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Currículos Ativos

Plano de Ensino

Disciplina: PHT016 - HISTÓRIA E TEORIA DA ARQUITETURA E DO URBANISMO VI - BRASIL

Carga horária: 60

Departamento: DEPTO DE PROJ., HISTÓRIA E TEORIA DA ARQUIT, E DO URBANISMO

Ementa
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Brasil: aproximações sobre a história e as teorias com a análise da produção artística,
arquitetônica e da urbanística
PROGRAMA DA DISCIPLINA:

A disciplina apresenta um programa em construção para o ERE, pautado nos fundamentos da arquitetura e do urbanismo para uma vivência teórico-prática, propondo o desenvolvimento do conhecimento a partir da construção do saber pelo aluno mediado pelo professor. Neste processo serão desencadeadas atividades síncronas e assíncronas com debates, seminários virtuais, avaliações em termos de relatórios individuais e em grupo serão desenvolvidos. A disciplina propõe o oferecimento de uma visão geral do processo de urbanização no Brasil, enfatizando como se apresenta a cidade e a arquitetura ao longo da história. Estabelecer as relações entre o processo de urbanização, o desenvolvimento tecnológico e a produção cultural e as formulações teóricas e projetuais da arquitetura e do urbanismo no Brasil. Tematizar o repertório básico de arquitetura e urbanismo no Brasil.

CONTEÚDO:

A estrutura geral seguirá a ementa da disciplina, sendo reorganizada para a aprendizagem em Ensino Remoto Emergencial, através da mediação didática, e da construção do conteúdo de forma participativa com o envolvimento nas questões atuais e desafios enfrentados com o isolamento social.

PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS:

Tendo como referência o Ensino Remoto Emergencial (ERE), com uso de tecnologias virtuais, digitais, com aulas síncronas e assíncronas, na construção colaborativa ensino-professor-aluno, em conversação, interatividade e as atividades autorais. Interdisciplinaridade com as demais disciplinas do curso, através de suporte analítico e crítico. Uso de interfaces digitais através do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) através de:
Web conferência, Lives Interativas, dentre outros para AULAS SÍNCRONAS
Fóruns, pesquisas, produções de vídeos, escrita, gráfica, artística, análises fílmicas, viagens virtuais no universo da arquitetura e do urbanismo no Brasil, dentre outros para AULAS ASSÍNCRONAS
Sala de aula invertida = AULAS SÍNCRONAS E ASSÍNCRONAS
“A sala de aula invertida é um modelo pedagógico em que os elementos típicos de uma sala de aula e tarefas de casa são invertidos. Tópicos e vídeos de curta duração são vistos pelos alunos em casa antes da aula, enquanto na classe o tempo é dedicado a exercícios, projetos e discussões. Em outras palavras o que tradicionalmente era feito em sala de aula, agora é executado em casa, e o que tradicionalmente era feito em casa, agora é realizado em sala de aula. O papel do professor muda de expositor de conteúdo para orientador da aprendizagem.”
(FONTE: O que é? - Sala invertida)
Aula híbrida.
É aquela que utiliza de forma simultânea, partes síncronas e partes assíncronas, dividindo o tempo entre elas de forma planejada (TOMAZINHO, 2020).
A realização das aulas e atividades serão programadas conforme cronograma aprovado pelo CONGRAD, dando prioridade às AULAS ASSÍNCRONAS, contando como tempo de carga horária para a integralização da disciplina - resolução.
OBSERVAÇÕES:
Poderão ser propostos, ao longo da disciplina, momentos síncronos divididos em grupos menores, quando se apresentar como necessário.
A frequência será observada através do acesso do aluno às atividades síncronas, acrescido do acesso e desenvolvimento das atividades assíncronas e ainda da entrega de exercícios e atividades desenvolvidas nas interfaces digitais a serem estipuladas, e postadas conforme agenda estabelecida. Será respeitado a Resolução CONSU Nº 33.2020, de 14 de Agosto de 2020.
ATIVIDADES SÍNCRONAS

Breves exposições; Aulas com convidados; Discussões de materiais selecionados; Esclarecimento de dúvidas, questionamentos, conversação e interatividade.



ATIVIDADES ASSÍNCRONAS

Leituras; Apontamentos; Produção textual comparativa; Produção textual temática (o tema da produção poderá ser escolhido pelo discente, de acordo com sua área de interesse, mas deverá estar baseado também na bibliografia estudada na disciplina); Interpretações artísticas de textos temáticos representados manualmente; produção Vídeos…..Estudos e pesquisas sobre arquitetura, cidade e paisagem (Conjuntos urbanos protegidos até janeiro de 2017 – Fonte: Depam; Livros do Tombo) Assistir lives, vídeos, filmes ou documentários

OBS.: O e-mail institucional da disciplina também será utilizado como meio de comunicação entre os alunos e professor, com o objetivo de estabelecer contato direto e facilitar as interações.

