.”

No enduro, circuito automobilístico de terreno extremamente acidentado, em que se conta a quantidade de voltas dadas pelo carro e o tempo gasto pelas equipes com o objetivo de avaliar a eficiência, a robustez e a agilidade do protótipo, a Rampage enfrentou dificuldades, conseguindo concluir oito voltas. Segundo o capitão da equipe, Rafael Magalhães, um componente falhou durante a prova de enduro, no domingo, e a equipe caiu de 22° para 44°, sua classificação final. “Mas trouxemos um troféu pra casa e, graças à toda equipe, apoiadores e patrocinadores, posso dizer com orgulho que a UFJF tem o mini-baja SAE mais rápido do Brasil.”

A gerente de freios da Rampage, Lavínia Araújo Lima, relatou que o trabalho pré-competição é árduo e cansativo, já que as necessidades para se desenvolver um protótipo competitivo são variadas: “Limitantes como poucos recursos financeiros, falta de acesso a determinados maquinários e ferramentas são desafios a serem contornados. Por ser um protótipo de pesquisa e desenvolvimento em mobilidade, é preciso muito investimento para ser destaque e trazer bons resultados para casa.”

Ela acrescentou que a conquista representa não apenas o trabalho desenvolvido ao longo do ano, “mas também uma oportunidade de maior destaque nos segmentos da Universidade e, consequentemente, maiores investimentos em nossa equipe, para, cada vez mais, podermos desenvolver protótipos de destaque nacionalmente e levar o nome da UFJF ainda mais longe”.

A equipe

A Rampage Baja foi nomeada assim em alusão à Ram, espécie de bode natural do deserto de Baja, localizado na Califórnia (EUA), onde surgiram os carros modificados que originaram o Baja SAE. A equipe é composta atualmente por 20 estudantes, em sua maioria, dos cursos Engenharia Mecânica e Elétrica. Mas há vagas para integrantes dos cursos de Ciências Contábeis; Economia; Artes e Design; Comunicação; Direito; Administração; Engenharia de Produção; Engenharia Ambiental e Sanitária, entre outros.

O desafio proposto às universidades do Brasil tem o objetivo de incentivar os alunos de Engenharia a apresentarem, em competições entre equipes, os projetos que desenvolveram. O intuito da competição é incentivar o avanço da área de engenharia da mobilidade e proporcionar uma experiência técnico-científica aos estudantes de graduação. Neste ano, 87 carros de todo o Brasil participaram do evento.

Outras informações: (32) 2102-3454 (Diretório Acadêmico de Engenharia)

Clique aqui para ver esta matéria na fonte original.

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Veículo: G1 Zona da Mata

Editoria: Notícias

Data: 27/02/2019

Link: https://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2019/02/27/ufjf-divulga-abertura-de-edital-para-contratacao-de-professores-substitutos.ghtml

Título: UFJF divulga abertura de edital para contratação de professores substitutos

Há vagas para atuação nos campi de Juiz de Fora e Governador Valadares.

Por G1 Zona da Mata

27/02/2019 18h44  Atualizado há 23 horas

A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) divulgou nesta quarta-feira (27) a abertura de um edital de processo seletivo para contratação de três professores substitutos. De acordo com a instituição, há vagas para atuação nos campi de Juiz de Fora e Governador Valadares.

Os interessados devem ficar atentos ao prazo para as inscrições, que são gratuitas, e começam no dia 7 de março e terminam no dia 14 do mesmo mês. É recomendado também que os candidatos avaliem os pré-requisitos para cada cargo antes de efetuarem as inscrições.

As duas vagas para o campus Juiz de Fora são para o Instituto de Ciências Humanas, no Departamento de História, e a Faculdade de Administração e Ciências Contábeis, no Departamento de Finanças e Controladoria.

No campus de Governador Valadares, a vaga é para o Departamento de Medicina, do Instituto de Ciências da Vida, com área de concentração em Epidemiologia, Saúde Coletiva, Métodos Epidemiológicos, Estágio Obrigatório em Saúde Coletiva e Temas Integradores em Clínica Ampliada.

As informações para os cargos, bem como as datas e horários das provas estão disponíveis no site da Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (Progepe) da UFJF.

