Veículo: Tribuna de Minas

Editoria: Política

Data: 10/12/2018

Link: https://tribunademinas.com.br/noticias/politica/10-12-2018/elizabeth-juca-sera-secretaria-de-impacto-social-de-zema.html

Título: Elizabeth Jucá será secretária de Impacto Social de Zema

Como já havia sido antecipado no site da Tribuna na manhã de segunda-feira (10), o governador eleito Romeu Zema (Novo) anunciou os nomes de novos integrantes do futuro escalão de seu governo, que terá início em janeiro de 2019. As indicações trazem um nome ligado à política juiz-forana. Atual secretária municipal de Saúde da Prefeitura de Juiz de Fora, Elizabeth Jucá foi confirmada para a Secretaria de Estado de Impacto Social, que vai reunir as atuais pastas de Trabalho e Desenvolvimento Social. Pela manhã, o futuro governador já havia afirmado à reportagem que a lista de secretários a ser anunciada traria um nome “conhecido da Zona da Mata”.

Jucá é servidora de carreira da Prefeitura de Juiz de Fora. No Município, já desempenhou as funções de Controladora Geral do Município e também foi titular da Secretaria Municipal de Planejamento e Gestão (Seplag). Ela tem mestrado em Liderança e Gestão Pública e é especialista em Finanças pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), por onde também se graduou em Ciências Econômicas.

Elizabeth Jucá está no primeiro escalão da PJF desde o primeiro mandato do ex-prefeito Bruno Siqueira (MDB), ocupando primeiro a Seplag. Desde fevereiro de 2016, assumiu efetivamente a titularidade da Secretaria Municipal de Saúde, função que já havia exercido de forma interina. Ela permaneceu no cargo após a renúncia de Bruno, mantendo-se, assim, no núcleo duro do governo municipal, agora encabeçado pelo prefeito Antônio Almas (PSDB). Ela também atuou no primeiro escalão da PJF durante o terceiro mandato do ex-prefeito Tarcísio Delgado (PSB).

“Reconhecimento”

“A economista Elizabeth Jucá, que ocupa o cargo de secretária de Saúde de Juiz de Fora, afirmou que se sentiu muito honrada com o convite, por considerá-lo um reconhecimento pelo trabalho de mais de 30 anos como servidora pública de carreira da Prefeitura, onde já atuou como controladora geral e secretária de Planejamento e Gestão. Elizabeth informou que ainda vai receber detalhes da nova pasta e das áreas de atuação com a equipe de transição do governador eleito, Romeu Zema. Somente a partir dessas informações poderá definir, junto ao governador eleito, o planejamento e as prioridades para o setor no estado”, afirmou nota, divulgada pela Prefeitura de Juiz de Fora, que também trouxe as primeiras palavras da futura secretária de Estado de Impacto Social.

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Veículo: G1 Minas

Editoria:

Data: 10/12/2018

Link: https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2018/12/10/zema-anuncia-nomes-para-a-saude-impacto-social-e-ouvidoria-geral-do-estado.ghtml

Título: Zema anuncia nomes para a Saúde, Impacto Social e Ouvidoria Geral do Estado

O governador eleito de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) anunciou, nesta segunda-feira (10), outros dois nomes que vão compor seu secretariado. O médico Wagner Eduardo Ferreira vai assumir a pasta da saúde. A economista Elizabeth Jucá, que atualmente é secretária de saúde de Juiz de Fora, cujo prefeito é Antonio Almas (PSDB), vai assumir o Impacto Social, que deve unir as secretarias do Trabalho e Desenvolvimento Social.

Zema também adiantou que quem irá assumir a Ouvidoria Geral do Estado será a advogada Simone Deoud.

No dia 22 de novembro, ele já havia anunciado os secretários de Fazenda (o contador Gustavo Barbosa) e o de Planejamento e Gestão (Otto Alexandre Levy Reis).

De acordo com suas promessas de campanha, Zema pretende reduzir o número de secretarias para nove.

Perfis

Wagner Eduardo Ferreira

Nascido em Belo Horizonte (MG), Wagner Eduardo Ferreira é médico formado pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais e biólogo pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Tem especialização em clínica médica na Santa Casa de Belo Horizonte e mestrado em infectologia pela Universidade de São Paulo (USP). É professor assistente de Clínica Médica da Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais desde 1993 e é o atual presidente da Fundação Educacional Lucas Machado, (FELUMA), entidade mantenedora do Hospital Universitário Ciências Médicas e da Faculdade de Ciências Médicas (FCM-MG). Wagner Eduardo Ferreira também foi presidente do MG Transplantes. Ele ainda participou do grupo que fundou e criou o Consórcio Intermunicipal de Saúde do Estado de Minas Gerais.