ETAPAS E AVALIAÇÃO:

Etapa 1 e Etapa 2 . LEITURA DE PROJETO: A leitura de projetos possibilita a compreensão dos modos de vida e organização sócio espacial em questão. Possibilita também, a partir dos estudos e análises do projeto arquitetônico e sua inserção no contexto urbano, entender o processo projetual adotado pelo arquiteto, autor do projeto em seu tempo histórico. Diante da realização do Ensino Remoto Emergencial (ERE), tem-se a possibilidade através de viagem virtual, estudo de novas arquiteturas, cidades e paisagens, ampliando o recorte geográfico para todo o contexto nacional, ou seja, o projeto de escolha para estudo poderá estar localizado em qualquer parte do território nacional, desde que respeite o recorte temporal estabelecido (Colônia:25pts e Império:25pts), e sejam tombados pelo IPHAN. Os trabalhos, resultante dos estudos das arquitetura eleitas através de seu projetos serão abordados através da análise da produção arquitetônica em confronto com o panorama cultural, econômico e social do período enfocado. Para a atividade serão elaborado croquis e apontamentos de natureza artística.

Etapa 3. VÍDEO: Produção de um vídeo de estrutura livre com tempo de duração, estimado entre 5 minutos até 7 minutos (25pts). A atividade consiste em apresentar um estudo síntese em vídeo sobre arquitetos ou arquitetas brasileiros do período compreendido como Brasil República contendo: Histórico do arquiteto (trajetória; contexto histórico;influências). Escolher uma obra e desenvolver um estudo explicativo da mesma, contendo tipologia, período de inserção, plantas, cortes, fachadas, análise de entorno, e demais atribuições (em produção artística se possível não informatizada)
As atividades avaliativas 1, 2, 3 serão realizadas individualmente e em duplas, e a 4, individualmente.

Ao longo do semestre serão estudados três textos para cada Tema...Brasil Colônia, Império e República, a serem relacionados com estudos de diferentes mídias. Contaram para observar frequência e juntos somarão 25 pontos.

A condição de aprovação na disciplina se faz com a obtenção de 60 por cento da nota.

Todo o desenvolvimento do curso está em acordo com o Plano Político Pedagógico Curso e RAG.

CRONOGRAMA DE AULAS:

Será elaborado por módulos conforme o conteúdo da disciplina, em conjunto com os alunos.
A bibliografia será indicada de acordo com a disponibilidade on line dos textos, o que ainda está sendo organizado e relacionado, respeitando direitos autorais.

ACAYABA, Marlene M.; FICHER, Sylvia. Arquitetura Moderna Brasileira. São Paulo: Nobel, 1984.
ÁVILA, Affonso. Introduçào ao Barroco Mineiro. Ed. Nobel. Rio de Janeiro, 1985.
ÁVILA, Affonso. Barroco Mineiro: Glossário de Arquitetura e Ornamentação. Fundação João Pinheiro,
Belo Horizonte, 1986.
CASTRIOTA, Leonardo Barci (org.) Arquitetura Brasileira: Redescobertas. Belo Horizonte: UFMG/IAB, no
prelo.

