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Currículos Ativos

Plano de Ensino

Disciplina: PHT013 - HISTÓRIA E TEORIA DA ARQUITETURA E DO URBANISMO III - DO SÉCULO XVIII AO INÍCIO DO SÉCULO XX

Carga horária: 60

Departamento: DEPTO DE PROJ., HISTÓRIA E TEORIA DA ARQUIT, E DO URBANISMO

Ementa
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Século XVIII ao início do século XX: aproximações sobre a história e as teorias com a análise da produção artística, arquitetônica e da urbanística.
3. OBJETIVOS

3.1. Gerais
- Inserir os alunos no universo da história e da teoria da Arquitetura e do Urbanismo, conteúdo essencial na reflexão e na compreensão sobre as sociedades.
- Instigar a formação de uma consciência crítica acerca dos processos de construção dos espaços arquitetônico e urbano ao longo do tempo.

3.2 Específicos
- Qualificar o aluno para fazer leituras mais completas na área de Arquitetura e Urbanismo.
- Contribuir, como suporte analítico e crítico, para as disciplinas do curso nas quais for possível sua integração.

4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

UNIDADE 01. Tecendo os fios da História e Teoria
O que é a Arquitetura | O que deve fazer a Arquitetura | O que é Teoria | Analogias | Plateia | Conteúdo de tratamento histórico | Métodos de tratamento Histórico | Impacto na educação

UNIDADE 02. Transições, fronteiras e utopias: as transformações do pensamento Clássico e a Revolução Industrial.
Revolução Industrial; Arquitetura de Ferro e Vidro; as Disciplinas Urbanísticas, Ecletismo; os movimentos Estéticos; Secessão Vienense; Vanguardas Europeias e a produção artística como movimentos de ruptura e construção.
2.1. Evolução do pensamento urbanístico
2.1.1. A Disciplina Urbanística
2.1.2. Pré-Urbanismo

UNIDADE 03. As reformas urbanas na Europa - Paris / Viena / Barcelona
3.1. As Reformas Urbanas
Paris / Viena / Barcelona
3.2. Os Teóricos Urbanos
2.3.1 As Iniciativas para a Reforma da Cidade Industrial
2.3.2 As Utopias Urbanas

UNIDADE 04. O Neoclássico na Europa
A Inglaterra e a Tendência para o Neoclassicismo | O Ambiente da Revolução Industrial
A Essência do classicismo (A Linguagem Clássica da Arquitetura, John Summerson) | A Gramática da Antiguidade | A Linguística do século XVI / A Retórica do Barroco | A Luz da Razão - e da Arqueologia | Do clássico ao moderno.

UNIDADE 5. Utopias, Racionalismo e Movimentos artísticos como ruptura e produção
5.1 Racionalismo e Técnica
O Problema do Ornamento, Urbanismo Progressista (Tony Garnier, Walter Gropius, Le Cobusier)
5.2. A Cidade Funcionalista
Le Corbusier, os CIAM e a Carta de Atenas

5. PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS

A partir do recorte determinado pela ementa da Disciplina, os alunos trabalharão individualmente ou em grupo (a ser determinado após o período de matrículas, em momento SÍNCRONO com a turma). Assim, serão realizadas orientações periódicas, dentro de cada módulo, também de forma síncrona e assíncrona, pautadas no desenvolvimento a partir dos meios de representação estabelecidos. Princípios da Educação Online, em caráter de Ensino Remoto Emergencial (ERE), num paradigma construtivo e crítico, ampliando o campo de solidificação de conhecimentos, com aulas síncronas e assíncronas, buscando a aprendizagem colaborativa, a conversação, a interatividade, as práticas transversais com o campo das artes e as atividades autorais. Interdisciplinaridade com as demais disciplinas do curso, através de suporte analítico e crítico. “No formato Remoto, a distribuição da carga horária não adota as mesmas características do ensino presencial, no qual há registro de aulas semanais. [...] Assim, a lógica a ser adota não é a organização em aulas semanais, mas a identificação dos objetivos de aprendizagem previstos para a disciplina, relacionados ao currículo do curso e às competências e habilidades que se pretende formar.”