Elizabeth Jucá

Radicada em Juiz de Fora, na Zona da Mata, Elizabeth Jucá, é servidora pública. Ela já ocupou os cargos de controladora Geral do Município e secretária de Planejamento e Gestão e de Saúde. É mestre em liderança e gestão pública, especialista em Finanças pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), onde também se graduou em Ciências Econômicas. Concursada como técnica de Nível Superior III, também é professora da Faculdade Vianna Júnior.

Simone Deoud Siqueira

Simone Deoud Siqueira é de Barbacena, na Zona da Mata. Graduada em direito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), é advogada com mais de 30 anos de experiência. Atualmente é consultora jurídica.

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Veículo: Tribuna de Minas

Editoria: Cidade

Data: 11/12/2018

Link: https://tribunademinas.com.br/noticias/cidade/11-12-2018/obras-do-hu-serao-retomadas-em-2019-afirma-reitor-da-ufjf.html

Título: Obras do HU serão retomadas em 2019, afirma reitor da UFJF

As obras do Hospital Universitário (HU) da UFJF serão retomadas no início de 2019. A informação foi dada pelo reitor Marcus Vinícius David nesta terça-feira (11), durante o programa Debate da Rádio CBN Juiz de Fora junto com a Tribuna de Minas. Serão lançados dois editais de licitação para a concretização de dois blocos do projeto. Um dos prédios será destinado à instalação dos ambulatórios, e o outro, aos atendimentos do Centro de Atenção Psicossocial (Caps). Além das obras do hospital, outros projetos também devem sair do papel. A expectativa é de que em março, quando começa o primeiro semestre letivo, ocorra a inauguração do Complexo Esportivo da Faculdade de Educação Física e Desportos (Faefid) e a abertura do Jardim Botânico.

Com relação ao HU, o reitor esclareceu que para a retomada das obras foi priorizado o que poderia ser entregue à população já em funcionamento. “A complexidade da situação jurídica impôs que tivéssemos um cuidado redobrado. O projeto para o prédio do Caps está pronto, passando pelas últimas revisões. Para o bloco onde serão os ambulatórios, já temos o projeto técnico, e agora estamos na fase orçamentária.” Segundo ele, também existe a proposta de recuperação do prédio principal, que está sendo revista na tentativa de reduzir os custos.

Inicialmente, a ampliação do hospital foi orçada em cerca de R$ 250 milhões. Além de sofrer uma readequação financeira, o projeto original teve que ser alterado pela nova Administração da universidade em decorrência de irregularidades apontadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Por conta dos questionamentos, as obras ficaram paralisadas. O valor das novas licitações não foi informado pela instituição.

Marcus David relembra que quando assumiu a Reitoria, em 2016, deparou-se com um grande número de obras inacabadas. “O Brasil já enfrentava um cenário de crise econômica e política muito intenso. O processo de expansão de todos os investimentos públicos foram fortemente comprometidos”, conta. “Tínhamos projetos internos e grandes obras paralisados por questões de diferentes naturezas – jurídicas, técnicas e orçamentárias.” Nesta lista, estavam o Jardim Botânico, o Campus de Governador Valadares, o Parque Tecnológico, além do HU.

Jardim Botânico vai estar aberto para visitação em março

Para viabilizar a abertura do Jardim Botânico à visitação, a universidade optou por “desmembrar” o projeto em duas obras. “Primeiramente, trabalhamos com o nosso pessoal na questão de infraestrutura para garantir energia, água e esgoto. Agora estamos na fase final da implantação de medidas de segurança. Este trabalho permitirá abrir o espaço para visitação em março”, assegura. “O outro trabalho se refere à construção de um teleférico e um trenó de montanhas. Este projeto é orçado em R$ 20 milhões, e não será prioridade nesse momento de crise.”

Outro equipamento que estará disponível em 2019 será o Complexo Esportivo, que já está com as obras bem avançadas. De acordo com o reitor, é esperada apenas a construção de uma passarela que irá ligar os vestiários ao campo. “A empresa responsável tem o prazo para concluir o trabalho até fevereiro. Esperamos fazer a inauguração também em março.” Além do ginásio, o equipamento contará com prédios onde serão instalados laboratórios para pesquisa e salas para ginástica.

Parque Tecnológico e Campus de GV seguem sem perspectiva

Dois projetos de grande dimensão da UFJF seguem sem perspectivas de serem retomados. Prometido há mais de seis anos, o Parque Científico e Tecnológico ainda não tem possibilidades de sair do papel. O projeto, que foi estimado em R$ 75 milhões, previa a construção de dois prédios para a implantação da sede administrativa e de um galpão, localizados em um terreno de 1,2 milhão de metros quadrados às margens da BR-040, próximo ao Expominas.