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Veículo: G1 Zona da Mata

Editoria: Notícias

Data: 27/02/2019

Link: https://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2019/02/27/apos-visita-a-barragens-em-juiz-de-fora-relatorios-sao-apresentados-em-audiencia-publica-na-camara.ghtml

Título: Após visita a barragens em Juiz de Fora, relatórios são apresentados em audiência pública na Câmara

Segundo Comissão de Urbanismo, uma das barragens de rejeitos está sendo ampliada e plano de emergências da Cesama deve ficar pronto no segundo semestre.

Por MGTV

27/02/2019 13h14  Atualizado há 2 semanas

A Comissão de Meio Ambiente da Câmara Municipal de Juiz de Fora se reuniu nesta terça-feira (26), com representantes das barragens instaladas na cidade. Foram apresentados os resultados do trabalho de vistoria e monitoramento feitos. No início desse mês, os parlamentares visitaram as barragens da cidade acompanhados de técnicos da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

O foco da reunião, que durou cerca de quatro horas, foi cobrar monitoramentos e fiscalizações para oferecer mais segurança à população. Uma das principais preocupações levantadas na audiência foi a falta de sistemas de alarmes nas barragens de rejeitos, caso ocorra algum problema. Segundo o responsável pela empresa, sirenes devem ser instaladas neste semestre, mas nenhuma data ficou definida.

Em relação às barragens de rejeitos, a da Pedra, sob administração da Nexa Resources, está sendo ampliada. A capacidade deve passar de 1,5 milhão de metros cúbicos para 3,5 milhões. A barragem armazena metais não ferrosos. O rejeito é o jarosita, minério formado a partir do processamento do zinco. A barragem dos Peixes, também sob administração da Nexa, está inativa desde 2007. Tem capacidade de armazenamento de 870 mil metros cúbicos.

O monitoramento das três represas também foi discutido. O diretor de Desenvolvimento e Expansão da Companhia de Saneamento Municipal (Cesama), Marcelo Mello do Amaral, disse que não existem planos de ação de emergência caso algum problema seja registrado. A intenção da companhia é implementar o plano a partir do segundo semestre de 2019.

Ele ainda pontuou que as represas de São Pedro e João Penido têm médio risco de um possível problema, como rompimento, erosão ou vazamento. Já a de Chapéu D’Uvas apresenta baixo risco.

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Veículo: G1 Zona da Mata

Editoria: Notícias

Data: 27/01/2019

Link: https://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2019/02/27/mundo-da-imaginacao-sai-de-livro-e-vira-bloco-para-pequenos-folioes-em-cidades-da-zona-da-mata.ghtml

Título: Mundo da imaginação sai de livro e vira bloco para pequenos foliões em cidades da Zona da Mata

Circuito de pré-carnaval literário inspirado na série ‘Diário da Professora Bela’ ocorre nessa semana nas cidades de Rio Novo e Chácara.

Por Amanda Andrade, G1 Zona da Mata

27/02/2019 16h45  Atualizado há 2 semanas

Buscando unir o mundo da literatura com a animação dos pequenos foliões, a série de livros “Diário da Professora Bela”, da escritora Lauriana Paiva, se transforma em um bloquinho para o circuito de pré-carnaval literário nesta quarta-feira (27) em Rio Novo e quinta-feira (28) em Chácara.

O livro foi escrito em forma de diário e conta a história de uma professora em viagem pelo mundo da imaginação. A obra, que conta com ilustrações de Júlia Itaborahy, busca estimular crianças e adultos a escreverem suas próprias histórias. O livro foi lançado de forma independente.

Em Rio Novo, o bloco literário acontece no clube Acauâ, na Avenida Francisco Borges Filho, Bairro Vereda do Sol, com estandartes da Professora Bela, marchinhas, fantasias.

Segundo a Secretária de Educação de Rio Novo, Luciana Borges, também haverá participação de bonecos gigantes do tradicional bloco do Zé Pereira e a bateria das escolas de samba Mocidade Dependente de Rio Novo e Unidos de Barrabás.

Em Chácara, a festividade ocorre às 14h na quinta-feira (28), na Quadra Poliesportiva da cidade. De acordo com a Secretária Municipal de Educação, Elisabeth Perotti, o evento vai contar com desfiles de fantasia e distribuição de pipoca, além de marchinhas tradicionais do carnaval.

