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Plano de Ensino

Disciplina: ECO025 - HISTÓRIA PENSAMENTO ECONÔMICO II

Carga horária: 60

Departamento: DEPTO DE ECONOMIA /ECO

Ementa
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A Revolução Marginalista e as contribuições de Alfred Marshall. As contribuições de Knut Wicksell e Irving Fisher. A Revolução Keynesiana (John Maynard Keynes). Novas Correntes do Pensamento Econômico: Síntese Neoclássica, Novo Clássicos, Novos Keynesianos, Monetaristas, Institucionalistas e Pós-Keynesianos.
1- Revolução Marginalista
• William Stanley Jevons
• Carl Menger
• Léon Walras

Bibliografia: JEVONS (1996): Cap. 3 e 4; MENGER (1983): Cap.3; WALRAS (1996): Cap. Seção III; RONCAGLIA (2005): Cap.10; DEANE(1980): Cap. 7
- Leitura complementar sobre Corrente Subjetivista:
BRUE (2005); FEIJO (2007); ROBINSON (1964): Cap. I e Cap.III


2. Alfred Marshall

Bibliografia: MARSHALL, A. (1996): Apêndice I (A teoria do Valor de Ricardo); FEIJÓ (1998); HUNT (2005): Cap. 10.

3.a - As contribuições de Irving Fisher e Knut Wicksell

Bibliografia: Fisher (1984); Wicksell (1986).

4. Teoria Keynesiana: John Maynard Keynes

Bibliografia: KEYNES (1992): Caps. 1, 2, 3, 5, 11, 12, 13, 15, 17, 19.
Leitura complementar:
- SZMRECSÁNYI (1984); ROBINSON (1964): Cap. IV; SKIDELSKY(1999); DEANE (1980): Cap.12;
RONCAGLIA (2005): Cap. 14

5. Novas correntes do pensamento econômico
• 5 a - Síntese neoclássica
Bibliografia: LIMA (1989); HICKS (1983); KLAMER (1988)

• 5b -Monetaristas
Bibliografia: FRIEDMAN (1997); KLAMER (1988); MARQUES (1987)

• 5c- Novos-clássicos
Bibliografia: BARRO (1992); BLANCHARD (1992); DORNBUSCH (1992) ; KLAMER (1988); KYDLAND; PRESCOTT (1977); LUCAS (1973); MANKIW (1995)

• 5d- Novos-Keynesianos
Bibliografia: BONOMO (1992); KLAMER (1988); MANKIW (1995); MANKIW (1985); SICSÚ (1999)
• 5e- Crítica a macroeconomia ortodoxa

6. Pós Keynesianos
ARAÚJO. C. R. V. História do Pensamento Econômico: Uma abordagem introdutória. ed. Atlas.
BARRO, R. J. Novos-Clássicos e Keynesianos, ou os Mocinhos e os Bandidos. Literatura Econômica, número especial, jun., 1992.
BLANCHARD, O. J. Novos-Clássicos e Novos Keynesianos: a longa pausa. Literatura Econômica, número especial, jun., 1992.
BONOMO, M. A. Teoria macroeconômica novo-keynesiana. Literatura Econômica, número especial, jun., 1992.
BRUE, S. L. História do pensamento econômico. São Paulo: Thonson Learning, 2005.
BRUE, S. L. História do pensamento econômico. São Paulo: Thonson Learning, 2005.
CHICK, V. Macroeconomia após Keynes. Um reexame da Teoria geral, Forense Universitária, Rio de Janeiro, 1993.
DEANE, P. A Evolução das Ideias Econômicas. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1980.
DORNBUSCH, R. Novos-Clássicos e Novos-Keynesianos. Literatura Econômica, número especial, jun., 1992.
FEIJÓ, R. L. C. História do pensamento econômico: de Lao Zi a Robert Lucas. São Paulo: Atlas, 2007.
Fisher, Irving. A teoria do juro; determinada pela impaciência de gastar a renda e pela oportunidade de investi-la. São Paulo: Abril Cultural, 1984 (Os economistas).
HICKS, J. R. Keynes e os “Clássicos”: uma sugestão de interpretação. Literatura Econômica, v. 5, n. 2, p. 139-158, 1983.
HUNT, E.K. História do pensamento econômico: uma perspectiva crítica. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
HUNT, E.K. História do pensamento econômico: uma perspectiva crítica. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
JEVONS, W. S. A Teoria da Economia Política. São Paulo: Ed. Nova Cultural Ltda, 1996. (Coleção Os Economistas).
KEYNES, J. M. A teoria geral do emprego, do juro e da moeda. São Paulo: Atlas, 1992.
KLAMER, A. Conversa com economistas. São Paulo: Editora da USP, 1988.
KLAMER, A. Conversa com economistas. São Paulo: Editora da USP, 1988.
KLAMER, A. Conversa com economistas. São Paulo: Editora da USP, 1988.
KYDLAND, F; PRESCOTT, E. Rules rather than discretion: the inconsistency of optimal plans. Journal of Political Economy, v. 85, n. 3, p. 473-491, 1977.
LIMA, G. T.; SICSÚ, J.; PAULA, L. F. (Orgs.) Macroeconomia Moderna: Keynes e a Economia Contemporânea. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1999.
LIMA, L. A. de O. As funções IS-LM e a “neoclassização” do pensamento de Keynes. Revista de Economia Política, v. 9, n. 2, abr.-jun., 1989.
LUCAS, Robert. Some international evidence on output-inflation trade-offs. The American Economic Review, v. 63, p. 326-334, 1973.
MANKIW, G. Macroeconomia. Rio de Janeiro: LTC, 1995.
MANKIW, G. Macroeconomia. Rio de Janeiro: LTC, 1995.
MANKIW, G. Small menu costs and large business cycles: a macroeconomic model of monopoly. Quaterly Journal of Economics, v. 100, p. 529-539, 1985.
MARSHALL, A. Princípios de Economia – Tratado Introdutório. São Paulo: Ed. Nova Cultural Ltda, 1996. (Coleção Os Economistas).
MENGER, C. Princípios de economia política. São Paulo: Abril Cultural, 1983.
MINSKY, H. Estabilizando uma economia instável. Osasco: Novo Século, 2010.
ROBINSON, J. Filosofia Econômica, trad. port., Rio de Janeiro, Zahar, 1964.
ROMER, P. The Trouble with Macroeconomics. The American Economist, forthcoming, 2016.
RONCAGLIA, A. The wealth of ideas: a history of economic thought. United Kingdom: Cambridge University Press.2005.
SICSÚ, J. Keynes e os novos-keynesianos. Revista de Economia Política, v. 19, n. 2 (74), abr.-jun., 1999
WALRAS, L. Compêndio dos Elementos de Economia Política Pura. São Paulo: Ed. Nova Cultural Ltda, 1996. (Coleção Os Economistas).
WICKSELL, K. Lições de Economia Política. São Paulo, Nova Cultura (1986).
SZMRECSÁNYI, Tamás (Org.). John Maynard Keynes. Editora Ática, 1984.
SKIDELSKY, R. Keynes. Trad. Port., Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999. (biógrafo de Keynes)