A possibilidade de criação do parque chegou a atrair o interesse de empresas de base tecnológica. Em 2012, a UFJF conseguiu o empenho de R$ 40 milhões para a execução das obras. No entanto, questionamentos do Tribunal de Contas da União (TCU) também embargaram o projeto. “A retomada do Parque Tecnológico esbarra na questão orçamentária. A UFJF ficou com esse recurso empenhado e precisa da autorização legal para utilizá-lo. Foram muitas negociações desde 2012, mas ainda estamos num impasse jurídico. Tivemos pareceres divergentes até agora. Sem a autorização, o parque é inviável”, afirma Marcus Vinícius David.

A viabilidade da construção do Campus da UFJF em Governador Valadares também está sendo reavaliada, conforme o reitor. “É um caso do mesmo nível de complexidade jurídica do Hospital Universitário (HU). Estamos estudando este projeto e pensando em alternativas que possam ser apresentadas ao novo Governo. Com certeza, será uma das nossas primeiras pautas.” A possibilidade de “abrir mão” do campus foi descartada pelo gestor. “Entendemos que todos os esforços devem ser feitos para garantir o sonho da região do Vale do Rio Doce de ter uma universidade pública, federal e de qualidade. As dificuldades são imensas pela distância e pela falta de infraestruturas, mas entendemos a relevância deste projeto.”

Perspectivas políticas e econômicas com novo Governo

Durante a entrevista, o reitor da UFJF Marcus Vinícius Davis também falou sobre as perspectivas políticas e econômicas para o ensino superior com o início do governo de Jair Bolsonaro (PSL). “O recurso disponível para as universidades públicas na proposta de Lei Orçamentária (LOA) de 2019 é o mesmo, em valor nominal, do que foi disponibilizado em 2014. Apesar do crescimento do sistema universitário e das perdas inflacionárias nestes cinco anos, o montante é o mesmo e representa perda de 35% do orçamento. Este subfinanciamento explica muito da crise que várias universidades enfrentaram, como a redução de serviços terceirizados, bolsas e condições para o desenvolvimento da pesquisa.”

Na avaliação dele, a UFJF conseguiu enfrentar esta perda de recursos por ter a característica de conseguir captação por conta própria.”Conseguimos equacionar nossas contas e já nos projetamos para 2019. Trabalhamos considerando que seria o primeiro ano de um governo que ainda não conhecíamos, e projetamos estratégias para garantir o funcionamento da Universidade até o final do próximo ano.”

Para Marcus, as políticas para o ensino superior ainda não estão claras, o que é considerado “preocupante”. No entanto, ele acredita que a indicação do professor-colaborador do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Religião da UFJF, Ricardo Velez Rodriguez, como Ministro da Educação pode ser positiva. “Nos últimos anos, as universidades públicas passaram a ser questionadas por alguns segmentos da sociedade. Vemos questionamentos pouco embasados, já que estão comprovadas a qualidade do ensino, a responsabilidade na maior parte da produção científica do país e a capacidade de transformação social por meio dos projetos de extensão”, enfatiza. “Nos preocupa que estes segmentos ganhem espaço no próximo Governo. Nesse sentido, o fato de termos um ministro que fez a vida acadêmica dentro de uma universidade pública nos faz acreditar que ele sabe e conhece a realidade tal qual ela é.”

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Veículo: Tribuna de Minas

Editoria: Podcast

Data: 11/12/2018

Link: https://tribunademinas.com.br/podcast/sociedade/11-12-2018/entrevista-com-o-reitor-da-ufjf-marcus-david.html

Título: Entrevista com o Reitor da UFJF, Marcus David

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Veículo: Tribuna de Minas

Editoria: Esportes

Data: 11/12/2018

Link: https://tribunademinas.com.br/noticias/esportes/11-12-2018/jf-volei-disputara-3-dos-7-jogos-jogos-em-casa-na-fase-classificatoria.html

Título: JF Vôlei disputará 3 dos 7 jogos jogos em casa na fase classificatória

Dos sete jogos a serem disputados pelo JF Vôlei na fase classificatória da Superliga B 2018/2019, apenas três terão mando de campo da equipe juiz-forana. Como noticiado pela Tribuna nesta segunda-feira (10), o JF Vôlei estreará no torneio contra o Anápolis Vôlei (GO), em 26 de janeiro, no Ginásio Newton Freitas, em Anápolis. Em Juiz de Fora, entretanto, o clube atuará somente em 9 de fevereiro, no Ginásio da UFJF, contra o Lavras Vôlei (MG), na terceira rodada. Em 23 de fevereiro, novo jogo em casa, mas contra o Botafogo (RJ), na quinta rodada. Por fim, na última, confronto contra o UPIS Brasília (DF), em 9 de março. As duas primeiras partidas do JF Vôlei serão longe dos seus domínios — a segunda contra o Apan/Blumenau (SC).