O Diário da Professora Bela

O lançamento do primeiro volume da série, intitulado de “O Segredo”, aconteceu também em ritmo carnavalesco na última quinta-feira (21), na Biblioteca Municipal de Juiz de Fora. Bela, a professora que dá nome a série, é uma criação da também professora Lauriana Paiva, que dá aula de língua portuguesa dos anos iniciais do Colégio de Aplicação João XXIII, vinculado à UFJF.

Em entrevista ao G1, Lauriana contou que queria fazer um lançamento com um bailinho de carnaval, levando as crianças para a magia do mundo da imaginação,que é abordada no livro.

A ideia era para as crianças irem fantasiadas com seus personagens preferidos, fato que também acontece com os alunos da Professora Bela, já que muitos deles criam personagens no mundo da imaginação. O bailinho de lançamento foi expandido para um bloco de carnaval na sexta-feira (22) pela manhã, no corredor da Biblioteca Municipal, junto com as crianças do projeto “Escola de Escritores”.

O projeto do livro surgiu à partir de um questionamento de um aluno, em 2017. “Eu participo da comissão de organização da feira do livro do Colégio de Aplicação João XXII, sempre leio muito o que as crianças compram na feira e os livros que eles trazem. Naquele ano, de uma sala de 30 alunos, eles me emprestaram 27 livros com estilo de diário.” contou a escritora. Esse estilo de leitura, muito popular entre os mais novos, tem alguns best sellers como a série “Diário de um Banana”, “Querido Diário Otário” , “Diário de uma Garota Nada Popular” , entre outros.

Após a leitura de todos esses livros, que durou cerca de dois meses, Lauriana comentou com os alunos que já havia lido todas as aventuras do gênero, até ser questionada por um aluno. “Ele disse que não li todos os diários, porque tem um que não existe e jamais vai ser escrito: O diário de uma professora. O professor pede para as crianças fazerem redações, dão nota para essas produções, mas eles não escrevem para os alunos, não constroem seus textos e não mostram essa produção para os estudantes” concluiu.

Lauriana afirma que já tem história para os próximos livros, mas ainda não tem previsão de lançamento, já que vai esperar sentir a reação dos primeiros leitores e dos projetos paralelos. O “Diário da Professora Bela” já está sendo trabalhado em escolas da rede municipal de Rio Novo, Chácara e no Colégio João XXIII. Além disso, a professora desenvolveu 15 ações de projeto de extensão que serão realizados ao longo do ano sobre incentivo a leitura, no colégio de aplicação da UFJF.

Um concurso de redações da Professora Bela, voltado para pequenos escritores que viajam pelo mundo da imaginação, deve acontecer em março. As redações escolhidas irão integrar um livro digital e as informações serão disponibilizadas em breve nas redes sociais da série.

Quem tiver interesse, pode comprar o livro entrando em contato com a autora nas redes sociais ou solicitar através do e-mail diariodaprofessorabela@gmail.com.

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Veículo: Globo Esporte

Editoria: Notícias

Data: 27/02/2019

Link: https://globoesporte.globo.com/mg/zona-da-mata-centro-oeste/volei/noticia/cbv-suspende-oposto-lorena-e-adverte-jf-volei-por-locutor-expulso.ghtml

Título: CBV suspende oposto Lorena e adverte JF Vôlei por locutor expulso

Confederação aplica sanções automáticas pelo ocorrido no jogo JF Vôlei x Botafogo. Caso será analisado pelo STJD

Por GloboEsporte.com — Juiz de Fora, MG

27/02/2019 14h34  Atualizado há 2 semanas

O oposto Lorena, do Botafogo, e o JF Vôlei sofreram sanções da CBV. Em nota, a Confederação esclareceu que o regulamento prevê sanções automáticas para os casos que aconteceram na partida entre as equipes no último sábado, em Juiz de Fora.

Conforme nota oficial da CBV, Lorena está suspenso do jogo de hoje contra Blumenau. Já o time mineiro foi advertido por não garantir que o locutor animador se comportasse profissionalmente. De acordo com a assessoria da Confederação, o departamento de Competições de quadra, que coordena a Superliga B, recebeu nesta quarta-feira o relatório e a súmula da partida, e já enviou ao STJD, que vai agendar o julgamento do caso.

