Fechar menu lateral

Currículo Ativo (Integral)

Plano de Ensino

Disciplina: ANE031 - ECONOMIA DA TECNOLOGIA

Horas Aula: 4

Departamento: DEPTO DE ECONOMIA /ECO

Ementa
keyboard_arrow_down keyboard_arrow_up
Estudo das perspectivas teóricas do papel da inovação e difusão tecnológica em Economia. Abordagem dos determinantes do progresso técnico e difusão tecnológica. Estudo do conceito de Sistema Nacional de Inovação e do papel das políticas públicas para promoção de um ambiente inovador.
1. As teorias econômicas da tecnologia
a. Visão Clássica
b. Marxista
c. Visão Neoclássica
d. Schumpeteriana
e. Neo-schumpeteriana

2. Determinantes do progresso técnico e difusão tecnológica
a. Invenção e inovação: conceitos básicos
b. Fatores indutores da mudança técnica
i. Oferta e demanda
ii. Oportunidades tecnológicas
iii. Cumulatividade
iv. Apropriabilidade
c. Difusão tecnológica

3. A natureza sistêmica da inovação e as políticas públicas para inovação
a. Sistema Nacional de Inovação: aspectos conceituais
b. Mecanismos de apoio à inovação tecnológica: incubadoras de empresas e parques tecnológicos
c. Políticas Públicas de Inovação
i. Meio ambiente e aspectos regulatórios
ii. Políticas industriais e de inovação no Brasil
AGHION, P. E HOWITT, P. A model of growth through creative destruction. NBER Working Paper, n. 3223, Cambridge, Mass, 1990.

ALBUQUERQUE, E. A apropriabilidade dos frutos do progresso técnico. In: PELAEZ, V., SZMRECSÁNYI, T. (Eds.) Economia da inovação tecnológica. São Paulo: Hucitec/Ordem dos Economistas do Brasil, p. 232-259, cap. 10, 2006.

ARTHUR, B. W. Competing Technologies, Increasing Returns, and Lock-In by Historical Events. The Economic Journal, Volume 99, Issue 394, 1 March 1989, Pages 116–131.

BELL, M., & PAVITT, K. Technological accumulation and industrial growth: Contrasts between developed and developing countries. Industrial and Corporate Change, 2(2), 157–210, 1993.

CIPOLLA, F. P. A inovação na teoria de Marx. In: PELAEZ, V., SZMRECSÁNYI, T. (Eds.) Economia da inovação tecnológica. São Paulo: Hucitec/Ordem dos Economistas do Brasil. (Cap. 2)

COHEN, W.; LEVINTHAL, D. Innovation and learning: the two faces of R&D. The Economic Journal, v. 99, n. 397, p. 569-596, 1989.

COZZI, A., JUDICE, V., DOLABELA, F., FILION, L. J. Empreendedorismo de base tecnológica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.

DOSI, G. Souces, procedures and microeconomic effects of innovation. Journal of Economic Literature, v. 27, pp. 1126-1171, 1988.

DOSI, G. Mudança técnica e transformação industrial: a teoria e uma aplicação à indústria dos semicondutores. Campinas: Ed. da Unicamp, 2006. (Cap. 1, 2)

DOSI, Giovanni. Technological paradigms and technological trajectories: a suggested interpretation of the determinants and directions of technical change. Research policy, v. 11, n. 3, p. 147-162, 1982.

ETZKOWITZ, H., LEYDESDORFF, L. Universities in the Global Economy: A Triple Helix of University–Industry–Government Relations. Londres: Cassell Academic, 1997.

ETZKOWITZ, H., WEBSTER, A. GEBHARDT, C., TERRA, B. R. C. The future of the university and the university of the future: evolution of ivory tower to entrepreneurial paradigm. Research Policy, v. 29, p. 313–330, 2000.

OECD. FRASCATI manual 2015: Guidelines for collecting and reporting data on research and experimental development. Paris: Organisation for Economic Co-Operation and Development - OECD, 2015. 398 p. (The measurement of scientific, technological and innovation activities). Disponível em: https://dx.doi.org/10.1787/9789264239012-en.
FREEMAN, Christopher. Japan: a new national system of innovation? In: DOSI, G.; FREEMAN, C.; NELSON, R.; SILVERBERG, G.; SOETE, L. (eds). Technical change and economic theory. London: Pinter, 1988.

FREEMAN, C., SOETE, L. A economia da inovação industrial. Campinas: Editora da Unicamp, 2008.

FURTADO, A. Difusão tecnológica: um debate superado? In: PELAEZ, V., SZMRECSÁNYI, T. (Eds.) Economia da inovação tecnológica. São Paulo: Hucitec/Ordem dos Economistas do Brasil. (Cap. 7)

GONÇALVES, Eduardo; PEROBELLI, F. S. ; Araújo Junior, I. F. . Estimating intersectoral technology spillovers for Brazil. Journal of Technology Transfer, v. 46, p. 1377-1406, 2017.