Em razão de um acordo previamente estabelecido entre a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) e as equipes da Superliga B da temporada 2017/2018, os times remanescentes teriam mais jogos em suas respectivas cidades. “A prioridade do mando de campo seria das equipes que já estavam na Superliga B, o que foi uma condição colocada pela CBV. As duas que desceram da Superliga e as duas que subiram da Superliga C fariam menos jogos em casa. Foi uma condição imposta, ao contrário do nosso entendimento lógico de rendimento. Em um caso como esse, esperávamos que as equipes melhores ranqueadas, JF Vôlei e Canoas, fariam quatro jogos em casa”, critica o diretor técnico do JF Vôlei, Maurício Bara.

Entretanto, Bara destaca que o mando de campo no voleibol, ao contrário de outros esportes, tem impactos minimizados, uma vez que a estrutura das quadras, por exemplo, é padronizada. “Temos que nos agarrar nisso. É um início de competição realmente duro, em que a gente tem dois jogos contra equipes que têm uma tradição na competição. Temos que confiar na nossa tradição também. É uma década que estamos jogando a Superliga. São sete anos. A gente tem que se impor também.” Além de Bara, Gustavo Endres, gestor do APAV Vôlei (RS) — outrora Canoas —, também teve a mesma reação em relação aos critérios adotados. “Fomos surpreendidos na reunião, mas não tinha nem discussão, porque foi uma coisa colocada; disseram que já tinha sido acordado no ano passado, processo do qual não participamos.”

‘Uma coisa é certa: dois ponteiros chegam

Embora tenha mantido a maior parte do elenco que disputou os campeonatos Mineiro e Carioca, o JF Vôlei, em busca de experiência, negocia a chegada de mais reforços além de Odilon Fortini e William Kerber; a intenção de Bara é que os novos jogadores cheguem antes do início da Copa Trade Vôlei, em 18 de dezembro. “Dois a três [reforços chegarão para a Superliga]. Ao menos dois, com certeza. Esperamos anunciar dois nos próximos dias. E um terceiro que ainda é uma dúvida. Vamos buscar para poder completar as deficiências naturais de elenco. Trabalhamos com um elenco muito enxuto na primeira parte da temporada. Uma coisa é certa: dois ponteiros chegam.”

A intenção do projeto é integrar jogadores com mais experiência nas divisões nacionais com os atletas que iniciaram a temporada com o treinador Marcos Henrique do Nascimento. “Faremos pequenos ajustes naturais, os quais já esperávamos. Estamos qualificando o grupo em termos de experiência com a vinda do Diego [Almeida], do Odilon — que já têm um pouquinho mais de rodagem, o que não significa, entretanto, que serão os titulares.” O equilíbrio e a competitividade da Superliga B são destacadas por Bara. “Tivemos várias emoções na Superliga A, mas somente às vezes conseguíamos nos igualar aos times grandes. Agora, na Superliga B, a incerteza vai ser o tempo inteiro, se vai ganhar, perder, se vai para o tie break, etc.”

Confira a tabela do JF Vôlei na fase classificatória

1ª rodada – Anápolis Vôlei (GO) x JF Vôlei – 26 de janeiro

2ª rodada – Apan/Blumenau (SC) x JF Vôlei – 02 de fevereiro

3ª rodada – JF Vôlei x Lavras Vôlei (MG) – 09 de fevereiro

4ª rodada – São José Vôlei (SP) x JF Vôlei – 14 de fevereiro

5ª rodada – JF Vôlei x Botafogo (RJ) – 23 de fevereiro

6ª rodada – APAV Vôlei (RS) x JF Vôlei  – 27 de fevereiro

7ª rodada – JF Vôlei x UPIS Brasília (DF) – 09 de março

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Veículo: BHAZ

Editoria: Notícias

Data: 11/12/2018

Link: https://bhaz.com.br/2018/12/11/conheca-novos-secretarios-zema-saude-impacto-social-ouvidoria/

Título: Conheça os novos secretários do Governo Zema: Saúde, Impacto Social e Ouvidoria Geral

A pouco mais de 20 dias para assumir o Governo de Minas, Romeu Zema (Novo) começa a encorpar o time de secretários. O governador eleito anunciou outros três integrantes, que se juntam a dois definidos anteriormente. As novidades são para as pastas da Saúde, de Impacto Social e Ouvidoria Geral do Estado.