Ainda, seguindo as orientações da PROGRAD, para “as atividades a serem desenvolvidas pelo(a) discentes” serão utilizadas “[...] leituras orientadas de textos que subsidiarão as discussões; seminários de discussões realizados de forma síncrona ou assíncronas por meio de chats de discussão; estudos de casos, estudos dirigidos, assistir vídeos, elaboração de resenhas, realização de avaliações, participação em fóruns.”

Uso de interfaces digitais através do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), dentro das plataformas Google (disponibilizadas pela UFJF), através de:
Web conferência (lives interativas) = AULAS SÍNCRONAS, pelo Google ClassRoom
Fóruns, pesquisas, produções de vídeos, escrita, seminários, análises fílmicas, visitas virtuais guiadas = AULAS ASSÍNCRONAS
Sala de aula invertida = AULAS SÍNCRONAS E ASSÍNCRONAS
A realização das aulas e atividades serão programadas conforme cronograma aprovado pelo CONGRAD, dando prioridade às AULAS ASSÍNCRONAS, contando como tempo de carga horária para a integralização da disciplina.

O conteúdo programático será dividido em módulos a serem apresentados e discutidos com a turma a cada 15 (quinze) dias.

OBS:
Poderão ser propostos, ao longo da disciplina, momentos síncronos divididos em grupos menores, quando se achar necessário.
A presença será computada através da entrega de exercícios e atividades desenvolvidas nas interfaces digitais a serem estipuladas, conforme Resolução CONSU.

6. CONTEÚDO:

Estrutura Geral seguirá a ementa da disciplina, sendo reorganizada para a aprendizagem via Ensino Remoto Emergencial, através da mediação didática, e da construção do conteúdo de forma participativa com o envolvimento nas questões atuais e desafios enfrentados com o isolamento social.
As leituras recomendadas visam à complementação do conteúdo e poderão ser consultadas pelos discentes em momento oportuno; não se mostrando, então, obrigatórias para viabilização desta Disciplina.

Formatação de trabalhos acadêmicos (fichamentos e resenhas)

Os trabalhos devem seguir as normas da ABNT, onde constam formas de apresentação, como paginação, uso de itálico e grifo, ilustrações, citações, notas de rodapé, referências, entre outros. Estas normas visam trazer uniformidade aos trabalhos, bem como inseri-los no contexto acadêmico de apresentação. Abaixo, uma sugestão de referência bibliográfica bem simples, mas que apresenta exemplo prático e de fácil compreensão:

PEVSNER, Nikolaus. Panorama da Arquitetura Ocidental. Tradução José Teixeira Coelho Netto & Silvana Garcia. 1. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1982.

De antemão, sugere-se configurar as páginas:
Margem superior: 03 cm
Margem esquerda: 03 cm
Margem direita: 02 cm
Margem inferior: 02 cm

Uso da fonte “Arial”, tamanho 12, espaçamento entre as linhas de 1,5 cm, texto “justificado”, títulos e subtítulos em “negrito”.

1. Não será permitida cópia de textos extraídos de qualquer espécie de mídia, como internet e livros. Caso seja verificada cópia, os textos apresentados não passarão por avaliação e, o trabalho, desconsiderado.
ARGAN, Giulio C. Clássico anticlássico: o Renascimento de Brunelleschi a Bruegel. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.

BANHAM, Reyner. Teoria e projeto na primeira era da máquina. São Paulo: Perspectiva, 2006.

BENEVOLO, Leonardo. História da Cidade. 4. ed. São Paulo: Perspectiva, 2005.

_________. História da arquitetura moderna. 3. ed. São Paulo: Perspectiva, 2001.

CATAENSE, Anthony; SNYDER, James. Introdução à Arquitetura. Rio de Janeiro: Campus, 1984.

