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Currículos Ativos

Plano de Ensino

Disciplina: PRT003 - O INDIVÍDUO E O ESPAÇO

Carga horária: 30

Departamento: DEPTO DE PROJ., REP. E TEC. DA ARQUITETURA E DO URBANISMO

Ementa
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Estudo sobre o conceito e princípios do Desenvolvimento Sustentável e suas implicações na cidade e na concepção de projetos arquitetônicos e urbanos. A acessibilidade e o ambiente construído. A pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida. Normas técnicas, conceitos relacionados e aplicações. Sensibilização e fundamentação. Compreensão das dimensões do espaço interior e os diversos sentidos de percepção espacial. Estudo das relações de proporção, escala e consciência corporal.

Módulo I: Sustentabilidade das cidades e do ambiente construído
- O surgimento do conceito desenvolvimento sustentável e seus princípios balizadores.
- Ética como comportamento para a sustenabilidade.
- A problemática urbana e o Desenvolvimento Urbano Sustentável: O que poderiam ser cidades (mais) susutentáveis? Como sair do ciclo vicioso da insustentabilidade para um ciclo virtuoso mais sustentável.
- Sustentabilidade do ambiente construído: Como projetar edificações (mais) sustentáveis? Aspetos do projeto do ambiente construído: implantação, morfologia, materialidade, espacialidade, salubridade e conforto.

Módulo II: Arquitetura Inclusiva.
- Percepção ambiental e acessibilidade: processo perceptivo e topofilia; antropometria e ergonomia; capacidade funcional, a pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida e deficiência e restrição; barreiras;
- Vivência;
- Apropriação e avaliação pós-ocupação;
- Desenho universal, acessibilidade espacial e mobilidade urbana;
- Legislação e normatização.

Módulo III: O Espaço Interior na Arquitetura.
- O corpo no centro: oficinas de sensibilização do corpo vibrátil;
- O corpo no centro: a experiência espacial multissensorial;
- Do Espaço pragmático Casa ao Espaço existencial Lar, sensível e poético;

Módulo I:
BRUNDTLAND, O. C. Nosso futuro comum. Comissão Mundial para o Meio Ambiente e Desenvolvimento. 2a edição. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas, 1987. 430p.
KEELER, M.;BURKE, B. Fundamentos de Projeto de Edificações Sustentáveis. Porto Alegre: Bookman, 2009. 362 ISBN 978857780710-9.
Foster, N.; Kaplicky, J.; Rogers, R. et al. Questionário Verde. In: (Ed.). O campo ampliado da arquitetura. São Paulo: Cosacnaify, 2001. p.127-134. ISBN 9788540502895.
ROGERS, R.;GUMUCHDJIAN, P. Cidades Para um Pequeno Planeta. 2001. ISBN 9788425218897.
ROMERO, M. A. B. O Desafio da Construção de Cidades. AU 2006. Disponível em: http://au.pini.com.br/arquitetura-urbanismo/142/artigo21835-3.aspx
MCDONOUGT, W. Projeto, ecologia, ética, e a produção das coisas. In: NESBITT, K. Uma nova agenda para arquitetura. Antologia teórica 1965-1995. p. 427-440
HARRIES, K. A função ética da arquitetura. in: NESBITT, K. Uma nova agenda para arquitetura. Antologia teórica 1965-1995P. p.423 - 427.
Organização Das Nações Unidas. O Futuro que queremos. Rio de Janeiro 2012.