CASTRIOTA, Leonardo Barci (org.) Arquitetura da Modernidade. Belo Horizonte: UFMG/IAB, 1998.
CASTRIOTA, Leonardo Barci (org.) Urbanização Brasileira: Redescobertas. Belo Horizonte: UFMG/IAB,
2003.
BAZIN, Germain. Arquitetura Religiosa Barroca no Brasil. 2 vol. Rio de Janeiro: Record, 1983.
BAZIN, Germain. O Aleijadinho e a escultura barroca no Brasil. Rio de Janeiro: Record, 1971.
Bitar, William S.M. e Verríssimo, Francisco S. 500 anos da Casa no Brasil. Ediouro, Rio de Janeiro, 2000.
BRUAND, Yves. Arquitetura Contemporânea no Brasil. São Paulo: Perspectiva, 1981.
BURY, John. Arquitetura e Arte no Brasil Colonial. São Paulo: Nobel, 1991.
DELSON, Roberta Marx. Novas vilas para o Brasil Colônia. Brasília: ALVA-CIORD, 1997.1ª ed. 1979.
MARX, Murillo. Cidade Brasileira. São Paulo: Melhoramentos: USP, 1980.
MARX, Murillo. Cidade no Brasil: Terra de quem?. São Paulo: EdUSP;Nobel, 1991. OLIVEIRA, OLIVEIRA,
Myriam A. Ribeiro de. O Rococó Religioso no Brasil e seus antecedentes europeus. Ed. Cosac e Naiy, São
Paulo,2003.
OLIVEIRA,Myriam A. Ribeiro de.( organização ) História da Arte no Brasil, EDUFRJ,1998.
SEGAWA, Hugo. Arquiteturas no Brasil – 1900/1990. São Paulo: Edusp, 1998.
SANTOS, Paulo F. Arquitetura Religiosa em Ouro Preto. Ed. Komos. Rio de Janeiro, 1951.
SANTOS, Paulo F.Quatro Séculos de Arquitetura. Ed.IAB/RJ - Rio de Janeiro, 1981
SANTOS, Paulo F. Formação de cidades no Brasil Colonial. Ed.UFRJ,Rio de Janeiro,2000.
SOUSA, Alberto de. Arquitetura Neoclássica Brasileira: Um reexame. São Paulo: PINI,1994.
VASCONCELLOS, Sylvio de. Arqutetura Barroca no Brasil. 2a. ed. Belo Horizonte: EAUFMG, 1979

AMARAL, Aracy A . Artes Plásticas na Semana de 22. São Paulo: Editora 34, 1998.
ÁVILA, Affonso. Iniciação ao Barroco Mineiro. São Paulo: Nobel, 1984.
ARTIGAS, João Vilanova. Caminhos da Arquitetura. São Paulo: Pini, 1986.
ARTIGAS, João Vilanova. A Função Social do Arquiteto. São Paulo: Nobel, 1989.
BRITO, Mário da Silva. História do Modernismo Brasileiro. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1997.
CANDIDO, Antonio. Formação da Literatura Brasileira. Belo Horizonte: Itatiaia, 1997. V. 1 e 2.
CARVALHO, Ayrton et alli. Arquitetura Religiosa. Brasília: IPHAN, São Paulo: USP, 1978.
CHIAMPI, Irlemar. Barroco y Modernidad. México: Fondo de Cultura Económica, 2000.
DEBRET, Jean Baptiste. Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil. Belo Horizonte/São Paulo: Itatiaia/EDUSP,
1989.
FREYRE, Gilberto. Casa-Grande e Senzala. 30 ª ed. Rio de Janeiro: Record, 1995.
FURTADO, Júnia Ferreira (org.). Diálogos Oceânicos. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2001.
KATINSKY, Júlio. A Lição do Mestre Niemeyer. Revista Comunicação & Artes, São Paulo, n. 30, p. 50-64,
jan/abr, 1997.
MARIANO FILHO, José. Influências Muçulmanas na Architetura Tradicional Brasileira. Rio de Janeiro: A
Noite, 19...

PADILHA, Nuno. (Org.) Cidade e Urbanismo: História, Teoria e Práticas. Salvador: Mestrado em
Arquitetura e Urbanismo FAUFBA, 1998.
PAIVA, Eduardo França. Escravidão e Universo Cultural na Colônia; Minas Gerais, 1716-1789. Belo
Horizonte, Editora UFMG, 2001.
PAULA, João Antônio de. Raízes da Modernidade em Minas Gerais. Belo Horizonte: Autêntica, 2000.
OLIVEIRA, Beatriz Santos de. Espaço e Estratégia: considerações sobre a arquitetura dos jesuítas no
Brasil. Rio de Janeiro: José Olympio, 1988.
OLIVEIRA, Myriam A. Ribeiro de. Barroco e Rococó na Arquitetura Colonial Mineira. Revista do Instituto
de Filosofia, Artes e Cultura/UFOP, Ouro Preto, nº 01, 1994.
RAMOS, Arthur. O Negro Brasileiro. 3 ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1951.
REIS Fº , Nestor Goulart dos. Evolução Urbana no Brasil. São Paulo:Pioneira; EdUSP, 1968.
SALGUEIRO, Heliana Angotti. Arquitetura e Ideologia de uma Capital. Revista Comunicação & Artes, São
Paulo, v. 14, n. 21, p. 47-59, ago, 1989.
TELLES, Augusto Carlos da Silva. O Barroco no Brasil: análise da bibliografia crítica e colocação de pontos
de consenso e dúvidas. Revista do IPHAN, Rio d e Janeiro, n. 19, p. 125-137, 1984.
TEXTOS ESCOLHIDOS DA REVISTA DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL. São Paulo:
FAUUSP, MEC - IPHAN, 1978. 8 v.