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Estrutura Departamental

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Plano de Ensino

Disciplina: PAR017 - PARASITOLOGIA MÉDICA

Carga horária: 60

Departamento: DEPTO DE PARASITOLOGIA, MICROBIOLOGIA E IMUNOLOGIA

Ementa
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EMENTA
A disciplina Parasitologia Médica compreende o estudo dos principais protozoários, helmintos e
ectoparasitos de importância médica, com ênfase nos aspectos morfofisiológicos, ciclo de vida,
mecanismos de patogenicidade, resposta imune do hospedeiro, diagnóstico laboratorial,
tratamento, prevenção e controle das parasitoses humanas. A ênfase é direcionada a parasitoses
relevantes no contexto da saúde pública brasileira e mundial, com foco na prática médica,
integrando determinantes biológicos, sociais e ambientais das doenças parasitárias.
Na Parasitologia gostaríamos de possibilitar ao profissional médico um aprendizado que o
estimulasse a busca de novos conhecimentos e, principalmente, o engajamento deste
profissional na medicina preventiva e social humana, em harmonia com a saúde animal e
ambiental. A partir dos conteúdos abordados, possibilitar a compreensão, reflexão, discussão e
tomada de decisão quanto a ocorrência das parasitoses humanas de importância médica no
Brasil dentro do contexto de Doenças Tropicais Negligenciadas e da Saúde Única, como
orientado pela Organização Mundial da Saúde.

COMPETÊNCIAS
-Descrever, diagnosticar e tratar as doenças causadas por helmintos e protozoários de
importância médica no Brasil.
-Discutir a biologia e epidemiologia dos helmintos e protozoários de importância médica no Brasil.
-Caracterizar a morfologia e biologia dos artrópodes causadores e transmissores de doenças no
Brasil, bem como o tratamento e as medidas profiláticas e de controle.
-Saber indicar e interpretar as técnicas de diagnóstico laboratorial (parasitológicas, imunológicas
e/ou moleculares) destinadas à identificação macroscópica e microscópica de maneira direta
(parasitológicas e moleculares) e indireta (imunológicas) dos parasitos, bem como, a aplicação
destes conhecimentos aos diagnósticos parasitológicos.
-Participar no preparo e apresentação de seminários, fóruns de discussão e grupos de estudos
sobre tópicos com temas de de importância médica na Parasitologia Humana numa abordagem
cotidiana e atual.
-Relacionar e integrar o conhecimento específico abordado com outras áreas afins,
principalmente no que se refere a zoonoses e saúde do meio-ambiente, visando pensamento
crítico da importância médica no contexto da Saúde Única.

AULAS TEÓRICAS
1- Introdução à Parasitologia
Conceitos básicos em Parasitologia
Importância do estudo da Parasitologia, Saúde Única (“Onde health”) e Doenças Tropicais
Negligenciadas (DTNs)
Objetivos da Parasitologia
Noções básicas de epidemiologia e profilaxia
Noções de Saneamento Básico
2- Protozooses de Interesse Médico no Brasil
Intestinais: Giardia intestinalis – Giardíase; Entamoeba histolytica – Amebíase; Amebas
comensais e de vida livre patogênicas ao homem (Acantamoeba sp. e Naegleria sp.);
Balantioides coli - Balantidíase
Gênito-urinário: Trichomonas vaginalis - Tricomoníase
Teciduais: Leishmania spp - Leishmanioses cutânea, cutânea mucosa e visceral; Toxoplasma
gondii - Toxoplasmose
Sanguíneos: Trypanosoma cruzi - Tripanossomose Americana (Doença de Chagas);
Plasmodium spp. – Malária; Babesia sp. – Babesiose
3- Helmintoses de Interesse Médico no Brasil
Platelmintos: Taenia solium - T. saginata – teníase/cisticercose; Schistosoma mansoni –
esquistossomose; Diphyllobrotrium latum – difilobotríase; Fasciola hepática - fasciolose
Nematelmintos intestinais: geohelmintoses: Ascaris lumbricoides – ascaridíase; Necator
americanus e Ancylostoma duodenale – ancilostomíase; Trichuris trichiura – tricuríase;
Strongyloides stercoralis – estrongiloidíase.
Enterobius vermicularis – enterobíase.
Angiostrongylus sp. – angiostrongiliase.
Onchocerca volvulus – oncocercose.
Nematelmintos teciduais
Ancylostoma caninum – Larva Migrans Cutânea; Toxocara canis – Larva Migrans Visceral e
Ocular; Echinococcus granulosus – hidatidose.
4- Ectoparasitos causadores e/ou vetores mecânicos de doenças humanas
Piolhos: Pediculus humanus e P. corporis- pediculose; Phthirus púbis – ftirose
Pulgas: Pulex irritans, Xenopsylla cheopis, Ctenocephalides canis e C. felix; Tunga penetrans –
tunguíase
Moscas: Musca domestica; Dermatobia hominis – berne; Cochliomyia hominivorax e família
Sarcophagidae – miíases primária e secundária (larvas de moscas)
Carrapatos: Ixodes sp.
Ácaros da pele: Sarcoptes scabiei – escabiose
5- Parasitoses em Grupos Especiais
Parasitoses em gestantes, crianças e imunossuprimidos
Parasitoses em contextos hospitalares
6-Parasitoses e Saúde Pública
Vigilância, controle e prevenção de doenças parasitárias.
Determinantes sociais das parasitoses.
Parasitologia e medicina tropical.
Impacto das parasitoses na morbimortalidade em países tropicais.

