O Professor Gilvan Procópio Ribeiro nasceu em 29 de dezembro de 1945, na cidade de Rio Novo (MG). Em 1960, mudou-se para Juiz de Fora. Entre 1966 e 1969, fez sua graduação em Letras. Em 1973 iniciou sua carreira como docente na Universidade Federal de Juiz de Fora e em 1978, fundou, junto a um grupo de professores, a APESJF – Associação de Professores de Ensino Superior de Juiz de Fora. Gilvan também contribuiu em jornais, como Voz da Unidade (1980), no jornal Tribuna de Minas (1995). Concluiu também o Mestrado em Letras: Estudos Literários pela Universidade Federal de Juiz de Fora, em 2002, e o Doutorado em Literatura Comparada pela Universidade Federal Fluminense em 2008. Faleceu em 10 de janeiro de 2022.
Linha do Tempo
(Elaborada Mayara Moratori Peixoto. Algumas datas estão aproximadas.)
Ano | Evento |
|---|---|
| 1945 | Nasce, em 29 de dezembro, em Rio Novo – MG. É o sexto dos filhos de Magnólia Procópio Ribeiro e Geraldo Procópio Rodrigues Vale: Marinete, Pedrito, Gerson, Gilton, Eliete, Gilvan e Olinda. |
| 1960 | Muda-se para Juiz de Fora. Colaboração no suplemento “Arte e Literatura” do jornal juiz-forano Diário Mercantil. |
| 1964 | Golpe de Estado civil-empresarial e militar no Brasil, em que o presidente João Goulart foi deposto. Inicia-se a ditadura. |
| 1966 | Início da graduação em Letras na Universidade Federal de Juiz de Fora. |
| 1969 | Fim da graduação em Letras. |
| 1973 | Início das suas atividades como docente na UFJF. |
| 1974 | Publicação do artigo “O alegórico em Guimarães Rosa” no livro Realismo e anti-realismo na literatura brasileira, Editora Paz e Terra. |
| 1977 | Casa-se com Maria José Feres, a Zezé. |
| 1978 | Funda, junto a um grupo de professores, a APESJF – Associação de Professores de Ensino Superior de Juiz de Fora. Nasce o filho, Leandro. |
| 1980 | Colaboração no jornal Voz da Unidade, periódico porta-voz do Partido Comunista Brasileiro (PCB). Publicação do artigo “Do imperialismo como farsa” na revista Temas de ciências humanas, da Editora Civilização Brasileira. |
| 1982 | Publicação do livro de poemas Caminhante noturno. |
| 1995 | Colaboração no suplemento de cultura “Caderno Dois” do jornal juiz-forano Tribuna de Minas. |
| 2002 | Defesa da dissertação “O olho e o discurso – uma leitura de Rubem Fonseca”, orientada pela professora Terezinha Maria Scher Pereira. |
| 2008 | Defesa da tese “Linguagens e Diversidades (uma leitura de Jorge Amado e Boaventura Cardoso)”, orientada pela professora Laura Cavalcante Padilha, da Universidade Federal Fluminense. |
| 2012 | Publicação do artigo “Cultura e política: as armas da literatura” no livro Literatura e política da Editora UFJF. |
| 2015 | Publicação do artigo “Tenda dos milagres: arcanjos e iabas nas ladeiras da Bahia” no livro Modos da margem: figurações da marginalidade na literatura brasileira, da Editora Aeroplano. |
| 2022 | Falece em 10 de janeiro, aos 76 anos recém-completos. |