Módulo II:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9050/15 – Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Rio de Janeiro: ABNT, 2015.
BRASIL. Leis. Lei n° 13.146 jul. 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Diário Oficial, Brasília, 6 jul. 2015.
Brasil. Leis. Lei n° 10.098 dez. 2000. Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. Diário Oficial, Brasília, 9 dez. 2000.
CAMBIAGHI, S. Desenho universal: métodos e técnicas para arquitetos e urbanistas. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2007.
DEL RIO, V.; OLIVEIRA, L. de (Orgs.). Percepção ambiental: a experiência brasileira. 2ª ed. São Paulo: Studio Nobel, 1999. 265 p.
DISCHINGER, M.; BINS ELY, V. H. M.; PIARDI, S. M. D. G. Promovendo acessibilidade espacial nos edifícios públicos: programa de acessibilidade às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida nas edificações de uso público. Florianópolis: MPSC, 2012.
IIDA, I. Ergonomia: projeto e produção. 2ª edição rev. e ampl. São Paulo: Blucher, 2005.
OKAMOTO, J. Percepção ambiental e comportamento: visão holística da percepção ambiental na arquitetura e na comunicação. São Paulo: Editora Mackenzie, 2002.
RHEINGANTZ, P. A.; AZEVEDO, G. A.; BRASILEIRO, A.; ALCÂNTARA, D.; QUEIROZ, M. Observando a qualidade do lugar: procedimentos para a avaliação pós-ocupação. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Pós-graduação em Arquitetura, 2009.
TILLEY, A. R. As medidas do homem e da mulher. São Paulo: Bookman, 2005.
TUAN, Y. Espaço e lugar: a perspectiva da experiência. Tradução de Lívia de Oliveira. São Paulo: DIFEL, 1983. 250 p.
TUAN, Y. Topofilia: um estudo da percepção, atitudes e valores do meio ambiente. São Paulo: Difel, 1980.
VASCONCELLOS, E. A. de. Mobilidade urbana e cidadania. Rio de Janeiro: SENAC NACIONAL, 2012.


Módulo III:
BERGE, Yvonne. Viver o seu corpo: por uma pedagogia do movimento. São Paulo: Martins Fontes, 1981.
GUATTARI, Félix. (1992). Caosmose. Um novo paradigma estético. São Paulo, Editora 34, 1992.
KASTRUP, Virgínia. A Invenção de si e do mundo. Campinas, Papirus, 1999.
LE BRETON, David. Antropologia dos sentidos. Petrópolis: Vozes, 2016.
____________ Antropologia das emoções. Petrópolis: Vozes, 2019.
PALLASMAA, J. Os olhos da pele: a arquitetura e os sentidos. Tradução técnica: Alexandre Salvaterra. Ed. Bookman, Porto Alegre, 2011.
____________ . A imagem corporificada: imaginação e imaginário na arquitetura. Tradução técnica: Alexandre Salvaterra. Ed. Bookman, Porto Alegre, 2013.
____________ . As mãos inteligentes: a sabedoria existencial e corporalizada na arquitetura. Tradução técnica: Alexandre Salvaterra. Ed. Bookman, Porto Alegre, 2013.
____________ . Habitar. São Paulo: Gustavo Gilli, 2017.
____________ . Essências. São Paulo: Gustavo Gilli, 2018.
BRASIL, M. D. M. A. Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. Rio de Janeiro: 4 p. 1992.
GAUZIN-MÜLLER, D. L´architecture écologique. 29 exemples européens. Paris: Groupe Moniteur, 2001.MMA. Agenda 21 Brasileira. Disponível em: http://www.mma.gov.br/responsabilidade-socioambiental/agenda-21/agenda-21-brasileira s/d
JAMES, J. UN VITRUVIO ECOLÓGICO. PRINCIPIOS Y PRÁCTICA DEL PROYECTO ARQUITECTÓNICO SOSTENIBLE. Barcelona, Espanha: Gustavo Gili, 2007. ISBN 9788425221552.
MCDONOUGH, W.; BRAUNGART, M. The Hanovver Principles. Design for sustainability. Tenth anniversary edition. McDonough Braungart Design Chemistry. 2003.
SACHS, I. Estratégias de transição para o século XXI. In: BURSZTYN, M. (Ed.). Para pensar o Desenvolvimento Sustentável. . São Paulo: Ed. Brasiliense, 1993. p.29-56.
STEELE, J. Architecture écologique. Une histoire critique. France: Actes Sud, 2005.
GIBSON, J. J. The Senses Considered as Perceptual Systems. Boston: Houghtan Miffin Company, 1966.
HALL, E. T. A dimensão oculta. Rio de Janeiro: F. Alves. 1977.
MERLEAU-PONTY, M. Fenomenologia da percepção. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
PINHEIRO, J. Q.; GÜNTHER, H.; GUZZO, R. S. L. (Orgs.). Psicologia Ambiental: entendendo as relações do homem com seu ambiente. Campinas, SP: Editora Alínea, 2004. 196 p.
SNYDER, J. C.; CATANESE, A. Introdução à Arquitetura. Rio de Janeiro: Campus, 1984.
SOMMER, R. Espaço pessoal. Coleção Ciências do comportamento. São Paulo: EPU, Ed. Da Universidade de São Paulo, 1973.
PANERO, Julius; ZELNIK, Martin. Dimensionamento humano para espaços interiores. Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 2002.