AULAS PRÁTICAS:
Introdução ao Curso, importância do diagnóstico parasitológico.
Exame parasitológico de fezes: coleta de material, conservadores.
Estudo macroscópico e microscópico dos parasitos de interesse médico humano.
Exames hematológicos aplicados ao diagnóstico parasitológico.
Exames imunológicos aplicados ao diagnóstico parasitológico.
Exames moleculares aplicados ao diagnóstico parasitológico.
Estudo dos artrópodes de interesse médico.
Discussão de casos clínicos.
Protozoários de importância médica no Brasil
Recordação e discussão sobre diagnóstico.
Visualização da exposição de protistas intestinais e pranchas: Giardia lamblia, Entamoeba
histolytica e amebas comensais
Visualização da exposição de protistas tripanosomatídeos e pranchas: Leishmania spp. e
Trypanosoma cruzi.
Visualização da exposição de protistas e pranchas: Plasmodium spp., Toxoplasma gondii.
Técnicas do exame direto a fresco; fixação e coloração; meios de cultura; MIFc; flutuação e
centrífugo-flutuação.
Visualização de triatomíneos.
Helmintos de importância médica no Brasil
Recordação e discussão sobre diagnóstico
Visualização da exposição de platelmintos e pranchas: Taenia sp.; Schistosoma mansoni.
Visualização de cisticercos
Visualização da exposição de nematelmintos intestinais e pranchas: Ascaris lumbricoides,
Trichuris trichiura, Enterobius vermicularis, ancilostomídeos e Strongyloides stercoralis.
Visualização de caramujos Biomphalaria spp.
Técnicas do HPJ, Kato-Katz, Rugai e Baermann-Moraes.

ESTRATÉGIA PEDAGÓGICA
1) Aulas teóricas expositivas dialogadas:
- Uso de aulas montadas em powerpoint e vídeos ministradas pelo professor.
2) Práticas de microscopia e diagnóstico parasitológico no Laboratório de Parasitologia:
- Em cada aula prática ocorre a exposição de parasitos, discussão de técnicas parasitológicas e
seu uso.
3) Estudo de casos clínico-parasitológicos no Laboratório de Parasitologia:
- Paralelo à exposição dos parasitos, em cada aula prática, é feito um caso clínico relacionado
ao agente parasitológico.
- Os casos clínicos são corrigidos na própria aula com o intuito de esclarecer dúvidas do conteúdo
ministrado na aula teórica.
- As respostas são entregues por escrito ao professor.
4) Metodologia ativa utilizando vídeo-seminário:
Os temas abordados envolvem parasitoses emergentes de importância médica (abaixo). Uma
vez que os jovens atuais são nativos digitais, integrados profundamente à informática e às redes
sociais, os seminários são abordados no formato de vídeos.
-Titulos dos seminários:
01: Enxergando sob as lentes de contato: Acantamoeba spp.
02: Nadando em águas desconhecidas: cuidado com Naegleria spp.
03: Indivíduos imunocomprometidos e os riscos de infecçöes oportunistas por coccidioses
intestinais (Cryptosporidium spp., Cyclospora cayetanensis e Cystoisospora belli).
04: Alimentando cães de pastoreio com vísceras de herbívoros: os riscos da hidatidose humana.
05: Os riscos do sushi e sashimi: Diphyllobrotrium latum.
06: Cuidados com o "pet": Larva migrans cutânea.
07: Cuidados com o "pet": Larva migrans visceral.
08: O que tem no agrião além de vitaminas e minerais: Fasciola hepática.
09: Cuidado com o caramujo: angiostrongiliase
10: Montando consultório de campo nas aldeias dos índios Yanomamis em Roraima: projeto
“controle da cegueira dos rios”.

Problema central:
Elaborar um vídeo de curta duração (5-7 minutos) sobre o tema específico de cada grupo, de
caráter informativo e criativo.
Para tal finalidade, estimula-se o uso de formatos tipo “Tele-jornais, Desenho animado, Grey’s
Anatomy, Processos investigativos, Tik-tok, vida cotidiana, consultório médico e/ou hospitalar,
simulação de caso clínico”, etc.