O escolhido para ocupar o cargo na Saúde é o médico Wagner Eduardo Ferreira, que é o atual presidente da Fundação Educacional Lucas Machado (Feluma), entidade que mantém o Hospital Universitário Ciências Médicas e da Faculdade de Ciências Medicas (FCM-MG). Nascido na capital mineira, o futuro secretário é formado pela Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais e biólogo pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Wagner Ferreira tem especialização em Clínica Médica na Santa Casa de Misericórdia de BH e mestrado em Infectologia pela Universidade de São Paulo (USP). É professor assistente de Clínica Médica da Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais desde 1993 e foi consultor da Organização Mundial da Saúde para a América Latina de DST/AIDS, vice-presidente da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), além de ter sido presidente do MG Transplantes.

Também participou do grupo que fundou e criou o Consórcio Intermunicipal de Saúde do Estado de Minas Gerais. Trabalhou por 17 anos no Hospital João XXIII e já publicou vários trabalhos científicos.

Impacto Social

A pasta que reunirá as atuais secretarias de Trabalho e Desenvolvimento Social será ocupada pela economista Elizabeth Jucá. Radicada em Juiz de Fora, na Zona da Mata, desde 1 ano de idade, Beth Jucá, como é chamada, é servidora pública efetiva do município mineiro, tendo já ocupado os cargos de Controladora Geral do Município e secretária de Planejamento e Gestão e de Saúde.

É master em Liderança e Gestão Pública, especialista em Finanças pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), onde também se graduou em Ciências Econômicas. Concursada como técnica de Nível Superior III, também é professora da Faculdade Vianna Júnior. Tem experiência na área de Administração, com ênfase em Organizações Públicas, atuando principalmente com os temas: planejamento, financiamento em saúde, orçamento público, patrimônio cultural, regionalização e controle interno.

Ouvidoria Geral do Estado

Nascida em Barbacena, também na Zona da Mata, Simone Deoud Siqueira será responsável pela Ouvidoria Geral do Estado. Graduada em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em 1986, a advogada tem mais de 30 anos de experiência em Direito Civil, Empresarial, contratos e obrigações, e societário. Atuou como profissional liberal e em empresas nos ramos de engenharia e infraestrutura. Atualmente é consultora jurídica.

Secretariado

No dia 22 de novembro, o governador eleito Romeu Zema já havia confirmado as escolhas do contador Gustavo Barbosa para a Secretaria de Fazenda e do engenheiro Otto Alexandre Levy Reis para a pasta de Planejamento e Gestão.

“Seguimos trabalhando para montar uma equipe competente e totalmente comprometida com a retomada do desenvolvimento de Minas Gerais”, afirmou, por nota, Zema. A expectativa é que mais nomes sejam anunciados nos próximos dias.

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Veículo: Tribuna de Minas

Editoria: Cidade

Data: 12/12/2018

Link: https://tribunademinas.com.br/noticias/cidade/12-12-2018/ufjf-oferece-1-331-vagas-pelo-sisu-2019.html

Título: UFJF oferece 1.331 vagas pelo Sisu 2019

A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) vai oferecer 1.331 vagas em 57 opções de cursos nos dois campi de Juiz de Fora e Governador Valadares, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2019. No site do programa, o participante poderá ter acesso ao Termo de Adesão, documento oficial que detalha a quantidade de vagas ofertadas, divisão, pesos para as áreas de conhecimento e cursos disponíveis da instituição.

As inscrições no Sisu estão marcadas entre os dias 22 e 25 de janeiro. Já o resultado da chamada regular estará disponível no dia 28 do mesmo mês e o período para participar da lista de espera começa no mesmo dia e segue até 4 de fevereiro.  Nesta edição do processo, são 1.111 oportunidades para o campus de Juiz de Fora e 220 para Governador Valadares. As vagas são distribuídas em nove grupos de acesso diferentes. Metade delas é destinada à ampla concorrência e outra metade aos demais oito grupos, de acordo com o perfil de cada estudante.

Enem é requisito

Os interessados em concorrer a uma das vagas no primeiro semestre de 2019 devem ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018 e não podem ter zerado a prova de redação. O Sisu vai receber inscrições, exclusivamente pelo site do sistema, dentro do prazo estabelecido. É preciso informar o número de inscrição do Enem 2018 e a senha cadastrada. Cada candidato poderá se inscrever, gratuitamente, em até duas opções de curso.