GORDON, R. J. Why Innovation Won't Save Us. The Wall Street Journal. Dec. 21, 2012

GROSSMAN, G., HELPMAN, E. Comparative advantage and long run growth. American Economic Review, v. 80, p. 796-815, 1990.

GROSSMAN, G., HELPMAN, E. Growth and welfare in a small open economy. NBER Working Paper, n. 2970, Cambridge, Mass., 1989.

GROSSMAN, G., HELPMAN, E. Quality ladders in the theory of growth. Review of Economic Studies, v. 58, n. 1, 1991.

HANUSCH, H., PYKA, A. Principles of Neo-Schumpeterian Economics, Cambridge Journal of Economics, v. 31, p. 275-289, 2007.

HIGACHI, H. A abordagem neoclássica do progresso técnico. In: PELAEZ, V., SZMRECSÁNYI, T. (Eds.) Economia da inovação tecnológica. São Paulo: Hucitec/Ordem dos Economistas do Brasil. 2006 (Cap. 3)

IBGE. Pesquisa industrial: inovação tecnológica 2010. IBGE: Rio de Janeiro, 2008.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA – IBGE. Pesquisa de inovação – 2017: sustentabilidade e inovação ambiental. Rio de Janeiro: IBGE, 2020. Disponível em https://servicodados.ibge.gov.br/Download/Download.ashx?http=1&u=biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv101706_notas_tecnicas.pdf

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA – IBGE. Pesquisa de inovação – 2017: notas técnicas. Rio de Janeiro: IBGE, 2020. Disponível em: https://servicodados.ibge.gov.br/Download/Download.ashx?http=1&u=biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv101732.pdf

KIM, L. Da imitação à inovação: a dinâmica do aprendizado tecnológico da Coréia. Campinas: Editora da Unicamp, 2005.

KNIGHT, F. Risco, incerteza e lucro. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura, 1972.

LUNDVALL, B.A. Innovation as an interactive process: from user-producer interaction to the national system of innovation. In: DOSI, G.; FREEMAN, C.; NELSON, R.; SILVERBERG, G.; SOETE, L. (eds). Technical change and economic theory. London: Pinter, 1988.

MALERBA, F. Learning by Firms and Incremental Technical Change. The Economic Journal, 102(413), 845-859. doi:10.2307/2234581, 1992

MANSFIELD, E. How Rapidly Does New Industrial Technology Leak Out? The Journal of Industrial Economics, v. 34, n. 2, p. 217-223, 1985.
¿
MANSFIELD, E., RAPOPORT, J., ROMEO, A., WAGNER, S., BEARDSLEY, G. Social and private rates of return from industrial innovations. Quarterly Journal of Economics, v. 91, p. 221–240, 1977.

MARX, Karl. O capital. São Paulo: Abril Cultural, 1983.

MAZZUCATO, M. O Estado empreendedor: desmascarando o mito do setor público vs. setor privado. São Paulo: Portfolio-Penguin, 2014.

MAZZUCATO, M., PENNA, C. The Brazilian Innovation System: A Mission-Oriented Policy Proposal. Avaliação de Programas em CT&I. Apoio ao Programa Nacional de Ciência (Plataformas de conhecimento). Brasília, DF: Centro de Gestão e Estudos Estratégicos, 2016.

MILAGRES, R. Rotinas – uma revisão teórica. Revista Brasileira de Inovação, Campinas (SP), 10 (1), p.161-196, janeiro/junho 2011

MOWERY, D. C, ROSENBERG, N. The U.S. national innovation system. In: NELSON, R. (Ed.) National innovation systems: a comparative analyses. New York/Oxford: Oxford University Press, 1993. (Cap. 2)

NELSON, Richard. Institutions supporting technical change in the United States. In: DOSI, G.; FREEMAN, C.; NELSON, R.; SILVERBERG, G.; SOETE, L. (eds). Technical change and economic theory. London: Pinter, 1988.

NELSON, R. R., WINTER, S. G. Uma teoria evolucionária da mudança econômica. Campinas: Editora da Unicamp, 2005. (Cap. 2)

OECD. Technology and the economy: the key relationships. Paris: OECD, 1992.

OECD. FRASCATI manual 2015: Guidelines for collecting and reporting data on research and experimental development. Paris: Organisation for Economic Co-Operation and Development - OECD, 2015. 398 p. (The measurement of scientific, technological and innovation activities). Disponível em: https://dx.doi.org/10.1787/9789264239012-en.