CHOAY, Françoise. O Urbanismo: utopias e realidades. Uma antologia. São Paulo: Editora Perspectiva, 1998.

FRAMPTON, Kenneth. História critica da arquitetura moderna. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008.

MUMFORD, Lewis. A Cidade na História. São Paulo: Martins Fontes, 1982.

PEREIRA, José Ramon Alonso. Introdução à história da arquitetura: das origens ao século XXI. Tradução Alexandre Salvaterra. Porto Alegre: Bookman, 2010.

RYKWERT, Joseph. A coluna dançante: sobre a ordem na arquitetura. 1.ed . São Paulo: Perspectiva, 2015.

SUMMERSON, John. A Linguagem Clássica da Arquitetura. São Paulo: Editora Martins Fontes, 1994.

NESBITT, Kate (org.). Uma nova agenda para a Arquitetura – Antologia Teórica 1965-1995. 2. ed. São Paulo, Cosac & Naify, 2008.

ZUCCONI, Guido. A cidade do século XIX. Tradução Marisa Barda. São Paulo: Perspectiva, 2009.

ARGAN, Giulio C. História da arte italiana. 3. ed. São Paulo: Cosac & Naify, 2003. v.02,03.

_________. História da arte como história da cidade. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

BAZYN, Germain. História da arte: da pré-história aos nossos dias. Amadora: Martins Fontes, 1980.

CAVALCANTI, Carlos. História das artes: Pré-história, Antiguidade, Idade Media, Renascença na Itália. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968.

CHING, Francis D. K. Dicionário visual de arquitetura. Tradução Julio Fischer. 1. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

GIEDION, Sigfried. Espaço, tempo e arquitetura – o desenvolvimento de uma nova tradição. Tradução Alvamar Lamparelli. São Paulo: Martins Fontes, 2004.

GOITIA, Fernando. Breve história do urbanismo. Tradução Emilio Campos Lima. 7. ed. Lisboa: Presença, 2008.

GOMBRICH, E. H. A história da arte. 16.ed. Rio de Janeiro : LTC, 1999.

HALE, J. R. Dicionário do Renascimento Italiano. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1988.

HAROUEL, Jean-Louis. História do Urbanismo. Tradução Ivone Salgado. 3. ed. Campinas: Papirus, 2001.

HAUSER, Arnold. Maneirismo: a crise da renascença e o surgimento da arte moderna. 2.ed. São Paulo : Perspectiva, 1965.
HOCKE, Gustav R. Maneirismo: o mundo como labirinto. São Paulo: Perspectiva, 1986.

KOCH, Wilfred. Dicionário dos Estilos Arquitetônicos. Tradução Neide Luzia de Rezende. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2004.

LAMAS, José M R G. Morfologia Urbana e desenho da cidade. Lisboa: FCG/FCT, 2000.

PEVSNER, Nikolaus. Panorama da Arquitetura Ocidental. Tradução José Teixeira Coelho Netto & Silvana Garcia. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2002.

RYKWERT, Joseph. A ideia de cidade. Tradução Margarida Goldsztajn e Anat Falbel. São Paulo: Perspectiva, 2006.

SENNETT, Richard. Carne e pedra - o corpo e a cidade na civilização ocidental. Tradução Marcos Aarão Reis. 3. ed. Rio de Janeiro: Record, 2003.

STRICKLAND, Carol. Arquitetura Comentada. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.

SUMMERSON, John. A Linguagem Clássica da Arquitetura. São Paulo: Editora Martins Fontes, 1994.

WOLFFLIN, Heinrich. Renascença e barroco: estudo sobre a essência do estilo barroco e sua origem na Itália. São Paulo: Perspectiva, 2000.

ZEVI, Bruno. Saber ver a arquitetura. São Paulo: Martins Fontes, 2002.