Participantes na situação de treineiros não podem usar o Enem como instrumento único ou complementar para o acesso ao ensino superior ou para programas governamentais de financiamento ao estudante de educação superior. Os treineiros são aqueles estudantes que têm menos de 18 anos no primeiro dia de aplicação do Enem e que irão concluir o ensino médio letivo após o ano de 2018.

O Ministério da Educação atenta que algumas instituições adotam notas mínimas ou médias mínimas para inscrição em determinados cursos. Sendo assim, se, na hora da inscrição, a nota do candidato não for suficiente para concorrer ao curso, o sistema emitirá mensagem com esta informação.

Matrícula até fevereiro

A matrícula da chamada regular será feita entre os dias 30 de janeiro e 4 de fevereiro. Caso aprovado, o estudante deverá apresentar a documentação necessária. Na falta dela, poderá perder a vaga. A partir do dia 7 de fevereiro acontece a convocação dos candidatos em lista de espera pelas instituições.

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Veículo: Tribuna de Minas

Editoria: Cidade

Data: 12/12/2018

Link: https://tribunademinas.com.br/noticias/cidade/12-12-2018/taxistas-discutem-divida-com-pjf-em-audiencia-na-camara.html

Título: Taxistas discutem dívida com PJF em audiência na Câmara

O Sindicato dos Taxistas e Transporte Autônomo de Passageiros de Juiz de Fora e Região (Sindtaxi JF) faz nesta quarta-feira (12) sua última tentativa para evitar um confronto judicial com a Prefeitura. A entidade espera conseguir o apoio da Câmara Municipal para renegociar a cobrança de R$ 20 mil exigidos pela Administração Municipal pela outorga do serviço junto aos contemplados com a permissão no último concurso público realizado em 2014. Na audiência pública agendada pela Comissão de Transporte para às 15h, os taxistas esperam ser ouvidos pelo Poder Público. Afetados pela crise financeira que reduziu em mais de 50% o número de corridas, eles dizem não ter como pagar as parcelas de R$ 2 mil cobradas a cada quadrimestre. A ideia é que a dívida seja temporariamente suspensa ou que o financiamento seja revisto.

Para discutir a atual situação da categoria, os motoristas do transporte individual de passageiros contam com a presença do professor doutor do Departamento de Estatística da UFJF, Antônio Fernando Beraldo, que assina estudo sobre o cenário econômico financeiro entre os anos em que a licitação aconteceu, em 2014, e os dias atuais. Em sua conclusão, ele fala do risco de prosseguimento da atividade de táxi, caso os efeitos da recessão e da queda acentuada de receita não sejam solucionados.

Segundo o presidente do Sindtaxi JF, José Moreira de Paula, representantes da Settra, da Procuradoria do Município e da Secretaria da Fazenda foram convidados para o debate. “Nossa expectativa agora é conseguir o apoio dos vereadores para a discussão sobre o reparcelamento da dívida com a Prefeitura”, afirmou.

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Veículo: Nova Escola

Editoria: Notícias

Data: 12/12/2018

Link: https://novaescola.org.br/conteudo/14479/o-que-sabemos-sobre-o-grupo-de-transicao-da-educacao-de-jair-bolsonaro

Título: O que sabemos sobre o grupo de transição da Educação de Jair Bolsonaro

O grupo técnico de Educação do Gabinete de Transição Governamental tem trabalhado nas últimas semanas para entender os meandros do funcionamento do Ministério da Educação (MEC). À parte o futuro ministro Ricardo Véles Rodríguez, que teve seu perfil analisado pela imprensa, os demais nomes ainda são pouco conhecidos até mesmo dentro da área. O grupo inclui militares, assessores de gabinete e candidatos do PSL à Câmara dos Deputados que não conseguiram se eleger. Conheça um pouco mais sobre eles:

Ricardo Véles Rodríguez – Coordenador

Graduado em Filosofia pela Universidade Pontifícia Javeriana, na Colômbia, e em Teologia pelo Seminário Conciliar de Bogotá, ele possui mestrado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e doutorado na mesma área pela Universidade Gama Filho. Foi professor em diversas universidades brasileiras, incluindo a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), e estrangeiras, em países como França, Estados Unidos e a própria Colômbia. Também é professor-emérito da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME), instituição que atua na formação de oficiais de alta patente, preparando-os para assumir o generalato. Vai ocupar o cargo de ministro da Educação.

Paulo Roberto – Coordenador-adjunto

Tenente-coronel do Corpo de Bombeiros de Brasília, ele trabalhou na organização das reuniões do chamado Grupo de Brasília, que formulou propostas para Jair Bolsonaro. Foi secretário parlamentar do gabinete de Bolsonaro na Câmara dos Deputados.