O JF Vôlei visita Canoas nesta quarta, às 18h, no Rio Grande do Sul. O Glorioso recebe Blumenau às 19h, no Rio.

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Veículo: Globo Esporte

Editoria: Notícias

Data: 27/02/2019

Link: https://globoesporte.globo.com/mg/zona-da-mata-centro-oeste/noticia/jf-volei-pega-canoas-e-tecnico-quer-corrigir-falhas-apresentadas-contra-botafogo.ghtml

Título: JF Vôlei pega Canoas, e técnico quer corrigir falhas apresentadas contra Botafogo

Comandante minimiza confusão e diz que equipe errou demais contra o Glorioso. Bola sobe às 19h desta quarta, no Rio Grande do Sul

Por GloboEsporte.com — Juiz de Fora, MG

27/02/2019 07h00  Atualizado há 2 semanas

O JF Vôlei mal teve tempo de respirar após a derrota para o Botafogo em um jogo recheado de polêmicas no último sábado em Juiz de Fora. Nesta quarta, o time volta à quadra para encarar o Canoas, a partir das 19h, no Rio Grande do Sul, pela sexta rodada da Superliga Masculina B.

Embora lamente as falhas apresentadas contra o Botafogo na Arena UFJF, o técnico Marcão diz que é hora de pensar em frente. Para ele, os jogos contra Canoas e Brasília – este no dia 9 de março em Juiz de Fora – serão difíceis e fundamentais.

– Agora temos dois adversários, bons, mas que temos obrigação de vencer. Vamos confiantes para tentar buscar a vitória, nosso único objetivo – declarou.

Sobre a derrota para o Botafogo no último final de semana na Arena UFJF, Marcão disse que sua equipe perdeu porque vacilou muito, sobretudo no bloqueio. Ele nega que as confusões em quadra tenham influenciado no marcador.

– Jogamos mal, não tivemos paciência principalmente pra tomar a melhor decisão no ataque. Fomos superiores no saque e no passe, recebemos bem, mas no ataque alimentamos muito o bloqueio deles, tiveram o dobro de pontos sobre o nosso. Em momentos decisivos também não conseguimos rodar e é algo que estamos trabalhado. Sobre a confusão, em nenhum momento vi os meninos nervosos ou tensos pela confusão. O outro time também não teve mais gana de vencer por aquilo, jogaram como vinham jogando. Acho que não influenciou – fechou.

Tanto JF Vôlei quanto Canoas estão na segunda metade da tabela. Os mineiros estão na quinta colocação com quatro pontos somados. Os gaúchos não têm pontos e ocupam a lanterna.

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Veículo: Acessa.com

Editoria: Cidade

Data: 27/02/2019

Link: https://www.acessa.com/cidade/arquivo/noticias/2019/02/27-com-comida-gratuita-banquetaco-protesta-contra-fim-consea-juiz-fora/

Título: Com comida gratuita, Banquetaço protesta contra fim do Consea em Juiz de Fora

O ato político pretende abrir diálogo com a população sobre a importância do retorno do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional, extinto pela MP 870/2019

27/02/2019

Dezenas de pessoas estiveram presentes o primeiro Banquetaço de Juiz de Fora nesta quarta-feira, 27 de fevereiro. Durante o evento foram servidas 1.200 refeições que tiveram como ingrediente principal a mandioca. O ato político apartidário foi organizado por movimentos sociais, organizações, coletivos, agricultores familiares e locais, professores e estudantes da UFJF com o intuito de abrir diálogo com a população sobre a importância do retorno do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), extinto pela Medida Provisória 870/2019. Veja mais informações aqui.

Para esclarecer de forma lúdica o assunto, os integrantes do movimento fizeram apresentações musicais, intervenções poéticas com temas ligados a boa alimentação e soberania alimentar e um número de palhaços com o ator juiz-forano Marcos Marinho.

A educadora ambiental e alimentar, além de integrante do Monte de Gente Interessada em Cultivo Orgânico (Mogico), Rachel Zacarias, diz que o Banquetaço, realizado ao mesmo tempo em mais de 40 cidades do país, se propôs servir comida de verdade, orgânica, agroecológica com sentido de sensibilizar a população contra o fim do Consea. “No início deste governo ele foi extinto e é um órgão muito importante porque assessora as políticas públicas relacionadas a segurança alimentar, onde a sociedade civil também participa. Nós estamos falando de forma amorosa que é possível ter uma comida boa de verdade!”.