Etapas:
- Preparação: A turma é dividida em grupos, com os temas específicos. O link do vídeo produzido
extraclasse pelo grupo é postado na Plataforma Google Classroom no dia anterior à
apresentação.
- Em sala de aula: A apresentação do vídeo acontece em sala de sala.
O professor elabora pré e pós teste (2-3 perguntas objetivas) para cada tema, respondidos em
sala de aula. Normalmente projeta as perguntas ou faz-se oralmente.
Benefícios:
-A elaboração do vídeo exige pesquisa, organização e apresentação do conteúdo, promovendo
protagonismo, colaboração e desenvolvimento de habilidades de comunicação.
- Discussão em sala de aula: o professor posta um pré e pós teste; e os alunos irão responder.
Isto favorece um feedback construtivo, com a participação ativa dos alunos. Nesta etapa não
existe uma avaliação quantitativa da turma quanto a erro/acerto.
5) Metodologia ativa: Fórum de Discussão (Jigsaw com modificação).
O tema a ser explorado é sobre Saneamento básico.
Problema central: o que é o saneamento básico? Como é na sua cidade natal? Sua cidade está
incluída entre as 100 cidades com melhores indicadores de saneamento básico no Brasil? Quais
os impactos do saneamento na saúde pública?

Etapas:
- Preparação: os alunos, individualmente, em casa, assistem a videoaula gravada e leem textos
disponibilizados pelo professor, bem como pesquisam sobre o assunto na tentativa de responder
as questões
- Em sala: o professor leva recortes de EVA de várias cores e, no quadro, informa qual a cor de
EVA que será utilizada para determinado número de habitantes/cidade. Os alunos então,
dependendo do número de habitantes, escolhe a cor correspondente. Eles se reúnem e irão
discutir as perguntas acima, focando em como é o saneamento na cidade natal. Neste momento,
cada grupo formado está com o EVA da mesma cor.
Após 30 minutos de discussão, os discentes irão se reorganizar formando grupos heterogêneos
onde alunos de cidades com número de habitantes diferentes explica no grupo como é o
saneamento na cidade deles. Neste momento, os grupos formados estão com o EVA de cores
diferentes.
No final, após a discussão dos grupos heterogêneos, os alunos retornam ao grupo original (ou
seja, as cores de EVA são iguais) e discutem sobre os diferentes saneamentos nas várias cidades brasileiras.
Após finalizada a discussão (40 minutos), cada grupo responderá, por escrito: 1- Analisar se o
saneamento básico no Brasil está diretamente associado ao número de habitantes; 2- Quais as
consequências da falta de saneamento no local onde o médico atua?

Após finalizada a discussão (40 minutos), cada grupo responderá, por escrito: 1- Analisar se o
saneamento básico no Brasil está diretamente associado ao número de habitantes; 2- Quais as
consequências da falta de saneamento no local onde o médico atua?

Benefícios:
Essa metodologia visa uma aprendizagem cooperativa e trabalha muito a autonomia do aluno
em pesquisar, aprender e ensinar, além da capacidade de colaboração e comunicação. O
processo avaliativo ocorre durante toda a atividade, incluindo as respostas, as quais serão
recolhidas pelo professor.

6) Metodologia ativa: Grupo de Discussão e Mesa de debates sobre ectoparasitos.
O tema a ser explorado são os ectoparasitos causadores ou vetores mecânicos de doenças para
o homem: piolho, pulga (incluindo o bicho de pé), moscas (miíases primária e secundária),
carrapatos e ácaros da pele.

Problema central: Sobre a ectoparasitose em questão, responda: Como o ser humano adquire?
Quais são os sinais clínicos e/ou sintomas? Como é o tratamento? Como deve ser a profilaxia?
Esse ectoparasito pode transmitir alguma doença? Qual?

Etapas:
- Preparação: é disponibilizado material informativo (aulas e vídeos) para os alunos estudarem,
em casa, sobre o tema (“horário protegido”). Os mesmos grupos dos seminários são utilizados
para esta atividade e é feita a divisão dos temas. Como a turma é grande, um mesmo assunto é
estudado por vários grupos.
- Sala de aula: o professor distribui material impresso sobre vários assuntos (piolho, pulga,
carrapato, miíases, ácaros) para que os grupos de cada ectoparasitose possam discutir as
questões levantadas pelo professor. O grupo responde às questões, por escrito em uma folha.
Mesa de debates com os especialistas: após 50 minutos da discussão do grupo, é formada uma
“mesa de debates”, composta por um Presidente da banca (Chairman) e um (01) representante
de cada de ectoparasito/grupo (“especialista” escolhido pelo grupo). O Presidente da banca
direciona as perguntas aos representantes, os quais irão responder sobre o tema estudado,
explicando aos demais grupos sobre o assunto que o grupo aprendeu. A turma pode fazer
perguntas e/ou tirar dúvidas, bem como compartilhar experiências de infestação por algum
ectoparasito.