Eduardo Federizzi Sallenave

Graduado em História pela Universidade de Brasília, ele é professor de História do Instituto Federal de Brasília, Campus Gama. Também atua como youtuber em que dá um curso completo de Gramática, explicando o que são fonemas, sílabas, acentuação e estrutura de palavras. Tem artigos publicados no site Puggina.org, que reúne textos de autores que se definem como conservadores e liberais.

Fabio de Barros Correia Filho

Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Pernambuco, possui mestrado em Saúde Pública pela Emory University School of Public Health (Atlanta, EUA). Atuou como clínico em postos de saúde de Olinda e Recife e chefiou a Divisão de Epidemiologia de Olinda. É especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental. Atua como consultor na área de saúde pública na Câmara dos Deputados.

Greice Naomi Yamaguchi

Graduada em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), ela possui mestrado na Université Paris X Naterre e doutorado em Estratégia e Gerenciamento de Empresas pela HEC Hautes Études Commerciales. Foi candidata a vereadora pelo Novo e a deputada federal pelo PSL, mas não foi eleita.

Márcia Amarilio da Cunha Silva

Primeira mulher na equipe de Jair Bolsonaro, é tenente-coronel do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal e atua como assessora parlamentar do Conselho de Corpos de Bombeiros. Graduada pela Universidade de Brasília, é especialista em segurança pública e teria sido indicada por um grupo de generais da reserva, comandado pelo futuro ministro da Defesa, Augusto Heleno.

Orley José da Silva

Doutorando em Ciências da Religião pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás) e mestre em Letras e Linguística pela Universidade Federal de Goiás (UFG), ele atua como professor na Secretaria Municipal de Goiânia. É pesquisador informal do livro didático e do Currículo Escolar. É um colaborador ativo do Escola Sem Partido e defende o projeto que está sendo apreciado pela Câmara dos Deputados.

Robson Santos da Silva

Graduado em Pedagogia pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, é bacharel em Ciências Militares pela Academia Militar das Agulhas Negras, doutorando em Engenharia e Gestão do Conhecimento pela Universidade Federal de Santa Catariana e possui mestrado em Educação pela Universidade Federal do Amazonas. Atua como professor na Universidade Anhembi-Morumbi e é CEO da consultoria EADAMAZON, de ensino à distância.

Rodrigo Almeida Morais

Secretário-geral do PSL em São Paulo, ele é ligado a Eduardo Bolsonaro, filho do presidente eleito.

Wilson Nobre

Bombeiro militar, foi candidato a deputado federal pelo PRB no Distrito Federal, mas não foi eleito. Graduado em Administração de Empresas, já foi diretor-adjunto do Zoológico de Brasília, subsecretário de Crédito da Secretaria de Microempresa e assessor legislativo do deputado federal Ronaldo Fonseca.

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Veículo: Tribuna de Minas

Editoria: Cidade

Data: 12/12/2018

Link: https://tribunademinas.com.br/noticias/cidade/12-12-2018/taxistas-discutem-divida-com-pjf-em-audiencia-na-camara.html

Título: Taxistas discutem dívida com PJF em audiência na Câmara

O Sindicato dos Taxistas e Transporte Autônomo de Passageiros de Juiz de Fora e Região (Sindtaxi JF) faz nesta quarta-feira (12) sua última tentativa para evitar um confronto judicial com a Prefeitura. A entidade espera conseguir o apoio da Câmara Municipal para renegociar a cobrança de R$ 20 mil exigidos pela Administração Municipal pela outorga do serviço junto aos contemplados com a permissão no último concurso público realizado em 2014. Na audiência pública agendada pela Comissão de Transporte para às 15h, os taxistas esperam ser ouvidos pelo Poder Público. Afetados pela crise financeira que reduziu em mais de 50% o número de corridas, eles dizem não ter como pagar as parcelas de R$ 2 mil cobradas a cada quadrimestre. A ideia é que a dívida seja temporariamente suspensa ou que o financiamento seja revisto.

Para discutir a atual situação da categoria, os motoristas do transporte individual de passageiros contam com a presença do professor doutor do Departamento de Estatística da UFJF, Antônio Fernando Beraldo, que assina estudo sobre o cenário econômico financeiro entre os anos em que a licitação aconteceu, em 2014, e os dias atuais. Em sua conclusão, ele fala do risco de prosseguimento da atividade de táxi, caso os efeitos da recessão e da queda acentuada de receita não sejam solucionados.

Segundo o presidente do Sindtaxi JF, José Moreira de Paula, representantes da Settra, da Procuradoria do Município e da Secretaria da Fazenda foram convidados para o debate. “Nossa expectativa agora é conseguir o apoio dos vereadores para a discussão sobre o reparcelamento da dívida com a Prefeitura”, afirmou.