As organizações criaram uma Petição Pública para arrecadar assinaturas em defesa do órgão e pode ser acessado por este link.

O Banquetaço começou em São paulo, em 2017, e é fruto de um movimento de defesa da boa alimentação no Brasil. Um coletivo mobilizador de redes que por meio de banquetes públicos viabiliza questões políticas e alimentares urgentes e pressiona por tomadas de decisões em prol do bem comum.

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Veículo: Tribuna de Minas

Editoria: Política

Data: 27/02/2019

Link: https://tribunademinas.com.br/noticias/politica/27-02-2019/banquetaco-protesta-contra-extincao-do-conselho-de-seguranca-alimentar.html

Título: Banquetaço protesta contra extinção do conselho de segurança alimentar

Realizado em mais de 40 cidades, movimento reuniu produtores rurais, chefs, instituições e movimentos sociais em JF

Por Júlia Pessôa

27/02/2019 às 20h05

A extinção do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) pela Medida Provisória 870/2019 motivou o protesto denominado Banquetaço, em que foram servidas mais de 15 mil refeições em cerca de 40 cidades de todos os estados do país, nesta quarta-feira (27). Em Juiz de Fora, cozinheiros, chefs de cozinha, ativistas de diversos movimentos e produtores locais se reuniram no Calçadão, em frente ao Cine-Theatro Central, para preparar uma grande refeição com alimentos agroecológicos, advindos da agricultura familiar, livres de agrotóxicos e conservantes e preparados coletivamente pelos voluntários. Da cidade, estiveram presentes, entre outros, Thiago Caiafa, Ingrid Borges e Fred Mendes. No Brasil, o ato reuniu vários chefs renomados, como Alex Atala, Bel Coelho, Helena Rizzo, Mara Salles, Ivan Ralston, Nina Horta, Josimar Melo.

Fundado no governo do presidente Itamar Franco, o Consea teve papel importante no combate à fome no país. Apesar disso, suas atividades foram interrompidas em 1995, tendo sido retomadas somente em 2003. “O trabalho do Consea teve grande responsabilidade pela saída do Brasil do Mapa da Fome, é um órgão que funciona. Sua extinção vai contra várias conquistas que tivemos lentamente, no sentido do combate à fome, ao direito à alimentação adequada, à inclusão, à segurança alimentar…. Esse evento é um ato político contra essa medida e também uma celebração da segurança alimentar e da atuação do Consea, porque comer é muito mais do que se alimentar; a gente se reúne, troca ideia, convive”, diz a produtora rural Christina Schitini, uma das organizadoras do protesto em Juiz de Fora e coordenadora da cozinha do Banquetaço.

No menu, dois pratos foram servidos: um bolo de mandioca salgado com legumes e pancs (plantas alimentícias não convencionais) com uma farofa da casca de mandioca) e uma salada com os mesmos ingredientes, servida com vinagrete à base de cebola. “É um banquete com produtos locais, orgânicos e agoecológicos. O que estamos mostrando é a variedade nutricional e a riqueza destes ingredientes, com os quais fizemos dois pratos completamente distintos, mas equilibrados, saudáveis, ambiental e socialmente justos”, completa. Além dos pratos feitos pelos voluntários, o evento teve outros itens advindos de doação: quibe, pão, quiche, bolo de aipim doce e outros.

Para Angélica Cosenza, coordenadora do grupo de educação ambiental da UFJF, o Banquetaço transcende a questão da segurança alimentar. “Ele fala, sim, de alimentação saudável, sem agrotóxico e do combate à fome, mas a questão da agroecologia também envolve o direito à terra, à saúde, à soberania alimentar, aos direitos essenciais. Por isso, temos tantas instituições reunidas aqui hoje”. Apesar da dissolução do Consea em âmbito nacional, existem conselhos municipais que atuam em cada cidade, e o de Juiz de Fora também estava presente no protesto. “Sem o Consea, não há as conferências que realizamos para debater as necessidades de política pública da segurança alimentar. A extinção do conselho vai contra a Constituição de 1988 e o estabelecimento do controle social em diversos níveis, inclusive o da segurança alimentar. É uma insanidade, uma ameaça à democracia e à cidadania”, avalia o presidente do Consea local, Hugo Bento.