Benefícios:
Essa metodologia visa uma aprendizagem mais ativa, com diferentes grupos discutindo sobre o
mesmo assunto.
Participação ativa com o compartilhamento de experiências próprias ou vivenciadas por amigos
e familiares.

7) Disponibilidade semanal de atendimento extraclasse ao estudante:
- No primeiro dia de aula, os alunos recebem a ementa, a programação, data das atividades e o
horário extra-classe disponibilizado ao atendimento do aluno (terças-feiras das 9:00-11:30).

RECURSOS DIDÁTICOS
- Quadro negro;
- Data show;
- Slides e vídeos;
- Espécimes macroscópicos (vermes adultos de helmintos, vetores transmissores de
parasitoses);
- Espécimes microscópicos (laminários contendo formas parasitológicas);
- Microscópios ópticos;
- Pranchas informativas sobre as parasitoses confeccionadas pelos professores (impressas e
plastificadas, bem como disponibilizada em pdf no Google Classroom);
- Materiais e equipamentos utilizados para execução de técnicas de diagnóstico parasitológico;
- Apostila de casos clínicos confeccionadas pelos professores contendo casos clínicos reais e/ou
fictícios (disponibilizada em pdf no Google; Classroom e e-mail da turma).

AVALIAÇÃO
Avaliação Teórica – Total de 100 pontos
Durante o semestre letivo, são realizadas cinco atividades avaliativas, totalizando 100 pontos. As
datas dessas atividades são informadas no primeiro dia de aula, tanto oralmente pelo professor
quanto postadas no Google Classroom e no e-mail da turma.
1. Testes de Verificação de Conhecimento (TVCs)
• 1º TVC – 35 pontos
• 2º TVC – 35 pontos
Ambos compostos por questões de múltipla escolha e questões abertas baseadas em casos
clínicos ou enunciados informativos.
As respostas devem ser justificadas e, quando aplicável, o aluno deve corrigir a alternativa
incorreta.
Observação: A devolutiva das provas é realizada em sala, geralmente uma semana após a
aplicação. Os alunos também tem direito a uma revisão individual da prova, em data previamente
agendada com o professor.
2. Casos Clínicos – 10 pontos
Resolução de questões abertas discutidas durante as aulas práticas.
Avaliação baseada na participação e fundamentação das respostas.
3. Seminários em Vídeo – 10 pontos
Avaliação do vídeo produzido pelo grupo, com os seguintes critérios:
• Criatividade e clareza da apresentação;
• Adequação ao tempo estipulado;
• Inclusão de imagens ilustrativas e do ciclo biológico do parasito;
• Correção conceitual do conteúdo apresentado.
4. Fórum de Discussão – 5 pontos
Avaliação contínua ao longo da atividade, considerando o horário que o aluno chegou para o
início da atividade, a qualidade das respostas e o engajamento na discussão.
As contribuições dos alunos são registradas e analisadas pelo professor.
5. Grupo de Discussão e Mesa de debates – 5 pontos
Avaliação semelhante à do fórum, ocorrendo durante toda a atividade.
São considerados: participação ativa, fundamentação das respostas e interação com os colegas.
OBS: Toda a Bibliografia abaixo citada consta no acervo da Biblioteca da UFJF (livro físico ou digital).

1- NEVES, David Pereira. Parasitologia humana. 13. ed. São Paulo: Atheneu, c2016. 588 p.
ISBN 9788538807155
2- FEREIRA, Marcelo U. Parasitologia Contemporânea. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2020. E-book. p.iv. ISBN 9788527737166.
3- REY, Luís. Bases da Parasitologia Médica, 3ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2009. E-book. p.VII. ISBN 978-85-277-2026-7.
1- DE CARLI, Geraldo Attilio; TASCA, Tiana. Atlas de diagnóstico em parasitologia humana.
São Paulo: Atheneu, 2014. 275 p. ISBN 9788538804444.
2- DE CARLI, Geraldo Attilio. Parasitologia clinica: selecão de métodos e técnicas de
laboratório para o diagnóstico das parasitoses humanas. 2. ed. Sao Paulo: Atheneu, 2011. 906
p. ISBN 8573799187.
3- NEVES, David Pereira;Bittencourt Neto, João Batista. Atlas Didático de Parasitologia - 2ª
Edição. Editora Atheneu 2010 112 p ISBN 9788538800019
4- CIMERMAN, Benjamin; CIMERMAN, Sergio. Parasitologia Humana: e seus fundamentos
gerais. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2010. 390 p. ISBN [8573791403]
5- REY, Luís. Parasitologia, 4ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. E-book.
p.Capa 1. ISBN 978-85-277-2027-4.