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Veículo: Tribuna de Minas

Editoria: Política

Data: 12/12/2018

Link: https://tribunademinas.com.br/noticias/politica/12-12-2018/camara-quer-criar-comissao-para-discutir-divida-de-taxistas-com-a-pjf.html

Título: Câmara quer criar comissão para discutir dívida de taxistas com a PJF

A audiência pública realizada nesta quarta-feira (12) para discutir a proposta dos taxistas de refinanciar o prazo para pagamento do valor de R$ 20 mil, cobrados pela Administração Municipal pela outorga do serviço, mobilizou o Sindicato dos Taxistas e Transporte Autônomo de Passageiros de Juiz de Fora e Região (Sindtaxi JF), a Associação dos Condutores Autônomos do Serviço de Táxi de Juiz de Fora (Acast) e a Associação dos Taxistas do Brasil (Abratáxi). Mais do que a dificuldade financeira para honrar as dez parcelas de R$ 2 mil, previstas para serem quitadas em três anos e meio, o que estava em pauta no encontro era o próprio futuro da categoria. O que os motoristas do transporte individual de passageiros tentam provar para a Prefeitura é que a crise pela qual a cidade, o estado e o país estão mergulhados afetou a rentabilidade do negócio, a ponto de ameaçar a manutenção do serviço. O vereador Júlio Obama Júnior (PHS), responsável pela convocação da audiência, propôs a criação de uma comissão para discutir o tema junto ao Executivo, garantindo o acompanhamento da situação.

O presidente da Câmara, Rodrigo Mattos (PHS), também anunciou que o projeto que prevê a regulamentação dos aplicativos será colocado em votação em janeiro de 2019. A proposição, que atualmente está sob avaliação dos membros da Comissão de Urbanismo, Transporte e Trânsito, – dois dos três vereadores que representam a comissão já deram seu parecer -, seguirá para a Comissão de Defesa do Consumidor. “Após esse trâmite, o projeto está apto para votação”, afirmou Rodrigo. O texto prevê obrigações legais para os motoristas ligados ao transporte por aplicativo e também deverá estabelecer um número máximo de veículos com permissão para circular. A ideia é calcular um número de licenças para aplicativos. O texto sugere que para cada taxista, a cidade tenha 2,5 motoristas de aplicativos, o que somaria 1.625 veículos.

A regulamentação é vista pelos taxistas como a única forma de acabar com a concorrência que eles consideram “desleal”. Atualmente, o Poder Público não sabe quantas pessoas estão trabalhando no serviço, já que os aplicativos não estão submetidos à fiscalização e, em tese, não geram receita para a cidade. Dados não oficiais apontam para a existência de três mil carros registrados em um dos aplicativos em Juiz de Fora. Destes, cerca de 1.400 estariam ativos. Já o atual número de táxis na cidade é 650. Segundo informações apresentadas na audiência pelo professor doutor do Departamento de Estatística da UFJF, Antônio Fernando Beraldo, de cada quatro veículos acionados em São Paulo por passageiros, três são motoristas de aplicativos e apenas um é de táxi, situação que se estende para outras cidades brasileiras. Ainda de acordo com Beraldo, em Juiz de Fora, mais da metade dos quilômetros percorridos diariamente por taxistas na cidade são rodados sem passageiros. Apenas 48,6% dos deslocamentos ocorrem com os carros ocupados.

O déficit na receita também foi calculado: dos R$ 7.033 faturados mensalmente por cada taxista da cidade, em média, apenas R$ 964 ficariam na mão do permissionário. “Sobra o quê?”, questionou Beraldo ao falar da obrigatoriedade de os profissionais do setor pagarem a taxa de outorga. Dos 472 taxistas contemplados na licitação de 2014, 16 estão inadimplentes com a Prefeitura, ou seja, deverão ter suas licenças cassadas. O percentual de não pagadores é considerado pequeno pelo Município. “A cassação da outorga é uma penalização brutal para o taxista que assumiu uma dívida de cerca de R$ 80 mil com a compra do carro, além da implantação dos itens obrigatórios, como a colocação de biometria”, afirmou o advogado do Sindtáxi e das associações, Robson Santiago de Freitas.

Tortoriello afirmou que é sensível à causa dos taxistas, mas disse que precisa de uma segurança jurídica para alterar uma decisão acordada em edital. “Não é só dar uma ‘canetada’, como pensam alguns. O que é preciso é de um amparo jurídico para se construir uma saída juridicamente correta que dê segurança ao prefeito e a mim. Sensibilidade não nos falta, mas como gestores públicos, temos que tomar decisões baseadas e amparadas pela legislação”, explicou.

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