O presidente da Mogico (Monte de gente interessada em cultivo orgânico), Cazé Werner, destacou também o impacto econômico da dissolução do Consea. “Em Juiz de Fora, por exemplo, a Zona Rural não chega a representar 0,5% do PIB. Quando houve a greve dos caminhoneiros, a cidade ficou desabastecida. O que é produzido hoje com tantos agrotóxicos e outros venenos não pode sequer ser chamado de alimento. Por isso, a importância do Consea em âmbito federal, que cria mecanismos de incentivo ao consumo da segurança alimentar, do alimento bom, que cuida da saúde e não adoece. Isso também impacta as feiras, o produtor local. Cuidando da alimentação, cuidamos da terra, da economia e das pessoas.”

MP tem que ser apreciada pelo Congresso

A ideia do Banquetaço é viabilizar discussões sobre políticas alimentares através de banquetes públicos. A primeira ação aconteceu em São Paulo, em 2017, quando o então prefeito João Dória (PSDB) quis implantar a “Farinata”, complemento alimentar que seria produzido à base de produtos alimentares próximos de sua data de validade, para ser incluída na merenda municipal e em centros de acolhida da cidade.

A ideia de Dória foi apelidada de “ração humana”, com fortes críticas de especialistas e do Conselho Regional de Nutricionistas de São Paulo, culminando com o protesto de agricultores, nutricionistas, membros do Consea, cozinheiros e ativistas que, na época, serviram duas mil refeições para conscientizar sobre a importância de uma alimentação adequada e saudável. Diante da polêmica e da abertura de procedimento do Ministério Público para acompanhar a iniciativa, Dória recuou e anunciou a ampliação da compra de produtos orgânicos.

Nesta edição, o protesto vem no sentido de revogar a decisão do presidente Jair Bolsonaro (PSL), que por meio de MP 870/2019, altera disposições constantes da Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional (Losan), responsável por assegurar o direito humano à alimentação adequada. A iniciativa dissolve o Consea, órgão de assessoramento direto da Presidência da República e integrante do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan). Apesar de produzir efeitos jurídicos imediatos, a MP precisa da posterior apreciação pelas Casas do Congresso Nacional (Câmara e Senado), para se converter definitivamente em lei ordinária.

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Veículo: JF Clipping

Editoria: Notícias

Data: 28/02/2019

Link: https://jfclipping.com.br/2019/02/28/ufjf-gv-realiza-posse-de-nova-servidora-noticias-ufjf/

Título: UFJF-GV realiza posse de nova servidora – Notícias UFJF

UFJF em 28/02/2019 11:24

UFJF-GV realiza posse de nova servidora

28 de fevereiro de 2019

A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) realizou na tarde desta quarta-feira, 9, na sede administrativa do campus Governador Valadares, a posse de Juliane de Carvalho Albuquerque.

Graduada em Biomedicina e mestre em Análises Clínicas e Toxicológicas, a servidora vai exercer o cargo de Técnica de Laboratório de Análises Clínicas no Departamento de Ciências Básicas da Vida (DCBV).

Natural de Belo Horizonte, Juliane mora em Governador Valadares desde 2015. Em 2018, iniciou o Doutorado na UFJF-GV através do Programa de Pós-graduação em Bioquímica e Biologia Molecular (PMBqBM), sendo orientada pelo professor Ângelo Márcio Leite Denadai. “Espero muito poder contribuir com o crescimento da universidade. Enquanto estudante de doutorado, eu já percebo que os servidores daqui são muito empenhados em fazer a UFJF-GV evoluir. Então é chegar, arregaçar as mangas e contribuir para isso”, destacou Juliane após assinar o termo de posse acompanhada pelo marido Manoel Assad.

A cerimônia conduzida pelo diretor-geral, Peterson Andrade, contou ainda com a participação de Renato Araújo, Coordenador de Gestão de Pessoas da UFJF-GV; Cibelle Veloso Rodrigues, Coordenadora Local do PMBqBM; e Ione Maria de Matos, Chefe do DCBV. “Seja bem-vinda ao nosso departamento. Temos uma equipe muito unida e competente que certamente vai te auxiliar da melhor maneira possível nesta sua chegada”, afirmou Ione.

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