OECD. OSLO manual: guidelines for collecting and interpreting innovation data. 3rd. ed. Paris: Organisation for Economic Co-Operation and Development - OECD: Luxembourg: Statistical Office of the European Communities - Eurostat, 2005. 163 p. (The measurement of scientific and technological activities). Disponível em: https://doi.org/10.1787/9789264013100-en.

OECD. National Innovation Systems. 1997. Disponível em: .

PAVITT, K. Sectoral patterns of technical change. Research Policy, n. 13, p. 343-373, v. 13, n.6, 1984.

PEREZ, C. Technological Revolutions and Financial Capital: The Dynamics of Bubbles and Golden Ages. Edward Elgar Publications, 2003.

PEREZ, Carlota. Technological revolutions and financial capital. Edward Elgar Publishing, 2003.

POPP, David; NEWELL, Richard G.; JAFFE, Adam B. Energy, the environment, and technological change. Handbook of the Economics of Innovation, v. 2, p. 873-937, 2010.

POSSAS, S. Notas acerca da racionalidade econômica. Economia e Sociedade, Campinas, v. 5, p.181-87, dez. 1995

ROBSON, M, TOWNSEND, J., PAVITT, K. (1988). Sectoral patterns of production and use of innovations in the UK: 1945-1983. Research Policy, v. 17, p. 1-14.

ROGERS, E. M. Diffusion of innovations. New York: Free Press, 5th ed, 2003.

ROMER, P. M. Endogenous technological change. Journal of Political Economy, v. 98, p. S71-S102, 1990.

ROSENBERG, N. Why do firms do basic research (with their own money)? Research Policy 19, 165–174, 1990.

ROSENBERG, L. Por dentro da caixa-preta: tecnologia e economia. Campinas: Editora da Unicamp, 2006.

ROSENBERG, N. Perspectives on Technology. London/New York/Melbourne: Cambridge University Press, 1976. (Cap. 4 e 6)

ROSENBERG, N. Schumpeter and the Endogeneity of Technology: Some American Perspectives. Routledge: New York, 2000.

ROVÈRE, R. L. Paradigmas e trajetórias tecnológicas. In: PELAEZ, V., SZMRECSÁNYI, T. (Eds.) Economia da inovação tecnológica. São Paulo: Hucitec/Ordem dos Economistas do Brasil, 2006 (Cap. 12)

SÁBATO, Jorge; BOTANA, Natalio. La ciencia y la tecnologia em el desarrollo futuro de América Latina. Revista de la Integracíon, p.15-36, nov. 1968.

SALERNO, M. S., KUBOTA, L. C. Estado e inovação, in J. A. DE NEGRI, L. C. KUBOTA (eds.), Políticas de incentivo à inovação tecnológica no Brasil. IPEA: Brasília, pp. 13-64, 2008.

SBICA, A., PELAEZ, V. Sistema de inovação. In: PELAEZ, V., SZMRECSÁNYI, T. (Eds.) Economia da inovação tecnológica. São Paulo: Hucitec/Ordem dos Economistas do Brasil, 2006. (Cap. 17)

SCHMOOKLER, J. Invention and Economic Growth. Harvard University Press, Cambridge, MA, 1966.

SCHUMPETER, J. [1911] A teoria do desenvolvimento econômico. São Paulo: Nova Cultural, 1985. (Caps. 1, 2)

SCHUMPETER, J. [1942] Capitalismo, socialismo e democracia. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1984 (Caps. 7, 10, 12)

SHANE, S. Academic entrepreneurship: university spin-offs and wealth creation. Cheltenham/Northampton: Edward Elgar, 2004

SIMON, H. From substantive to procedural rationality. Models of bounded rationality. Cambridge, Mass: MIT Press, 1982, p. 424-43.

SMITH, Adam. (1983). A riqueza das nações. São Paulo: Abril Cultural.

SZMRECSÁNYI, T. A herança schumpeteriana. In: PELAEZ, V., SZMRECSÁNYI, T. (Eds.) Economia da inovação tecnológica. São Paulo: Hucitec/Ordem dos Economistas do Brasil, 2006. (Cap. 5)

TEECE, D. J., PISANO, G., SHUEN, A. Dynamic capabilities and strategic management. Strategic Management Journal, v. 18, n. 7, 1997. http://links.jstor.org/sici?sici=0143-2095%28199708%2918%3A7%3C509%3ADCASM%3E2.0.CO%3B2-%23

THE ECONOMIST. The great innovation debate. Jan 12th 2013 edition.

TIGRE, P. B. Gestão da inovação: a Economia da Tecnologia no Brasil. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. (Caps. 5 e 6)

WITT, U. Evolutionary economics. In: DURLAUF, S. N., BLUME, L. B. (Eds.), The New Palgrave: A Dictionary of Economics. New York: Plagrave Macmillan, 2008